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Sou do tipo de pessoa que sĂł se apega se valer a pena
NĂŁo curto nada morno, tem que ser quente...
Tem que me fazer ferver!!
Esse papo de "Eu te amo" sem mal me conhecer nĂŁo cola
Pra me amar, tem que pelo menos
me conhecer muito bem e me suportar,
Aguentar o meu gĂȘnio difĂcil, a minha Bipolaridade,
minha chatice. NĂŁo Ă© qualquer um que me aguenta,
me suporta... Isso Ă© tarefa pra poucos
NĂŁo sou "Todo" ruim, eu tbm tenho meu lado bom...
Sei ser amigo e companheiro, sou um bom ouvinte
e as vezes até me atrevo a dar conselhos....
Sou intenso, Amo demais e me fodo na mesma proporção
Tenho ciumes de tudo o que Ă© meu
e tbm tenho ciumes do que nĂŁo Ă©
Tenho comigo pessoas que valem a pena,
as que nĂŁo valem, ficam pelo caminho
Se não vale a pena, não faz nem um pingo de diferença
NĂŁo perco meu tempo, dando moral pra merdinha nenhum(a)
Sou da opiniĂŁo que nĂŁo adianta a gente jogar perola a porcos
HĂĄ momentos em que a nossa alma sĂł encontra uma resposta na linguagem do outro. Do outro que Ă© sĂł um reflexo de nĂłs mesmos.
A saudade Ă© flor que sĂł floresce na ausĂȘncia. Ă nela que se dizem as oraçÔes suplicando dos deuses a graça da repetição da beleza. E Ă© sĂł para isso que existem os deuses: para garantir o retorno do belo".
(Do Universo Ă Jabuticaba - [3 ed] Planteta, SĂŁo Paulo, 2015).
A coragem é uma senhora forte, andrajosa e muito feia. Que só se revela ao longo do caminho, quando jå portamos conosco muito medo entranhado em nossa bagagem. Não adianta planejar ser corajoso. A coragem brota num impulso desatinado, de quem estå disposto a pagar o preço com sua própria vida! O ato heroico pode, também, ser chamado de Suprema Felicidade. Só a reconhece quem o testemunha, porque para o herói era somente o que precisava ser feito.
SĂł Ă© feliz consigo mesmo, aquele que mesmo diante das crĂticas e palavras que venham lhe rebaixar. Consegue se olhar no espelho e sorrir, nĂŁo se importando com o que dizem, mas fazendo de sua vida uma busca perfeita na direção dos seus melhores sonhos!
FRATERNIDADE
SĂł conseguiremos construir um mundo melhor
Quando usarmos as ĂĄguas da fraternidade para
Irrigar as necessidades e os sofrimentos alheios.
As dores da alma sĂł pertencem a nĂłs,
Ă© algo individual onde muitas vezes
travamos lutas interiores gigantescas
em busca de superação.
*** Lili Mouriño ***
Talvez isso nĂŁo tenha fim
Talvez é só virgulas e reticenciarias até no final do livro e doutro livro...
Mesmo que eu tivesse como retroceder, eu avançaria, só para aprender novas coisas.
NĂŁo me arrependo por meus erros...
"As palavras que nĂŁo saem da minha boca
Escrevo aqui pra te mostrar
SĂł na quela vez que te vi...
Eu pude me apaixonar.
NĂŁo sei como vai entender
E nem como vou te explicar
Por que tudo que por ti guardo
Aqui dentro, não da mais pra disfarça
Os teus olhos sĂŁo brilhantes!!
O teu sorriso Ă© exuberante..!
NĂŁo tenho palavras pra te dizer
Apenas palavras para escrever...
Mesmo sem querer..
VocĂȘ me seduz, me encanta...
Por ti me perdi no abismo que Ă©
Pensar e Sentir...
"Quem Ă© mais sentimental que eu? Talvez vocĂȘ?
Eu entendi que tentar fugir
SĂł vai me fazer sofrer mais"
Sentimentos sĂł entram na consciĂȘncia apĂłs uma elaboração automĂĄtica praticada em uma obscurĂssima zona do inconsciente, qualificada de subconsciente. Os fenĂŽmenos inconscientes desempenham na vida mental um papel muitas vezes mais importante que os fenĂŽmenos intelectuais. Os primeiros sĂŁo o substratum dos segundos. O inconsciente Ă© em grande parte um resĂduo ancestral. A sua força Ă© devida Ă circunstĂąncia de ser o inconsciente a herança de uma longa sĂ©rie de geraçÔes, a que cada uma juntou alguma coisa.
O inconsciente nos guia na imensa maioria dos atos da vida quotidiana. Ă nosso soberano, mas um soberano que se pode tornar submisso quando Ă© devidamente orientado. A prĂĄtica de um ofĂcio ou de uma arte facilmente se exerce, desde que os dirija o inconsciente, educado de um modo satisfatĂłrio. Uma moral sĂłlida Ă© o inconsciente bem educado.
O inconsciente representa um vasto depĂłsito de estados afetivos e intelectuais, que constitui um capital fĂsico suscetĂvel de enfraquecer-se, mas que nunca inteiramente se dissipa.
A intuição, origem das inspiraçÔes que, num nĂvel excepcional, constituem o gĂȘnio, surge de uma maneira integral de um inconsciente preparado pela hereditariedade e por uma cultura conveniente. As inspiraçÔes do grande capitĂŁo que alcança vitĂłrias e domina o destino, as do pujante artista que nos revela o esplendor das coisas, do sĂĄbio ilustre que penetra os seus mistĂ©rios, aparecem sob a forma de manifestaçÔes espontĂąneas, mas o inconsciente de que elas nascem havia lentamente elaborado a sua florescĂȘncia.
Sentimentos se formam no domĂnio do inconsciente. A sua lenta elaboração pode terminar por manifestaçÔes sĂșbitas, que rebentam como um raio, como acontece, por exemplo, com as conversĂ”es religiosas ou polĂticas.
Os sentimentos elaborados no inconsciente nĂŁo chegam sempre Ă consciĂȘncia, ou ai chegam somente depois de diversas excitaçÔes; Ă© por isso que, por vezes, ignoramos os nossos sentimentos reais no tocante a seres e coisas que nos cercam. Muitas vezes mesmo os sentimentos e, por conseguinte, as opiniĂ”es e as crenças que deles resultam, diferem inteiramente daqueles que supĂșnhamos. O amor ou o Ăłdio existem algumas vezes em nossa alma antes que sejam suspeitados. Revelam-se somente quando somos forçados a agir. A ação constitui, com efeito, o Ășnico critĂ©rio indiscutĂvel dos sentimentos. Agir Ă© aprender a conhecer a si mesmo. As opiniĂ”es formuladas sĂŁo palavras vĂŁs desde que nĂŁo sejam sancionadas pelo ato.
O crime de roubar dinheiro da administração pĂșblica sĂł poderia ser perdoado apĂłs a devolução do dinheiro roubado.
Os loucos aprendem com mais rapidez, planejam e aplicam a sua loucura, mas sĂł entenderemos anos depois.
