"As Boas Ações" Bertold Brecht

Cerca de 16259 frases e pensamentos para a busca por "As Boas Ações" Bertold Brecht;

A conclusão sobre ações da consciência o traumatico encontro com a realidade ambígua.
Nos faz existir dentro do possível paradoxo.
Cada paradoxo temos equações e equilíbrio de realidade no fato que teoria tenha base e fragmentos do do conhecimento reminiscência da virtude da compreensão inata do vemos.
O conceito inicial visto nas arestas da superfície inicial. Compreender mistérios da camadas superiores ao inferiores até o infinito vemos aglomerados de convergência, respostas mais perguntas no espaço continuo e tempo relativos ao Paradoxo inicial.

A boa reputação pode mascarar o mau caráter, mas as ações o revelam.

Talvez você não adore o diabo com palavras. Mas o adora com suas ações.

⁠Suas ações e atitudes durante a vida... são memoráveis e nunca morrem.

⁠Medo,
De alçar voo,ou da queda brusca.
O medo está nas duas ações,
A queda só acontece se o voo acontecer,
O voo pode acontecer sem queda.
A escolha é livre.

... tanto lá quanto cá,
tudo se manifesta como um processo
de descobertas, ações e ajustes contínuos,
cabendo a cada espírito não apenas limitar-se 
aquilo que já compreende e vive, mas, sobretudo, buscar o que, solícito e dedicado, possa 
ainda descobrir, assimilar e 
realizar!

“Nossas ações são reflexo do nosso zelo espiritual”

Autor: Ney Paula Batista

⁠Não há ações e reações tão Leves e Poderosas quanto as que pesam a consciência de alguém.

⁠Se o Papagaio se desapegasse das Narrativas e focasse nas Ações do João-de-barro, certamente viraria um baita Ajudante de Pedreiro.


Há uma diferença muito profunda entre repetir discursos e aprender com exemplos práticos. 


O papagaio domina a arte da reprodução; repete sons, frases e até opiniões sem necessariamente compreender o significado do que está dizendo. 


E, infelizmente, nós já estamos fazendo o mesmo.


Já o João-de-barro não faz discursos sobre trabalho, planejamento ou construção..  


Ele simplesmente constrói.


Vivemos em uma época em que muitos papagaios se transformaram em especialistas de quase tudo. 


Repetem palavras de ordem, slogans, frases de efeito e verdades emprestadas. 


Decoram narrativas inteiras e as reproduzem com impressionante fidelidade. 


Mas, quando chega a hora de erguer algo concreto — uma ideia, um projeto, uma solução ou uma ponte entre pessoas — a habilidade desaparece.


O João-de-barro ensina uma lição bastante silenciosa. 


Sua obra não nasce de discursos elaborados e inflamados, mas da prática persistente. 


Com tijolo de barro sobre tijolo de barro, ele demonstra que resultados costumam ser filhos da ação disciplinada, não da retórica sofisticada ou rebuscada.


O maior problema das narrativas é que elas podem criar a ilusão de competência. 


Quem fala muito sobre construção pode parecer construtor. 


Os que falam muito sobre coragem podem parecer corajosos. 


Quem fala muito sobre honestidade pode parecer íntegro…


Entretanto, a realidade sempre cobra a apresentação da obra.


Talvez uma das maiores armadilhas dos tempos modernos seja confundir a capacidade de comentar com a capacidade de realizar. 


Há quem passe anos analisando casas sem jamais colocar a mão na massa para levantar uma parede. 


Assim como há quem se torne mestre em discursos sobre transformação sem transformar sequer os próprios hábitos.


Talvez por isso essa reflexão se torne uma provocação tão incômoda. 


Se o papagaio deixasse de admirar as histórias que contam sobre o João-de-barro e observasse como ele trabalha, descobriria que o conhecimento mais valioso não está nas narrativas, mas nos processos. 


Não está no aplauso recebido pela obra pronta, mas na disciplina necessária para construí-la.


No fim das contas, o mundo precisa menos de ecoadores de certezas e mais de construtores de realidades. 


Porque narrativas podem impressionar por um momento, mas são as ações que permanecem de pé quando o vento das opiniões muda de direção. 


E é justamente nesse momento que se revela quem apenas repetia o que ouviu e quem realmente aprendeu a construir.

Ações coloniais
matam com fuzis,
Eu sou a arte que mata
com todas as cores,
Posso me vestir com
todos os tipos de mortes,
Porque sou a poesia
que mata com palavras.

⁠Todas as ações de Jesus tinham um sentido profundo. Curar um cego misturando barro com saliva e colocando-os nos olhos do homem era um desafio direto à ordenança judaica que proibia curar aos sábados misturando barro com saliva! (Mishnah e Shabbat 108:20). Comia sem lavar as mãos sob o olhar crítico dos fariseus, desafiando a tradição estabelecida por eles. Jesus se recusou curvar-se as pressões da religião. Era a revolução do Verbo Vivo. Jesus não teve medo de enfrentar aqueles que tentavam impedir que o Evangelho do Reino fosse instalado dentro das pessoas. Ele nunca deixou de anunciar as verdades do Reino por causa do ódio de seus inimigos. Por isso precisamos entender que Jesus não veio apenas como Messias para libertar o povo do pecado. Não veio apenas como Salvador, pagando a nossa dívida. Não veio apenas como Profeta, dando esperança aos oprimidos. Não veio apenas como Sacerdote, mediando os homens diante de Deus. Não veio apenas como Rei. Mas Jesus veio também como revolucionário, rompendo com o odre velho, para trazer o vinho novo. Sem esse rompimento do odre velho o vinho novo não chega. 

Quando a beleza das palavras ganha corpo na força das ações⁠, o discurso floresce em fenômeno. É onde o companheirismo cria raízes, a lealdade se torna abrigo e a sinceridade vira o solo firme onde crescem a irmandade e a amizade verdeira.

Antigamente, os políticos eram tão discretos
em suas ações e palavras que,
mesmo quando cometiam alguma corrupção,
o estrago, quando chegava ao conhecimento público… não se apresentava assim tão rápido... tão óbvio... e tão descarado...

Hoje, ao contrário,
a corrupção desfila pelas ruas
como se fosse rotina,
quase um costume socialmente aceito...

A diferença é gritante:
antes, ao menos, havia o sentido da vergonha.
Agora, perderam até o último vestígio de pudor.
Mesmo diante das evidências,
mesmo com o escândalo estourando
na cara do país inteiro,
continuam se exibindo
orgulhosos de suas próprias falcatruas.

Perderam a discrição,
perderam a vergonha,
perderam o mínimo senso de decência,
e ainda pretendem impor leis
que os protejam,
com a mesma naturalidade desonesta
com que cometem seus crimes.

Cínicos,
atuam como se o Brasil
devesse agradecer
por sua delinquência institucionalizada...

Parece até ...
que ser político virou sinônimo
de ser orgulhosamente criminoso
com licença de roubar
e sabe-se lá o que mais...

Essas atuações escancaradas e descaradas
contornadas de cinismos e deboches diante
da Constituição e dos eleitores devem ter um FIM.
✍©️@MiriamDaCosta

“A noite entrega o relatório ao anjo das ações feitas durante o dia”.

"Se você já se arrependeu de algo que fez no passado, reveja suas ações para não se arrepender do que está fazendo hoje no futuro."

"Comecei a dar cores à minha vida e as minhas ações deixaram de ser invisíveis."

"O que o torna rei não é a coroa, mas as ações reconhecidas pelo povo."

A realidade é vivida por ações e não sonhos. Nossos sonhos são importantes sim, porém, independente de quão grandes podem ser, são pérolas falsas, até que estes se transformem em ações.

Inserida por josianedesantana

O comprimento da medida dos seus atos é do tamanho de suas ações.

Inserida por Valdirdomiciano

O ser humano sofre bem mais pelas suas omissões do que pelas suas ações.

Inserida por Valdirdomiciano