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Sou politicamente incorreto, não vivo de tradições para fazer outros felizes, primeiro tenho que me sentir feliz, aí sim, estando feliz, poderei fazer alguém feliz!
se hoje vivo no mundo de magoas é culpa minha....
foi fundo nesse amor....
me entreguei completamente .....
me entreguei pro abismo....
Vivo esperando e procurando
Um trevo no meu jardim
Quatro folhinhas nacidas ao léu
Me levariam pertinho do céu...
E ás vezes confesso vivo em constante confusão
Sinto falta de algo..falta de alguém
Mas quando ele aparece..sinto falta de mim mesma...
O Mar
Eu vivo num labirinto não muito distinto
Do grão, do chão, do vão
Um labirinto sem fim, antes de mim
Que sem explicação espedaça meu coração
Que com fel amarga meu céu
E me chega um ser sereno sozinho do norte que sabe onde é o caminho
E diz que eu siga sozinho
Pelo labirinto não muito distinto do mar.
Eu vivo por você
Vivo pra te ver feliz
Você me dá forças para continuar
Vivo a te amar
Vivo a te admirar
Vivo a seguir seus passos
Por onde quer que você vá
Eu sempre estarei ali
Para que você tenha forças
Para continuar a caminhar
Por longos caminhos
Mas que te levem a lugares altos
Porque uma pessoa como você
É para estar sempre no topo
Sempre que você cair
Eu estarei ali para te ajudar
A se erguer novamente
E então continuar seu percurso
O escritor é o único produtor de lixo que, estando morto, produz mais lixo do que quando estave vivo.
Esse amor me devora,
tira de mim tudo aquilo que me mantêm na realidade
,vivo sonhando acordada
Desejando seu beijo,mas evitando seu olhar
Não tenho o controle sobre mim
Se você está comigo meu coração dispara
Perco a fala fico sem ação
fico embriagada de um felicidade
como se o mundo não me importa-se
Mas basta que se acabe o silêncio
Para eu voltar a realidade
e me perder de novo ,do meu mundo perfeito!
Meus romances são para quando eu vivo, pois assim posso responder às críticas... já meus poemas, estes são para quendo eu morto, pois só falam bem de defuntos, e afinal: os santos do povo existem apenas na porcelana das igrejas, ou no bronze das praças e não andando pelas ruas, girando uma caneta entre os dedos.
