Jean la bruyère

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Te amo de longe,
Pois essa distância
Me desmancha,
E com esse amor me
Chama p'ra perto de você.

Que me fascina,
Me vicia,
E me deixa sem entender...
Como é que de tão longe
Eu consigo te ver, sentir e te querer??

Eu estou sem paciência...
Já não é saudade,
É abstinência

Inserida por Jean_Quintino

O teu amor me pegou
Tão de repente e
Me guiou,
Pois segui o teu olhar.

O teu amor me refez,
Me iluminou,
E me satisfez,
Com toda essa atenção.

O teu carinho me tirou do abismo,
E me jogou fundo nesse amor.
Mergulhei tão fundo...
E o mais incrível?
Sem temor.

Inserida por Jean_Quintino

Nessa terra fria,
Eu não vou me calar.
Tanta gente carente de
Carinho, de fome e
De lar.

Tanta gente que perambula,
Que vive sem amor.
Tanta gente que é maltratada,
Que se cobre,
E vive da dor.

Tanta gente sem apoio.
Tanta gente se matando.
Será que você não enxerga,
Que o mundo ta acabando??


Vc tá vivendo sua vida,
E esquecendo à do irmão.
Que tal ser mais humano,
Pregar o amor,
E à união?
Que tal ser consciente,
Ajudar,
E dar a mão?

Nosso mundo está doente,
E me preocupa o futuro...
Será que daqui à 100 anos,
Nosso país estará curado?
Mais robusto?

Eu não perco a esperança,
Pois já diz o ditado:
"Sou Brasileiro e não desisto nunca."
Porém,
Estou deveras, preocupado.

E como Renato Russo
Eu fico a me intrigar...
"Que país é esse??"
Isso tem,
Deve,
E se alguém um dia permitir...
Mudará.

Inserida por Jean_Quintino

Não é um equívoco,
quando digo que me superei.
Esse ano eu vive,
Sorri,
chorei.
Me superei, pois
diante do abismo
Não desisti.
E muito menos
Me joguei.

Um amor me aconteceu.

Aa... Mas que amor....

Esse amor me libertou,
Me levantou,
E me guiou.
Me deu a mão
No escuro.
Me refez,
Me fisgo.
Me deu um mundo
Mais bonito,
Sem solidão,
Sem dor.

Como sou grato a esse amor...
Que fez/faz tudo por mim
Por favor,
Fique comigo,
Até o
Fim...

Inserida por Jean_Quintino

Nesse momento árduo,
Que minha mente se divide.
Me bate uma baita indecisão...
E agora?
Ouvirei o amor?
Ou a razão?

Deveras,
Não sei o quer fazer...
Meu corpo chama por cama,
E meu coração clama por você.

É... Mais uma noite,
Velei,
Pensando em você.
É difícil de enxergar,
Imagina sentir
E entender??

Agora chega,
Já sei o que fazer...
Vou seguir o amor,
Quem sabe,
Um dia,
Uma noite,
Num viver,
Eu consiga ver,
Sentir,
entender...

Inserida por Jean_Quintino

Os únicos amores cabíveis são os inacabáveis.

Inserida por jacm

Arrisque, persevere e nunca desista! Lute por aquilo que acredita!

Inserida por IASaturnRobot

O ruim de se estar com raiva é que você coloca para fora coisas que deveria ter colocado quando se estava feliz.

Inserida por Theviajante

Lembro ate hoje o dia que te vi pela primeira vez,o dia em que começou a minha felicidade,dia que eu me senti a pessoa mais feliz que existe;

Só de lembrar abro um sorriso besta no rosto,sorriso esse que não quero perder tão cedo, não sou a melhor pessoa do mundo,mas tento dar o meu melhor por ti;

Tudo aquilo que senti no momento que eu te vi,guardei para nós,lembra aquele dia que a gente se encontrou,foi o dia que me senti bem de verdade por estar ao teu lado;

Foi ali que começou um novo eu,vê aquele rosto lindo me olhando e sorrindo,percebi que ela é a pessoa perfeita para mim,sinto saudades todas as noites.

O tempo passa rápido,quando menos esperamos aquela pessoa já não é mais a mesma de uns tempos atrás,deixa-la ir é melhor que prende-la a um amor não recíproco;

Vai doer? Todos nós se perguntam isso antes de vê a pessoa que nós amamos indo embora,dias melhores viram pessoas melhores viram,o tempo dirá tudo;

O tempo é uma coisa inexplicável,estamos triste por vê pessoas partindo,e quando menos esperamos aparece alguém que nos muda de um jeito que só o tempo explica.

Inserida por JeanGustavo

Tento te dizer que isso não me machuca,mesmo aguentando todo dia a dor que isso ta causando em mim,talvez eu mereça sentir essa dor;

Me esforcei muito pra não ter que ve isso acontecendo,o teu abraço traria a paz que eu preciso,mas vejo você se afastando assim,machuca tanto;

Te quis tanto comigo,ja tiver outros amores,mas não chegaram ao pés desde que eu to passando,tenho medo de te perder para um outro qualquer;

Eu não vou desistir,não quero ter que superar todos esses momentos bons que nós passamos,momentos inesquecíveis,não merecem um final triste;

Eu ainda insisto nesse amor,amor esse que eu vejo desandando,e eu me culpando cada vez mais,sinto que tudo que acontece é culpa minha;

Não aguento mais,segurar uma culpa que não existe,passo madrugadas pensando em ti,pessoa incrível que faz tão bem para um ser problemático igual a eu;

O momento é a melhor viagem,viagem que não esqueço,talvez tu esteja embarcando em outra viagem,mas nunca será tarde para voltar.

Inserida por JeanGustavo

Me ama?



Decifra meu silêncio.

Inserida por Jean_Quintino

-AAAAAAAAAAAAAA

Grito!

Grito em silêncio

Nem eu me escuro.

Inserida por Jean_Quintino

Corro
Acordo
Morro
Acode
Vivo
Forte
Detesto
Fracote
Socorro
Morte
Figura
Silêncio
Meu palco
Aqui dentro
Poeta
Confuso
Carinho
Maluco
Espelho
Cupim
Não entendo
Reflexo de mim

Inserida por Jean_Quintino

"Se estiver disposto a ser você Mesmo, não espere ser feliz"

Inserida por jean_francisco_1

"A medida da felicidade é o quão ignorante vc pode ser para não ver o que há de errado"

Inserida por jean_francisco_1

"De nada adianta ser poderoso como um touro e majestoso como um leão, se quem rege esse poder confia nele"

Inserida por jean_francisco_1

"dor é sofrimento, vida é uma escolha"

Inserida por jean_francisco_1

A vida de nenhum ser humano pode pertencer a outro.

Inserida por JeanPrado

Insimplesficar

No cerne de minha intensidade, abracei tua causa com força igual a imensa dor que sentira quando não me fiz capaz de te sustentar. Cego, surdo, torto, elevei no mais alto pilar tua mazela e de tanto pesada, agarrei-me com unhas e dentes ao volúvel e catatônico pedestal. De tudo, me restava apenas ter notado que o ser que repousava ao meu lado reivindicava de meus ruidosos afagos mais que tua causa os necessitava...
Como onda manante, tua prazia, circundante e magnética me arrebatara de imediato. Se nas horas de luto foste forte para afagar-me em teu colo, que de tanto sustentar-se em si mesmo, se fez inquebrável, nas de júbilo antagonizava-se às costas do mundo, ao desdém daqueles dogmas displicentes.
Fio a fio, enovelava-se em nosso tear a mais sublime trama. Imóveis, adjacentes, pairamos em nosso próprio enredo, suspensos um no outro. Linha por linha, anexávamos a nossa infinda teia mais e mais carretéis. Cada segredo de seda, cada sonho de algodão, cada desejo de cetim, abrilhantava nosso tecido. Mas de ser resiliente, também se bastava da sensibilidade. Assim sendo, de contraponto a gumes e unhas agudas, adotamos luvas do mais puro algodão.
Mas se por tão profundo e pulsátil coração, te arrebatei, por tão exasperas e pontiagudas mãos te esfarrapei a trama. Inerte, despencávamos agora ao chão em lascas e debulhas, aturdidos pelo impacto. Desnorteado, em frangalhos, de olhos furados, passei a exaurir oxigênio a tua procura, sem saber que te encontrava em tão pior estado. Desfigurada era agora tua causa e intangível era agora tua alma, e de ser impossível explicitar tamanha tua dor, caminhaste a passos de formiga na direção contrária. Lamentos ao vento, era a gota D’agua. Por segurança, em saudosas lágrimas e afastando-se, deixou o tolo debulhado a esganiçar sozinho.
E hoje, na residência de uma mente inconstante, no brilho eterno de um passado ausente repousa a soturna lembrança. A reminiscência da nossa trama, nossa eterna e quente trama, que de ser razão de meu calor em épocas primaveris, tornou-se lamúria de minha incapacidade em invernos agora sempre presentes.

Inserida por JeanLuca

A Culpa do Corpo

Tu, corpo, não mais te aguenta
Se te exprime o limiar
Se desaba sobre o andar
Se soma não mais se enfrenta

O osso, o aço, a mania
Se entope tua narina
Debate, implora aspirina
Calada, se faz afonia

Fibras, câimbras, ruínas
Tuas formas de expressão
Não mais te grita o refrão
Do verso de outras esquinas

No fim, o corpo de outrora
Que expulsa, escuta, doutrina
Que culpa, acumula, se ensina
Agora, nao vê, não se implora

Te sente, nunca te esquece
Tu, corpo só de passagem
De tanto fazer-se miragem
Enchergas que tu te merece

Vê se comporta tua sina!
Tu, corpo, te afoga em malicia
Te tenta não ser mais polícia
Que atenta tua causa divina

Tu, corpo, não há quem te ensine
Não tenhas outras triagens
Pra ascender-se a outras imagens
Quando fraca te faz sublime.

Pois tens o que mais necessita:
Tuas torres de vigia
Teu peito, a sombra sombria
Tu, corpo, não mais te limita.

Inserida por JeanLuca