đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
finalmente
sĂł
finalmente
uma noite
tranquila
finalmente
uma manhĂŁ
calma e clara
finalmente
um sono
sem fantasmas
As vezes de tanto perguntar nos cansamos por não ter respostas ; jå não sei mais nada sobre nada, só sei que a vida é tudo quanto estamos vivendo e que o amor vai além do muitos pensam...
Só me surpreende quem chama atenção a si mesmo, pois jå conheço todos os passos, sendo assim surpreenda-me sem temer ao fracasso.
SĂł por hoje,
Sentei-me, como quem conversa consigo mesmo ali de canto sĂł observando.
Nem contas fazia eu do tempo.
Era tarde morna, abafada de um mormaço tĂpico da estação.
Queria eu apenas vislumbrar oque passava pra lĂĄ e pra cĂĄ.
Sem medir, nem comentar, nem perguntar.
Apenas me deixar ir na onda da emoção.
Naquele instante só pensei em mim, era um estado de completa adoração interior sem culpa, sem melancolia ou mågoa.
Contei nos dedos os segundos de olhar pĂĄlido e estĂĄtico.
Naquele instante nĂŁo era eu.
Fiz conta apenas da contemplação.
Porem naquele nano segundo me vi absorto! Oque estava eu a observar se tudo estava turvo, nĂŁo assimilei se quer o tempo, era como se eu estivesse apertado o ``PausaÂŽÂŽ.
Minha mente que ora estava frenética sentiu desejo de ainda que em breve estagnar-se para logo em seguida refeita continuar a medir o tempo de viver.
Só sei que naquela breve sinapse refiz uma nova estratégia de viver.
E me vi diante do nada que me fez ver que até dele sou tudo.
SĂł por hoje preciso refazer-me.
As vezes sĂł queremos atenção, e Ă© ai que surge a tensĂŁo...logo por algo tĂŁo minĂșsculo na imensidĂŁo.
O futuro pertence ao tempo, nele iremos encontrar muitas sensação nunca vividas, prazeres no qual só podemos entender quando virar passado.
Se nasci ou vivi poeta, nĂŁo sei, mas sei,
Hei-de morrer como os poetas,
Triste, sĂł e vencido!
SĂł me resta aceitar o meu destino ...
Os olhos sĂł devem chorar
Quando a dor nĂŁo tiver tamanho!
à aà que tudo começa ...
Ă aĂ que tudo termina ...
As lĂĄgrimas viram pĂł
E os olhos ficam secos
Como a terra ĂĄrida dum deserto!
Nada fica! Tudo morre!
Até a morte se esvai ...
SĂł eu fico nesse fundo que nĂŁo
Sabia!
