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Ser mĂșsico nĂŁo Ă© sĂł gostar de mĂșsica,falar sobre mĂșsica....Ser mĂșsico Ă© umï»ż estilo de vida.
Eu só quero olhar nos seus olhos e ter a certeza de estar fazendo a coisa certa ao ir embora. Partir assim mesmo, sem rodeios e sem medos. Estå na hora de cuidar de mim, cultivar outros sonhos, outras coisas, outras pessoas, outros mundos, outras esperanças, outras ilusÔes, outros amores... e outros fracassos, outros choros, outros dramas. E me reerguer novamente, e começar tudo de novo.
Um ambicioso Ă© capaz de tudo;
Vender a påtria só por causa da sua ambição e dos seus interesses individuais;
NĂŁo sei se um ambicioso muda;
A minha experiĂȘncia prova que nĂŁo;
Muda de tåtica, mas não elimina a sua ambição;
UM AMBICIOSO Ă CRIMINOSO AO MESMO TEMPO
Se for preciso arriscar... nĂŁo importa que fique sĂł, se Ă©
necessĂĄrio mudar... que seja para melhor.
SĂł palavras nĂŁo me satisfazem;
Passou essa fase e esse tempo jĂĄ foi;
O que ainda posso acreditar Ă© nelas, nas atitudes.
Parei de me comover com coisas fĂșteis;
VocĂȘ sĂł me serviu disso, sĂł pra me fazer abrir os olhos.
Pras verdades e nĂŁo acreditar em qualquer um.
O melhor de tudo isso foi que me desapeguei de um jeito fantĂĄstico.
"Somos experiĂȘncias de nos mesmos, um laboratĂłrio humano.
Nessa vida que sĂł nos observa, mutamos e transmutamos dentro dos nossos prĂłprios pensamentos e neuroses."
"Daà a jovem resolveu criar um mundo só pra ela, no qual ela não precisasse desses mil e uns julgamentos e achismos de terceiros, mesmo que estes terceiros sejam pessoas no qual ela goste. E foi julgada por isso. Resolveu viver o mundo que todos vivem, saiu, festejou, conheceu outras pessoas e também foi julgada por isso. Então voltou ao seu mundo, ficou com seus pensamentos, deixou a passagem entreaberta e ås vezes saia, mas preferiu ficar ali, consigo e suportando os mesmo julgamentos, só que sem muito se importar, porque sabia que não serviria de nada, absorver informaçÔes de quem não conhecia seu interior
Os vĂcios sĂł fazem mal mesmo para quem os possui...o importante mesmo em nossa vida Ă© nĂŁo desejar o mal do prĂłximo.
Eu me sinto tão só, sinto tanta necessidade de carinho e atenção. Eu me sinto tão vulneråvel å qualquer gesto de carinho. Sinto vontade de mais quando recebo um. Como um cachorro pedindo pra brincar mais um pouco. Desconcertante comparação, mas é a triste realidade de alguém que vive só.
De repente, enlouqueci. JĂĄ nĂŁo era mais eu, sĂł as minhas estranhezas tomando conta de mim. NĂŁo iria resistir e nem queria. Me permiti chorar, espernear, me jogar no chĂŁo, me libertar... Me libertar de tudo aquilo que as pessoas tinham pra mim, da angĂșstia. NĂŁo me prendia mais ao tempo, era alma e espĂrito vagando na imensidĂŁo dos meus sonhos. Preso no meu mundo por que assim quis. E Ă© bem assim que eu vou ficar, aqui mesmo. HĂĄ uma graça em enlouquecer e, melhor ainda, hĂĄ uma razĂŁo em tudo isso. Gritar, gritar e gritar atĂ© perder a voz, e nĂŁo ligar para as opiniĂ”es alheias. Viver enlouquecido, essa Ă© a minha missĂŁo daqui pra frente.
