Dia Nacional do teatro

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​"Um dia, restará apenas você e a sua mente. O que se passa por aí?"




​Quando somos jovens, a vida parece ser mais leve e divertida, rodeada de amigos e focada no mundo externo. Já quando amadurecemos, com o peso das responsabilidades que a vida nos traz, passamos a ter mais tempo com a nossa própria companhia e nossos pensamentos. Aprendemos, finalmente, a viver no nosso mundo interno.

"Um dia, restará apenas você e a sua mente. O que se passa por aí?"

Cada dia é um dia diferente. Precisamos entender que fomos enviados para as lutas constantes.

Viver é assim, um dia de cada vez e uma história para contar. Cada tropeço, um avanço. Cada luta, uma vitória e cada momento, uma celebração.

O Dia do Poeta é um dia de celebração. Celebramos com aqueles que tem sensibilidade, ternura e sentimento em palavras. O Poeta tem a missão de despertar aos seus leitores o que eles têm de mais belo e mais sublime. Despertando a consciência e lembrando que as palavras têm poder de transformação e cura. Onde há poesia, há esperança e vida.

Bom dia!


Se Deus disse que podemos, então podemos; iremos em frente sem temer mal algum.


Filipenses 4.13

Prezados(as): se é preciso, todo santo dia, conquistar alguém que você chama de “seu” ou “sua”, então você não conquistou #@$💀 nenhuma.

AMAMOS, MESMO SABENDO QUE UM DIA SERÁ SAUDADE

Talvez uma das maiores coragens humanas seja amar sabendo que podemos perder. Sabemos disso desde o princípio, embora quase nunca tenhamos coragem de dizer em voz alta. Quem chega pode partir. Quem abraçamos hoje talvez amanhã exista apenas na memória. A voz que agora escutamos poderá um dia transformar-se em lembrança, e aquele rosto que conhecemos de olhos fechados talvez passe a habitar somente o território silencioso da saudade. Mesmo assim, amamos.
E talvez seja justamente nisso que o amor revele sua grandeza.
Porque amar nunca foi possuir. Possuir é desejar permanência; amar é compreender a impermanência e, ainda assim, permanecer enquanto for possível. Há uma espécie de loucura consciente no amor: entregamos partes de nós a pessoas que o tempo não prometeu conservar. Construímos casas sabendo que envelhecerão, fazemos planos sabendo que a vida poderá interrompê-los, criamos lembranças sabendo que algumas delas um dia doerão. Beijamos como se houvesse eternidade, embora saibamos que somos feitos de tempo.
E por que fazemos isso?
Porque talvez o contrário da perda não seja a permanência. Talvez seja nunca ter amado.
Quem tenta proteger-se de toda perda precisa proteger-se também de todo vínculo. Para jamais sentir saudade, seria necessário jamais ter alguém de quem sentir falta. Para nunca sofrer uma despedida, seria preciso nunca experimentar verdadeiramente um encontro. Para impedir que o coração se parta, teríamos que impedir também que ele se abrisse. E que espécie de vida seria essa?
Talvez seja por isso que o amor seja tão profundamente humano. Ele não exige garantias para existir. Ama-se sem contrato com o amanhã. Ama-se uma mãe sabendo, ainda que não queiramos pensar nisso, que um dia seu abraço poderá nos faltar. Ama-se um companheiro sabendo que nenhuma promessa pode derrotar completamente o tempo. Amam-se os filhos sabendo que eles crescerão, partirão e construirão caminhos onde talvez já não sejamos presença cotidiana. Amam-se amigos sabendo que a vida espalha pessoas por cidades, distâncias e destinos diferentes. Ainda assim, continuamos dizendo: fique. Venha. Sente-se ao meu lado. Conte-me sobre seu dia.
Isso é extraordinário.
Talvez Viktor Frankl estivesse certo ao perceber no amor uma das grandes possibilidades de sentido da existência. E talvez C. S. Lewis também compreendesse que amar nos torna vulneráveis justamente porque aquilo que realmente importa pode ferir-nos quando desaparece. Não existe amor profundo completamente protegido da dor.
Por isso não considero a saudade uma inimiga do amor.
A saudade é uma de suas consequências.
Só sentimos profundamente a ausência daquilo que um dia teve presença dentro de nós.
E há algo ainda mais difícil de aceitar: às vezes perderemos tudo.
Perderemos juventude, lugares, objetos, certezas, pessoas. Um dia outros entrarão nas casas onde vivemos. Nossos passos desaparecerão dos corredores. Nossos nomes serão pronunciados cada vez menos. O tempo continuará fazendo aquilo que sempre fez: passando.
Mas existe uma pergunta que o tempo não consegue responder por nós:
enquanto tivemos, nós amamos?
Talvez essa seja uma das poucas perguntas verdadeiramente importantes.
Não quanto acumulamos.
Não quanto conseguimos preservar.
Não quantas vezes vencemos.
Mas quanto estivemos presentes enquanto aquilo que amávamos ainda estava diante de nós.
Porque existe uma tragédia maior do que perder: perceber tarde demais que tivemos alguém ao nosso lado e não soubemos estar ali. Guardamos palavras para depois. Adiamos abraços. Economizamos “eu te amo”. Deixamos para amanhã uma conversa que pertencia a hoje, como se tivéssemos recebido alguma garantia secreta de que o amanhã nos seria concedido.
Não recebemos.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja urgente.
Não uma urgência desesperada, mas consciente. A consciência de olhar demoradamente para quem amamos. De escutar um pouco mais. De perdoar quando for possível. De dizer aquilo que precisa ser dito enquanto ainda existem ouvidos para ouvir. De abraçar enquanto ainda existem braços capazes de nos devolver o abraço.
Amar é aceitar silenciosamente uma verdade terrível e maravilhosa:
isto pode acabar.
E, em vez de fugir por causa disso, aproximar-se ainda mais.
Talvez a grandeza do amor não esteja em vencer o tempo.
Talvez esteja em dar sentido ao tempo que nos foi dado.
Porque no final talvez percamos muitas coisas que julgávamos nossas.
Mas aquilo que verdadeiramente amamos terá participado daquilo que nos tornamos.
E então compreenderemos que algumas pessoas podem partir de nossas mãos sem jamais partir completamente de nossa existência.
Elas permanecem na maneira como falamos, nas coisas que aprendemos, nos gestos que repetimos sem perceber, nas histórias que contamos, nas músicas que ainda nos comovem, nas palavras que herdamos e até naquele silêncio inexplicável que às vezes chega quando uma lembrança atravessa o coração.
Talvez seja isso que reste quando tudo parece perdido.
Não a posse.
Não a presença.
Mas a transformação.
Amamos alguém e nunca mais somos exatamente a mesma pessoa.
Por isso continuamos amando, mesmo sabendo que um dia poderemos perder aquilo que amamos.
Porque a alternativa seria atravessar esta breve existência intactos, protegidos e vazios.
E talvez a maior derrota de uma vida não seja terminar com o coração marcado pelas pessoas que amamos.
Talvez seja chegar ao fim com o coração perfeitamente inteiro porque nunca tivemos coragem de entregá-lo.

Um dia, todos iremos morrer.




Um dia, todos iremos morrer.
Mas não sabemos ao certo o dia,
a hora ou sequer os minutos.
A vida é feita de momentos imprevisíveis,
e o amanhã é um mistério aos nossos olhos.


Há coisas que não podemos prever,
caminhos que não sabemos onde irão terminar
e despedidas que chegam sem avisar.
Só Deus conhece aquilo
que para nós é imprevisível.
Por isso, enquanto houver vida,
que saibamos amar, perdoar,
abraçar e valorizar cada instante.


Porque o tempo passa,
os momentos se tornam lembranças,
e um dia, sem sabermos quando,
a nossa caminhada chegará ao fim.

Bom dia, meu amor!
 
O sábado chegou mansinho, feito para ser vivido ao seu lado. Que hoje o tempo desacelere, que não faltem bons momentos, risadas sinceras e aquelas histórias que fazem o coração sorrir mais forte. Cada instante ao seu lado é o que torna qualquer dia — e especialmente este — perfeito. Que o nosso sábado seja leve, doce e inteiramente nosso. Te amo!

Nada como um sorriso: uma pequena luz capaz de aquecer a alma e transformar o dia.

“Certifique-se de tornar único o dia que lhe foi dado. O ontem deixou de nos pertencer, o amanhã ainda não é nosso; resta-nos a plenitude do agora.” — Leonardo Azevedo.

"Um homem em movimento um dia encontrará sua sorte. A estrada favorece um viajante."

Se um dia pudesses ser
aquilo que um dia imaginei,
ainda assim não serias tu,
serias apenas o sonho
que antes de ti inventei.


Porque o que imaginei
cabia inteiro nos meus pensamentos,
mas tu chegaste sem caber
em nenhuma medida,
em nenhum desejo,
em nenhum dos meus intentos.


Se fosses exatamente
aquilo que um dia sonhei,
talvez eu te admirasse,
talvez até te amasse,
mas jamais te reconheceria
como única e especial.


Pois foi justamente o inesperado,
o que não previ,
o que não desenhei,
que fez de ti alguém
que nenhum sonho meu
jamais conseguiria ser.


E talvez seja essa a beleza:
não seres aquilo que imaginei,
mas aquilo que jamais soube imaginar e, ainda assim,
a única pessoa
que meu coração escolheu reconhecer.

REFLEXÃO DO DIA!


O impossível não é somente uma
questão de opinião, mas sim,
um pensamento fracassado daqueles que não acreditam, não
buscam e não têm fé.


Viana Filho

Cada dia mais jovens sem propósitos dão créditos à Satanás: namoro fácil e profano, tecnologia da interminável diversão e sem propósito e a falta de visão quanto ao futuro sofredor sem valor da vida no presente.

Proceda em conhecer cada dia mais as suas qualidades, boas ou más, pois achará outras pessoas inspiradas com as mesmas empatia, relevância e aspirações.

Seja qual for o dia da semana, pense nas horas do dia, pois o calendário do tempo de suas atividades não espera acontecer sozinho e sem a sua iniciativa.

⁠A vida vem com uma surpresa e algum dia ela nos ensina a última lição: sofrimento na aprendizagem em prol de um forte propósito ou separação súbita de tudo quanto amamos.

Cada dia que passa muita gente não gosta de pôr as mãos na massa; daí já podemos sentir quem é que fracassa.