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â "Nem sempre que os amigos se separam envolve falsidade. As pessoas tĂȘm ritmos, velocidade e sonhos diferentes"...
â A pandemia da "Covid-19", sĂł vai levar as pessoas, que nĂŁo optar pela disciplina da prevenção...
â O impossĂvel sĂł existe atĂ© o momento em que nĂŁo tentamos. A partir do momento em que a gente se arrisca, ousa fazer diferente, chegamos mais perto de ultrapassar grandes barreiras.
â No fundo a maioria das pessoas sĂł querem se manter presas as suas ilusĂ”es. Ă muito mais cĂŽmodo viver na ilusĂŁo, na mentira, do que enxergar a realidade.
â o caminho atĂ© aqui pode ter sido ĂĄrduo. mas quando a gente chega, no momento em que o sĂł nos resta por os pĂ©s no destino, nĂŁo fica a dor. fica simplesmente a conquista. quando a gente pĂ”e os pĂ©s no que atĂ© um minuto atrĂĄs era o desconhecido, por mais que os olhos demorem um pouco a se acostumar com aquilo que vĂȘ, quando finalmente acontece, vamos nos autoconhecendo. e autoconhecimento Ă© muito melhor do que descobrir qualquer outra coisa nessa vida. cada dor que vivemos passa a valer a pena. Ă© Ăłbvio que enquanto dĂłi parece que nunca vai ter fim e que estamos fadados ao fracasso, mas quando passa sobra, simplesmente, a certeza de aquela dor, aquele incĂŽmodo, aquela lĂĄgrima, foi exatamente o que nos fez ser quem somos hoje. eu nĂŁo sou feita das minhas vitĂłrias, talvez elas sejam o que menos me defina. eu sou feita de cada ato de resiliĂȘncia e antifragilidade que vivi. quantas vezes olhei pro cĂ©u e perguntei o que Deus estava esperando de mim... quantas vezes esbravejei nĂŁo merecer aquilo que eu estava vivendo. mas, ao meu ver, Deus Ă© Aquele que nos estima na medida exata, Ele sabe o tamanho do fardo que aguentamos carregar. e assim como um mĂșsculo que dĂłi por dois, trĂȘs dias, depois de um estĂmulo pesado, nĂłs tambĂ©m, doemos, doemos, doemos, e de repente estamos mais forte do que antes. de repente, o que doĂa ontem, nĂŁo dĂłi mais tanto assim. atĂ© a dor Ă© passĂvel de ser aprendida. tem um livro que diz que a principal arma do "Diabo" em nossas vidas Ă© o medo. com o tempo eu fui perdendo o medo da dor, eu quis superĂĄ-la e mostrar que quem manda sou eu. mas ao mesmo tempo tinha medo de vencer a dor e me tornar insensĂvel, e por vĂĄrias vezes desisti dessa briga. quem me conhece sabe, eu chorava por tudo e por nada. nĂŁo que chorar seja algo ruim, nĂŁo Ă© isso, mas eu nĂŁo chorava simplesmente pela emoção, eu chorava porque chorar era o que eu sabia fazer quando eu nĂŁo sabia realmente o que fazer. e hoje, o autoconhecimento tem me feito desbravar oceanos que eu jamais alcançaria enquanto o medo fosse o ingrediente principal da minha vida. e eu ainda quero mais, nĂŁo estou pronta pra nada... mas o principal fator do autoconhecimento Ă© reconhecer as pequenas conquistas do dia a dia. e eu absorvo cada conquista e agradeço: obrigada Deus por cada lĂĄgrima, riso, amigo, pessoa, que passou pela minha vida e me fez ser quem eu sou hoje - alguĂ©m que eu aprendi a amar, e amo, e admiro. e me amar tem sido uma das coisas mais legais que eu jĂĄ fiz por mim.
â Olhos sĂŁo janelas abertas para o interior de nĂłs mesmos. Delas sĂł somos capazes de enxergar o que estĂĄ dentro da gente.Â
â - ExperiĂȘncia experimental
Louquinho por si sĂł
NĂŁo precisa impulsionar
A linha que separa a sanidade da loucura, pode ser fina, vigiai
Não tem graça, não tem mågica
Ă chato, Ă© tolo, Ă© fĂștil, Ă© irracional
Mandar fumaça para dentro
à poluir o cérebro, que maldade
Por fim, nĂŁo gostei
Na verdade, odiei.
â Os desafios Ă nossa frente, sĂł serĂŁo insuperĂĄveis se nĂŁo os aceitarmos.Â
Nesta contenda a seriedade, a fĂ© e ação com determinação, serĂŁo fortes estratĂ©gias a serem consideradas.Â
Com tudo isto bem administrado, a superação serĂĄ apenas um detalhe.Â
(teorilang)
â Luta por mim!
E quando minhas mĂŁos nĂŁo puderem mais segurar
As suas mĂŁos nas minhas... NĂŁo Ă© pra soltar
Sei que nĂŁo estive sĂł, me resta confiar
Luta por mim!
â Existe um mundo invisivel, onde sĂł podemos acessĂĄ-lo quando vocĂȘ perceber que estĂĄ se tornando invisĂvel para esse mundo visĂvel aqui. Rosy Oliveira
â NinguĂ©m muda ninguĂ©m! NinguĂ©m tem esse poder de fazer algo tĂŁo grande pelo outro. O outro sĂł muda por vontade prĂłpria, quando sente a necessidade de fazer mesmo uma mudança. O outro sĂł pode mudar quando entender aonde estĂĄ errando e quando consegue aprender com esse erro. O outro sĂł muda quando tem a consciĂȘncia do porquĂȘ precisa mudar de fato.
â â "O resultado de uma disputa Ă© imprevisĂvel e nenhuma das partes fica ilesa. Portanto, sĂł deflagre um confronto quando nĂŁo houver outras alternativas para resolver o litĂgio ".
VocĂȘ sĂł precisa ir adianteâ
VocĂȘ nĂŁo precisa acreditar na minha verdade. VocĂȘ nĂŁo deve se contentar com apenas o que eu falo. VocĂȘ nĂŁo deve permanecer na superfĂcie. VocĂȘ nĂŁo deve se prender a algo que foi colocado pra vocĂȘ. VocĂȘ deve ir alĂ©m. VocĂȘ deve procurar ir mais a fundo, buscar a sua verdade. VocĂȘ deve buscar em vocĂȘ as respostas.
O que eu faço aqui Ă© apenas mostrar algo novo pra vocĂȘ, mostrar pontos diferentes. Meu intuito Ă© fazer que vocĂȘ comece exatamente a se questionar, a avaliar melhor. O meu intuito Ă© de que vocĂȘ transforme-se em um sentidor, que vocĂȘ perceba melhor o seu mundo, o mundo ao seu redor.
Para vocĂȘ buscar as respostas em vocĂȘ, Ă© preciso que vocĂȘ retorne ao seu caminho, ao seu centro. No seu centro, na sua essĂȘncia, Ă© onde mora toda a verdade, toda a sabedoria do universo. Mas para fazer esse caminho de volta Ă© preciso que vocĂȘ retire todos os detritos que vem impedindo que esse caminho seja livre. Ă preciso perder muitas coisas. Ă preciso perder o ego, as crenças, os valores, os preconceitos, que nĂŁo fazem parte de vocĂȘ, mas que estĂŁo em vocĂȘ.
E esse perder é o que nos causa mais medo. Passamos anos juntando, construindo valores, acreditando que nós somos isso, um amontoado de conceitos que foram colocados sobre nós. Acreditamos que se perdemos isso, estaremos perdendo a nós mesmos. Mas nós não somos isso, somos mais que isso. A nossa identidade estå além disso. Precisamos sempre ir além do que nos é colocado, só assim descobriremos a verdade, o nosso eu.
E quando perdemos, deixamos espaço para o novo, para o vazio. E Ă© nesse espaço que nĂłs nos encontramos. Ă nesse espaço que começa a surgir um novo. Um novo mais autĂȘntico, verdadeiro. Um novo mais sĂĄbio. Um novo onde mora a confiança.
VocĂȘ sĂł precisa ir adiante.
â E sĂł podemos ir adiante quando uma parte nossa acaba morrendo. Quando o nosso Eu antigo se desfaz, quando perdemos uma identidade que muitas vezes nĂŁo Ă© a verdadeira identidade.
