Dia Nacional do teatro
Liberdade - coração de beija-flor
Liberdade!!! Coração de beija-flor
Banzo negro que renasce a minha dor
Estou perplexo, no avesso desse nexo, no avesso do reflexo, que reflecte a minha cor
Por onde pecam e minam as esperanças
Nos tratados, abortos de alianças
Nos segredos, sinais vitais se faz,
mortais ou imorais
..onde jazz, já somos nós!
Ao retrogrado dessa poeira cósmica
desmistificam os canhões e gerações
E que a flor, segue a face da navalha
- que retalha na batalha - até não cortar mais !
Livre fui eu !!!
Nos seios da África-Mãe
Onde a fome, morria pela rima
rimava ao som do batuque ao afoxé
que os filhos da paz, na dança da paz, ensina
Livre fui eu !!!
Nos seios da África-Mãe
Onde sorria pro dia e para a alvorada
Onde dormia nos campos ao relento
Adormecia ao som do vento, sem o ruído da batalha
Livre fui eu !!!
Nos seios da África-Mãe
A correr como o bailar de uma gazela
... a me perder pelo verde ...a densa mata
Onde o verde vira prata e o silêncio vira lenda
Lutamos todos por ti, África !
Para que voltes a ser como era d`antes
... e que o sorriso de criança teça a trança
e que dance toda a dança e se debruce na janela
Lutamos todos por ti, África!
Oh ! Mãe, gerai filhos na terra
Para lutar !
A integrar para Não entregar
Pois é melhor suar na paz, do que sangrar na guerra.
deve ser bom chegar até a velhice com espírito de criança, só não pode chegar até a velhice pensando que os desenhos estão atrás da tela.
"O pluralismo da ideologia da direta pressupõe uma unidade substancial profunda, inabalável: todas as correntes conservadoras, religiosas ou leigas, otimistas ou pessimistas, metafísicas ou sociológicas, moralistas ou cínicas, cientificismo ou místicas, concordam em um determinado ponto essencial. Isto é, em impedir que as massas populares se organizem, reivindiquem, façam e criem uma verdadeira democracia". (Consciência e Realidade Nacional: 137)
"Ninguém deseja mais do que nós as reformas úteis, mas ninguém aborrece mais do que nós que essas reformas sejam feitas pelo povo"
"Modifique-se o nosso pacto social, mas conserve-se a essência do sistema adotado. Faça-se tudo quanto é preciso, mas evite-se a revolução" - Álvaro Vieira Pinto - (Consciência e Realidade Nacional: 138)
Aumentaram as passagens, pra catar os trocados,
Trens e ônibus cheios, cada vez mais lotados
Não tem leitos nem médicos lá no hospital
Mas sobra grana, outro golpe do jornal nacional
No Brasil de hoje, a 195 anos da independência da nação por leviandade e cobiça de alguns maus políticos, homens públicos e empresários contaminados a tradicional celebração da Semana da Pátria entre o atual povo brasileiro, não passa de um mero feriado prolongado com oportunidades de esquecimentos e lazer.
Eu vivo a minha vida como um pássaro livre, que tem suas asas para levá-lo aonde quer. Mas como a única asa que tenho é minha imaginação, deixo-me ser conduzido pelo coração.
CALA A BOCA!
A boca de quem?
Das crianças que choram por falta de comida?
Das mães que choram por falta de filhos que não conseguiram calar a boca do fumo?
Cala a boca de quem?
De jornalistas que querem passar a verdade mas tem a boca selada por terra?
De jovens que tem a boca calada por uma bala.
CALA A BOCA DE QUEM?
Boca fechada não entra mosquito!
Mas de boca fechada você não é gente.
Como dizia Falcão:
"Paz sem voz não é paz é medo"
Cala a boca de quem?
A boca de fumo?
Boca de bueiro
Boca do medo, injustiça, corrupto?
Eu não me calo só crio calos!
Calos de tanto fugir para não ter a boca calada!
Soneto das canções
"O melhor presente Deus me deu
Sigo palavras e busco estrelas
Palavras, apenas palavras
Me sinto só, me sinto tão seu
Desculpe estou um pouco atrasado
A vida vem em ondas como o mar
Exista amor pra recomeçar
Exagerado, eu sou mesmo exagerado
Estar lá, ver e voltar
Minha honey baby
Eu cuidarei do seu jantar
Somos quem podemos ser
Tente outra vez
O acaso vai me proteger"
Eu confesso, sim, não leio livros. Cada um deles que me fala por palavras e imagens muito do que sempre soube mas agora de forma nova, criativa e original.
O sonho é o impulsionador de nossa vida. Por ele conseguimos força para lutar! Quando paramos de sonhar, deixamos de viver.
Quando alguém especial entra em nossa vida traz muita alegria, mas quando parte sem dizer o motivo é como se levasse um pedaço de nós.
Se você não acredita em sonhos, guarde sua incredulidade para você e não compartilhe do seu pessimismo. Quem tem FÉ não só acredita, mas já visualiza acontecer.
O conhecimento não pode servir para autopromoção em um meio onde a ignorância é por falta de oportunidade.
Quando uma decepção traz dor, as lágrimas nem sempre servem para se afogar, mas para expulsar o amargo do sofrimento, ajudando na renovação da alma e curando o coração.
A humildade é o alicerce para a construção de um sonho e o trampolim para se chegar a qualquer lugar.
A carreira de escritor é uma semente que se planta e vai regando todos os dias, até germinar, crescer e transformar-se em uma linda árvore; somente depois vêm os frutos, cujo sabor será agradável conforme a semente que se plantou.
