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VocĂȘ nĂŁo merece tanto amor assim. Mas o meu coração nĂŁo tem cĂ©rebro, sĂł sentimentos...

Mas sĂł de ouvir sua voz eu jĂĄ me sinto bem!

Na ingratidĂŁo deste mundo cruel, eu me sinto sĂł.
Sinto que tudo a minha volta parou, que as pessoas sumiram, que o sol e a lua nĂŁo brilham mais.
Estou nas trevas da tristeza. Pessoas importantes foram embora,e agora, a chuva nĂŁo molha mais o meu rosto, somente as lĂĄgrimas que nele rolam me lavam de dor.
Nem o sorriso de uma criança inocente é capaz de me alegrar. Nem o brilho do olhar do meu amor me faz feliz.
Mergulhei num mar de esperanças de te reencontrar, mas acabei me afogando nas profundezas da realidade que vocĂȘ nĂŁo voltaria, que me abandonou e se foi para nunca mais voltar.

"In memorian de Iracema Trajanoski"

Infeliz daquele a quem nĂŁo Ă© dado chorar; sĂł o pranto afoga a dor que a vontade nĂŁo vence destruir.

Eu sĂł preciso de vocĂȘ ao meu lado.

SerĂĄ que a gente consegue voltar a ser sĂł amigos? Vamos encarar, nas entrelinhas tortas a gente nunca foi sĂł isso.
(Eu sempre quis)

Eu só tenho me amado e me odiado. E só tenho me protegido e me abandonado. Tudo que eu tinha era eu mesma. Eu não tinha mais ninguém.

Creio que [Jesus] foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de då-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.

John Wesley
Works: Miscellaneous, vol. 5, 1831

Nota: Carta dirigida a um catĂłlico ("A Letter to a Roman Cathloic") - 18/07/1749

...Mais

"Todos jĂĄ amamos, mas sĂł sabemos que nĂŁo Ă© amor de verdade quando tudo acaba.
E se nĂŁo existir um cara?
Ou dois, ou trĂȘs, ou quatro, ou cinco?
E se o amor de verdade nĂŁo existir e estivermos com medo de admitir isso?
NĂłs nos produzimos, fingimos ser algo que nĂŁo somos, viramos nossa vida do avesso e nos perdemos em algo que sonhamos ser melhor do que o que achamos que somos.
E se aquilo que procuramos simplesmente nĂŁo existir?
Por que tudo tem que ser tĂŁo... apenas tĂŁo?"

"VocĂȘ namoraria o seu melhor amigo?"

Descubro cada vez mais que o paraíso são os outros. Vi num livro para adultos. Li só isso: o paraíso são os outros. A nossa felicidade depende de alguém. Eu compreendo bem.

Valter Hugo MĂŁe
O paraĂ­so sĂŁo os outros

É perdendo o apoio que a gente descobre que o resto do mundo não para só porque nosso mundo parou. A gente vai aprendendo a viver assim, na marra, no grito, no sufoco, no impulso.

SĂł quando vivemos um amor verdadeiro Ă© que percebemos realmente o quanto seria triste tĂȘ-lo deixado passar sem dele extrair sua essĂȘncia... e prefiro ter vivido um momento a passar a eternidade sem isso.

⁠Seja positivo, sempre.
NĂŁo sĂł por vocĂȘ, e sim por tudo e todos a sua volta.
Quanto mais energia boa vocĂȘ emanar, mais feliz vocĂȘ serĂĄ.

De ilusĂŁo em ilusĂŁo
até a desilusão
é um passo sem solução
um abraço

um abismo
um
soluço
adeus a tudo o que Ă© bom

quem parece sĂŁo nĂŁo Ă©
e os que nĂŁo parecem sĂŁo.

Vermelha de vergonha
Roxa de raiva
Azul de fome
Branca de susto
Hoje so deu isso na minha cartela de cores
Talvez amanha pinte algum amor.

O "pra sempre" sĂł deixa de existir quando vocĂȘ deixa de acreditar.

Sou grato por sua enorme capacidade de me olhar devagar, jĂĄ que nessa vida, muita gente sĂł me olha depressa.

VocĂȘ sĂł consegue entender uma pessoa de verdade quando vĂȘ as coisas do ponto de vista dela.

Harper Lee
O Sol Ă© Para Todos

SĂł por hoje

SĂł por hoje quero desaparecer...
Quero dar um tempo de mim mesma,
Quero anular meus sentimentos,
Dar um fim em todos meus pensamentos
Quero controlar todos meus impulsos
Apagar minhas lembranças,
Deixar de sonhar e nĂŁo mais existir

Quero poder fingir que nĂŁo estou nem aĂ­,
Quero o silĂȘncio profundo
Apaziguar o barulho
estrondoso que hĂĄ em mim
Fechar os olhos
e simplesmente nĂŁo sonhar
NĂŁo quero memĂłrias,
nem dores no coração
Não quero saber de ninguém,
Pois quero mesmo Ă© ser nada

SĂł por hoje quero a extrema solidĂŁo
Quero esquecer tudo que jĂĄ sofri,
Quero desapegar de tudo
NĂŁo quero reconhecer rostos,
NĂŁo quero saudades...
NĂŁo quero nenhuma palavra,
NĂŁo quero dĂșvidas e nem promessas
NĂŁo quero mais lĂĄgrimas escorrendo
por minha face,
Muito menos esse aperto no peito

Quero ter o direito de nĂŁo existir
De não amar mais ninguém
Quero ser omissa
Quero a ausĂȘncia de tudo
Cansei de mim...
Desisto de tentar ver tudo melhorar
Hoje quero desaparecer!
Desligar-me do mundo

Sou feliz sĂł por preguiça. A infelicidade dĂĄ uma trabalheira pior que doença: Ă© preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pĂȘsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer. – Levanta, Ăł dono das preguiças.