đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Aprendemos muito com as pessoas, coisas boas e ruins. Mas aprendi que só devemos ficar com, aquilo que nos faz se sentir bem e aprendi também que nem tudo é como queremos ou desejamos.
Se hoje nĂŁo conseguirmos realizar o que pretendĂamos fazer, amanhĂŁ acorde mais cedo e tente novamente.
AtĂ© conseguir alcançar seu objetivo, chegue onde as pessoas nem imaginavam que vocĂȘ iria chegar, mostre a elas que somos capazes de fazer aquilo no qual desejamos.
E quanto menos pessoas souberem de seus planos, mais chances eles tem de darem certo.
Seja como a åguia tenha visão e perseverança, quando tudo parecer estå dando errado.
Lembre - se que, nessa vida tudo Ă© aprendizado e sĂł devemos ficar com o que nos faz bem.
SĂł falta amor
O que faço com esse sentimento que machuca, sinto-me vazio de esperanças, parece que os sonhos perdem o brilho quando esse vazio toca na alma, procuro uma solução, mas os cantos do meu apartamento jĂĄ me conhecem e silenciam perante minhas lĂĄgrimas, como nĂŁo sentir a maldade nos ossos quando elas sĂŁo espadas afiadas colocadas nas mĂŁos das pessoas que mais amamos, minha Ășnica alegria Ă© saber que posso mudar a mim mesmo, e me entristeço por saber que de tantas mudanças que tive dentro de mim, nenhuma foi o bastante, amei demais, suportei as larvas que me devoraram a ponto de sentir minhas folhas caindo, mas ninguĂ©m percebeu que meus ramos floriram na primavera, somente perceberam que caĂram no outono, nĂŁo sou o que pensam, nĂŁo sou o que acham, nem o que me fizeram, sou apenas um ser buscando o sorriso que a muito levaram, sou aquele a quem deixaram as lĂĄgrimas como herança, a solidĂŁo como companhia, sou homem, nĂŁo sou igual, nĂŁo sou todos, sou uma pessoa entre bilhĂ”es que amou demais, que viveu para se doar, e foi se doando que recebeu a dor da saudade e da solidĂŁo, jĂĄ nĂŁo sei mais para que canto correr, jĂĄ nĂŁo sei para que braços devo pedir um abraço, se os abraços que queria nĂŁo foram sinceros, machucaram e feriram meu peito mĂĄsculo com a frase cĂ©lebre "vocĂȘ Ă© homem", como se homem nĂŁo tivesse sentimento, vi meu mundo desabar como se nĂŁo tivesse mundo para desabar, tive que aprender a conviver com a insĂŽnia e a incerteza dos dias de felicidade que hoje minhas rugas me informam que pode estar logo ali, amanhĂŁ, um dia, ou na esquina, mas nunca sei, entĂŁo vago pela noite, procurando algo que nĂŁo sei, pois tudo que eu sabia levaram de mim, passo os dias escondido do sol, ou procurando a chuva para que ninguĂ©m perceba minha feição desconhecida de velho homem se minha velhice nem chegou ainda, as mĂŁos que um dia afagaram a face do maior amor que tive hoje somente molham-se enxugando as gotas do oceano que vazam pelos meus farĂłis que nĂŁo brilham mais como antes, nĂŁo posso ter medo de amar, nĂŁo posso parar de andar, nĂŁo posso parar de pensar, mas nĂŁo sei quando vou poder amar sem medo, andar sem pressa, pensar sem preocupar-se, essa vida Ă© uma incerteza, nĂŁo sabemos nada dela e por nĂŁo saber nos tornamos criminoso e vĂtima, um dia vou embora de onde jĂĄ parti, e vou deixar para traz o que nunca tive, vou pedir a herança que nĂŁo tenho direito, vou fazer as malas que nĂŁo sĂŁo minhas, calçar os calçados que nĂŁo sĂŁo meus e pegar a estrada que nunca andei, quem sabe ela me leve pra onde eu nunca pensei em estar, talvez seja isso mesmo, sĂł falta coragem, sĂł falta tudo, sĂł falta o amor que me levaram.
Lama, lama; ferro,ferro
AĂ vocĂȘ olha para trĂĄs e sĂł vĂȘ lama... Muita lama!
E corre, corre, corre... Corre o mais rĂĄpido que pode.
Seus passos parecem lentos, facilmente suplantĂĄveis!
VocĂȘ sente que a qualquer momento serĂĄ alcançado,
entĂŁo corre ainda mais rĂĄpido. Corre sem olhar para o passado.
Porque sĂł tem aquele instante de segundo para se salvar.
E todo o resto, naquele exato momento, nĂŁo importa.
De verdade, nĂŁo importa!
NĂŁo importa quem errou e de quem Ă© a culpa,
se vocĂȘ nĂŁo sobreviver para contar a histĂłria.
Enquanto corre, vĂȘ o vulto das ĂĄrvores tombando a seu lado
e os påssaros em revoada esquivando-se de toda aquela desgraça.
VĂȘ, vĂȘ nĂŁo! Escuta, sente, se aterroriza... Sofre.
Sem poder reclamar ao perceber os passos dos seus amigos de infĂąncia
(atrasados na fuga repentina), sendo engolidos um a um pela lama
e subitamente silenciados, sem chance ou possibilidade de defesa.
Vivencia o angustiante desespero momentĂąneo
que invade e toma conta de todo o seu corpo instantaneamente,
fazendo acender ao mesmo tempo sua gana pela vida.
VĂȘ a vida inteira passando bem diante de seu nariz e imagina...
Se serĂĄ essa, a sua Ășltima chance; se serĂĄ essa, a sua Ășltima vida.
Da lama ao caos, em segundos de desespero, vocĂȘ se salva
e ainda torna-se expectador primeiro de todo aquele pesadelo.
Antes, impensĂĄvel! Agora, exemplo de como o homem tem sido cruel
e desumano consigo mesmo, com seu semelhante e com a natureza.
Ă o bicho homem (irracional) sedento por mais capital,
cego para a vida humana, predando cruelmente tudo que tenha vida (ou nĂŁo).
Presas encarceradas Ă s margens de uma represa (de rejeitos, de maldade),
Aguardando o bote final, o momento derradeiro de serem vitimadas.
E se a montanha tremer novamente Ă© melhor estar preparado!
Para correr pra ruas com cartazes e organização, mobilizando, mobilizado
travestido de predador, nĂŁo de presa, de leĂŁo.
E Ă© melhor levar junto consigo uma manada,
um bando de gente informada, que briga com a faca nos dentes,
contra toda essa gente que mata e destrĂłi, consome e corrĂłi por dinheiro.
Molotov's e resistĂȘncia, talvez sejam necessĂĄrios em algum momento.
Quando tudo isso passar e vocĂȘ estiver a salvo no alto do morro,
antes mesmo de a poeira baixar e as mĂĄquinas voltarem a operar
- em seu modo mais embrutecido,
verĂĄ que o monstro ainda tem muita fome e nĂŁo pretende se calar.
Verå que os mistérios de Minas Gerais se misturam com o dinheiro sujo
do minĂ©rio extraĂdo das montanhas,
transformadas num piscar de olhos em pĂł, todos os dias, hĂĄ anos.
VerĂĄ que antes mesmo de a vila se refazer o monstro migrarĂĄ em silĂȘncio
se mudarĂĄ para outro sĂtio, em busca de mais minĂ©rio
de mais dinheiro de mais vidas.
Sem se importar com a natureza, com as pessoas, com suas memĂłrias.
Eu quero olhar para vocĂȘ como te olhei pela primeira vez, quero sentir seu calor sĂł mais uma vez, eu fico longe e perto e sempre me perco de uma vez, eu conto os dias as horas sĂł pra te olhar mais uma vez
Quando fico longe eu me perco e nĂŁo sei onde me encontro sei lĂĄ sĂł quero te ver mais uma vez...
Eu jĂĄ nĂŁo sei onde estĂĄ mas eu sĂł quero te olhar mais uma vez
Aprecio tudo o que Ă© simples
nĂŁo gosto de coisas complicadas...
PARA SER FELIZ SĂ BASTA
Um carinho aqui,
Um sorriso ali,
e tudo vai se docificando ao nosso redor.
SĂł queria que soubesse, que todas as noites em penso em nĂłs, no meu amor por vocĂȘ e no seu por mim. E entĂŁo peço a Deus para que tudo isso nunca tenha fim.
Pedacinho da gente!
Não é só uma criança,
Pequenina, indefesa e inocente,
Não é só um berço que balança,
Um pedacinho da gente,
à um ser humano em formação,
Um pequeno coração,
Que sĂł precisa de uma mĂŁo,
Uma difĂcil geração, nĂŁo Ă©?
Um pequeno, uma pequena,
Que jĂĄ sabe o que quer,
Que jĂĄ sabe de tudo,
Mesmo ainda nĂŁo sabendo nada,
Não são apenas crianças,
Pequeninas, indefesas e inocentes,
SĂŁo nossos filhos,
Portadores da esperança,
Da fé que o berço balança,
Amor incondicional,
Sem limites,
Amor que a gente sente,
Por um pedacinho da gente.
https://m.facebook.com/rascunhosescondidos
Esse amor que me abala, esse meu jeito de viver a vida intensamente sĂł me faz acreditar que o amanhĂŁ nĂŁo existe.
A vida Ă© cheia de problemas. Sou atĂ© preocupado com alguns, mas sĂł me preocupar nĂŁo os resolve. Tenho que agir para resolvĂȘ-los.
" Assim vou de boa remando um oceano onde so tenho uma ancora de solidão, esperando a maré da felicidade me carregar pra esse mar de paixão..."
SĂł o amor a Deus, a nĂłs mesmos e Ă s pessoas, pode arrancar de dentro do nosso coração tudo que Ă© ruim, por isso, bem cedo aprendi esta lei imutĂĄvel e com ela aprendi a perdoar as pessoas que me apedrejam. - este Ă© meu exercĂcio diĂĄrio. - Shalom Adonai!
