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â Se vocĂȘ tem a oportunidade de sonhar, seja grato por isso, muitos apenas sĂł tem a opção de lutar para sobreviver.
VocĂȘ sĂł tem uma carta hoje, mas amanhĂŁ vocĂȘ pode encontrar outra. Mas se vocĂȘ desestir hoje, nĂŁo vai haver amanhĂŁ.Â
â O coração tava cheio, cheio, cheio
Não tinha espaço pra eu me apaixonar
Foi sĂł vocĂȘ me dar um beijo, um dengo, um cheiro
Pra chegar de vez e bagunçar
â Na rede social, Ă© sĂł mentira
Eu posto o contrĂĄrio da minha vida
Como Ă© que vocĂȘ superou a gente em tĂŁo pouco tempo?
Me ensina
â Feliz da pessoa que entende que Ă© melhor estar sĂł e em paz, do que permanecer com o coração lutando em uma guerra sem fim!
â "Por mensagem nĂłs sĂł discutimos, por ligaçÔes nos resolvemos e pessoalmente discutimos, resolvemos e nos amamos."
â VocĂȘ sĂł anda e tem a companhia de pessoas que escolhestes. Deus nĂŁo escolherĂĄ por ti.
Ele permite que a decisĂŁo seja sua...e as consequĂȘncias tbm.
Conselhos que servem para todos nós, desde as crianças aos anciãos.
Deus te abençoe.Â
Andrea TavaresÂ
O que anda com os sĂĄbios ficarĂĄ sĂĄbio, mas o companheiro dos tolos serĂĄ destruĂdo.
Pv 13: 20Â
â SĂł conhecemos verdadeiramente a nossa famĂlia quando conseguimos identificar o cheiro de cada um e o ruĂdo que cada um faz ao andar.
VocĂȘ tem o direito, o livre arbĂtrio e a liberdade de escolher morrer. VocĂȘ sĂł nĂŁo tem o mesmo direito, o livre arbĂtrio e a liberdade de levar a morte para quem quer viver.
"â â NĂŁo viva de passado, mais tambĂ©m nĂŁo se esqueça dele sĂł assim saberĂĄ se prevenir para nĂŁo cair nos mesmos erros, assim como e importante se lembrar da pedra que tropeçou no caminho para que nĂŁo torne a tropeçar na mesma"
â O sangue Ă© sĂł uma coisa vermelha que pulsa nas nossas veias.Â
A irmandade Ă© coisa multicolorida que pulsa na nossa alma...
â No fundo da cidade sĂł quem Ă© um sobrevivente dessa sociedade hipĂłcrita, doente
Sabe porque vim e estou a falar
Ă necessĂĄrio resistir e lutar a todo momento
Mas quando a vitĂłria chega Ă© merecida e ninguĂ©m pode roubar ou tomar posseâ
â RACHADINHA.
SĂł quem se da bem na vida sem ser importunado Ă© o FANTASMA este recebe super-salario sem ser importunado.
â As pessoas tĂȘm muitas motivaçÔes para seguir alguĂ©m, mas um soldado sĂł segue um homem por duas razĂ”es: sua competĂȘncia e sua integridade.
â Aliviar o stress
Quero um chinelo ao invés de um par de sapatos que só me calejam os pés
E desse modo a vida se fez de louca
Desdenhou da realidade com um doce na boca
â IMPOSTO EMBUTIDO NAS CALCINHAS
Juvenal era um cara que sĂł trabalhava duro. O coitado tinha mulher, quatro filhos, um cachorro e um papagaio. O dinheiro nĂŁo dava para nada. Para complicar tinha o raio do imposto no meio do caminho. Era como um pedregulho! Tomava o cafĂ© da manhĂŁ jĂĄ pagando imposto. JĂĄ nĂŁo passava manteiga no pĂŁo. Pra quĂȘ? Vinha recheado de imposto!
Um dia a mulher falou:
- Preciso comprar umas calcinhas, as minhas estĂŁo puro trapos. NĂŁo dĂĄ para viver assim homem!
Ele respondeu:
- Mulher, calcinhas pra quĂȘ? Anda sem calcinhas! Andar sem elas nĂŁo paga imposto, agora se vocĂȘ comprĂĄ-las elas virĂŁo etiquetadas com impostos, e vocĂȘ nem vai perceber. NĂŁo aguento mais pagar impostos. Comida tem imposto, diversĂŁo tem imposto, assistir televisĂŁo tem imposto... Para onde vai esse bendito imposto. JĂĄ sei. Vai para o Senhor Impostor! Ele deve ser o mais rico do mundo. O Senhor Impostor pega todos os impostos e ri da cara da gente! Ele come pĂŁo recheado de caviar.
E continuou o homem a falar:
- JĂĄ estou pensando atĂ© no imposto da funerĂĄria quando vocĂȘ morrer.
A mulher olhou espantada para o marido! Ela iria completar cinquenta anos, mas ainda era jovem e vistosa. Como pensar em morte? Gozava de boa saĂșde. O raio de homem! Estava doido! SĂł porque precisava de umas mĂseras calcinhas?
Pensou:
Juvenal estĂĄ ficando maluco! Ou quer que eu morra. Vou ter que andar sem calcinhas sĂł para economizar impostos para pagar o meu funeral? O homem enlouqueceu de vez!
Muito braba chamou o marido e falou:
- Escuta aqui Juvenal, que histĂłria doida Ă© essa? Quer que eu morra logo? Assim paga logo o imposto do funeral e fica livre?
O homem respondeu:
- Mulher pare de falar e pense. Na vida são impostos para tudo! Tudo vai para o Senhor Impostor. Dizem que ele faz melhorias para a população, mas é mentira! Fica com tudo para ele. Eu jå não uso cuecas e qualquer dia vou andar nu. Assim, não pago o imposto embutido na roupa. Que mal tem andar sem calcinhas? Ninguém vai saber. Só se contar.
O homem estava tĂŁo revoltado de dar dinheiro para o Senhor Impostor que havia uma completa recessĂŁo em casa. Todos estavam tendo que se abster de algo. Agora chegou a vez das calcinhas, ora!
Gritava com todos:
- Economizem ĂĄgua, economizem luz, comam menos, nĂŁo comprem roupas novas, nada de celular aqui, sĂł duas horas de televisĂŁo por dia, nada de ventilador ligado!
Juvenal estava tĂŁo estressado que teve um piripaque.
Foi parar em um hospital pĂșblico, Ă© claro, nĂŁo tinha plano saĂșde. SerĂĄ que o Senhor Impostor fazia alguma melhoria no hospital? Que nada!
Juvenal morreu por falta de medicação! E a mulher teve que se virar para pagar o funeral. Lå foi o imposto embutido no que tanto o homem jå estava preocupado.
E assim, a mulher teve que se virar com uma magra pensĂŁo. Os cortes em casa pioraram ainda mais.
Coitada! Passou a andar sem calcinhas.
â Para amar nĂŁo precisa esforço Ă© sĂł olhar com os olhos da alma e ver em qual lugar pode plantĂĄ-lo.
