Herta muller
Honra e Glória ao SENHOR, nosso Deus!
...Porque o SENHOR! nosso Deus onipotente, justo,
onipresente e bondoso, Ele sabe eternamente o porquê
de tudo aquilo que acontece e virá a acontecer,
inclusive e principalmente
em nossas vidas.
A Ele,
toda Honra
e toda Glória!
Amém.
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Um amoroso encaminhamento para a restauração vital...
Porque, infelizmente, sempre e sempre existirão temperamentais rancores e mortais ressentimentos na maioria dos corações. Pior ainda quando ali se encontrem enraizados em caráter terminal, em virtude de total falta de disposição para mutuamente reconfortantes e vitalmente construtivos diálogos... Assim, tentemos de todas as formas possíveis entabular afetuosa comunicação com todos esses que assim quase incontrolavelmente enveredam pelos tristemente solitários caminhos da autodestruição.
Lastreados no verdadeiro e incondicional amor, quase divinamente em muito facilitaremos o acesso a tais sofredores corações, trazendo-os de volta a superfície de uma nova vida assim maravilhosissimamente dinâmica, enquanto restauradora e construtora de confiabilíssimos alicerces pessoais em direção aos mais altos patamares pessoais e sociais, que seja nos âmbitos sentimental, psicológico, material e espiritual... Que tal de bom isso assim será?!?
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Minha culpa, minha máxima culpa!...
Talvez o mais difícil em relação aos nossos incômodos “fantasmas”, essas matadas ou morridas naturezas humanas que nos perseguem e assombram quase diuturnamente, incomodando nossa visão e audição e mais ainda fazendo palpitar nossos apavorados corações, seja mesmo aceitarmos naturalmente que muitos desses fantasmas não passam de meros jogos de luzes em nossos ambientes, perversos indivíduos observadores, ou nossas próprias necessidades prementes não atendidas, isso tudo que assim estejam nos causando grandes e continuadas aflições...
Quem sabe ainda possam ser apenas nossas culpas, muiiitas culpas inconfessas! e assim culpas íntimas alçadas ao status de pecados não perdoados...
Pior ainda, quando inconfessáveis culpas ultra recorrentes, essas nossas culpas quase permanentes, que somadas e acumuladas permanecem peremptoriamente amalgamando nosso estado de espírito, e nos assombrando, assombrando, enquanto dolorosamente transformadas em pontiagudos espinhos psicossomáticos a ferirem continuamente nossa fragilizada carne.
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Aquele que busca a luz da sabedoria avança, mas, ao fazê-lo, inevitavelmente se afasta das sombras onde os demais repousam. A inteligência, em sua natureza ingrata, une o espírito ao universal, mas separa o indivíduo dos laços do comum. E assim, os que permanecem nas suas esferas limitadas olham para o esclarecido não com admiração, mas com estranhamento e, por vezes, com o amargo sabor da incompreensão.
E você, o que realmente te estimula?!...
Cada qual com suas expectativas, pequenas anomalias físicas ou possíveis sequelas morais de traumas vividos, urge que sigamos todos avançando... Alguns, em busca de realização pessoal e profissional; outros, da cura dos seus males físicos, mentais, psicológicos, sentimentais ou morais… Enquanto outros ainda, se dedicando às mais lindas performances fraternais capitaneadas por sua nobreza de sentimentos, indistintamente, em prol de alguém...
Mas, certamente, todos buscando incansavelmente aquele que pode ser o eixo impulsionador da própria vida: A conquista da felicidade! mesmo que naturalmente apenas momentânea ou espaçadamente recorrente…
Para tanto, retomemos nossas caminhadas agora mesmo.
Armeniz Müller.
…Oarrazoadorpoético.
De todas as suas ações, desvio-me com tal veemência que evito até mesmo a senda oposta, tamanha a aversão que me impele a não trilhar sequer as proximidades de sua gênese.
Socorro, Candoca!...
Ainda há pouco, umtantoquanto envergonhado por me atrever, mesmo assim septuagenariamente, a beber cada gota de ternura no doce sorriso e brilhantes olhos da valente e combativa professorinha Candoca, lindíssima protagonista da novela Mar do Sertão, não pude me furtar de pensar:
- Que pena isso, quando somos levados a abrir mãos de nossas acinzentadas realidades cotidianas, em prol de anestesiantes ficções, onde ali tudo parece se encaminhar naturalmente para esperadas soluções políticas, legais e comunitárias...
Focando em sua coragem para enfrentar aquele prefeito corrupto, e neste nosso quase sempre espúrio ativismo político nacional, então, percebemos o assustador abismo existente entre os decrescentemente pacatos, decentes e produtivos cidadãos, e a vergonhosamente crescente comunidade política, eles quase todos que só fazem explorar a sociedade mandato após mandato, desprezando ostensivamente as classes mais humildes da sociedade enquanto quase diuturnamente buscam se locupletarem ilícita e impunemente com dinheiro público das mais inimagináveis maneiras surrupiadoras.
E que tal seria lembrarmos as verbas das Emendas Parlamentares, os famigerados "orçamentos secretos" do Senado e da Câmara dos Deputados, isso que lembra nitidamente o antigo mensalão petista, verdadeiros acertos políticos entre amigos, que dispensam os burocráticos trâmites oficiais enquanto são quase instantaneamente distribuídas via Pix a sabe-se lá quem?... No mínimo nojento tal método político-administrativo de distribuição de dinheiro público, mas quem mesmo os reelege assim, quase vitaliciamente?
Sendo assim, que venha imediatamente o Parlamentarismo puro... mas sem corrupção.
Sem o menor vislumbre de possibilidade de retorno ao passado corruptamente avassalador, e não aceitando o atualmente "embaralhado" estado de coisas oficial, sou pela renovação maciça em todos os poderes e níveis de governança.
Socorro, Candoca! Mas que tal aquele seu sotaque feminino do sertão nordestino, então? Simplesmente apaixonante...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Cadê motivações para continuar escre(vi)vendo?!...
Sabem aquela tristeza que parece emergir dolorosamente lá do mais profundo das nossas almas e corações, deletando tudo que acaba de entrar na memória, a começar pelas nossas mais doces e amorosas inspirações poéticas? Pois é...
Assim como costumeiramente me ocorre na presença de um céu pesadamente nublado ou de uma pessoinha calada e ultrarressentida sem maiores motivos aparentes, hoje amanheci assim: Triste! triste, triste, melancolicamente triste...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Jumentinhos, não!...
Fôssemos humanos, verdadeiramente humanos!
E certamente daríamos as costas à violência crua
E ao engodo político-judiciário dos dias atuais
Direcionando merecidíssima audiência e participação
Não ao falso e negativo sensacionalismo político...
...Mas às atividades produtivas, acadêmicas, artísticas, esportivas
e de lazer comunitário e familiar.
Assim como a tantas outras atividades socialmente estimulantes e agregadoras...
Mas, aqui entre nós, e que tal mesmo seria se todos nós
- Estes brasileiros natos ou aqui um dia generosamente recebidos -
Pudéssemos voltar a ser aquele povo alegre, sambante e amoroso de outrora?
* * * * *
Embora aqui desde já deveríamos concordar que tal tentativa de reconquista de cidadania poderia ser buscada completamente à revelia da hedionda disputa política atual, amiúde composta por ladrões, ex-presidiários e corruptos de carteirinhas carimbadas e picotadas, todos de alguma forma mancomunados com seus "indicados" administradores oficiais de prescrições de penas acordadamente não-cominadas, mas impunemente encenadas através de tradicionais "janelinhas jurídicas" nos devidos processos judiciais, tudo objetivando futuras solturas penais envoltas na mais absoluta atmosfera oficial de impunidade nacional; assim como também estarrecidos vemos tantos chefes de Executivo mancomunados com falsos líderes religiosos abastecidos com "dízimos" em barras e lingotes de ouro, sem esquecer os incontáveis "coroneis políticos regionais vitalícios", mormente nos tristemente folclóricos bolsões de ignorância e miséria das regiões Norte e Nordeste, todos esses facínoras politiqueiros que só fazem explorar e escravizar mentalmente. Sórdidos indivíduos públicos! conjuntamente perpetradores das mais infames teias de escravidão social e de inlocupletáveis favorecimentos políticos, administrativos e de impunidade geral para os "de casa", ou sejam, os vitalícios membros efetivos dos seus hediondos corporativismos político-judiciários brasileiros, esses crápulas políticos e seus inseparáveis parasitas, que nada mais fazem que buscar locupletar suas infames e insaciáveis ganâncias financeiras sobre o dinheiro público, o mais das vezes ilegitimamente ajuntado através da mais crua exploração fiscal, penúria social e moderna escravização mental das classes populares da sociedade brasileira quase inexoravelmente presas aos seus espúrios interesses corporativistas.
E dá-lhes bilionários fundos eleitorais, orçamentos secretos e todas as demais formas de rachadinhas político-administrativas...
Tenho dito.
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Não, não e não!...
Calma, calma, calma...
...Gente amiga do meu coração!
Até mesmo porque nem vou falar de eleições
Mas de uma certa tigrezinha irresistível...
Embora talvez bem mais terrível que "esses dois" juntos...
...O que também seria impossível.
Mas vamos ao mote desta minha tristíssima questão,
aqui certamente orquestrada pela avassaladora paixão:
A você, minha gata selvagem
disfarçada de mulher...
...Criatura passionalmente fogosa, enquanto conquistadora e impiedosa!
É isso mesmo que te digo:
Não, não e não!...
...Não senhora! Não, não e não.
Saiba que não vou partir pra violência, isso também não!
Mas também não vou chorar uma lágrima sequer por tua causa...
...Na hipótese de nossa mais que provável separação.
Muito pelo contrário, ao invés de ficar acovardadamente chorando
Pelos cantos da vida...
Cantos esfriadoramente retos,
destinados aos que facilmente desistem de tudo...
Diante do menor obstáculo!
Ou de quase naturais - mesmo que recorrentes - rompimentos passionais...
Vou interiorizar e bem logo executar
Um novo e belíssimo projeto de vida!
No mais caloroso e otimista recôndito
Deste meu umtantoquanto envelhecido...
...Mas jamais endurecido coração.
Você mesma verá meu ressurgimento amoroso e passional
Com esses teus olhos belos, fogosos e assaz penetrantes...
...Mas assustadoramente ressentidos! enquanto rancorosos e quase mortalmente fuzilantes.
Aguarde-me, e verás que exatamente assim será.
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Pelas ruas!...
""" Brasileiríssimas e assustadoras multidões!
Empacadas pelaí...
Enquanto absolutamente improdutivas
Mas fedendo à mordomias e direitos...
...O mais das vezes malandramente adquiridos.
Desses tantos, quantos admiráveis indivíduos...
- Ainda moralmente eretos, ativos e confiantes! -
Poderiam seguir exalando aqueles saudosamente "antiquados"
Mas civicamente saudáveis, agradáveis, estimulantes
E exemplares aromas...
...Dos próprios deveres cumpridos?!? """
#ArmenizMüller.
...Oarrazoadorpoético.
O Dia de Finados! Um personalíssimo memorial...
Especialmente nesta data, e bem que poderíamos permitir que nossos mortos povoassem livremente nossas mentes ...
Quem sabe, então, aceitássemo-los natural e completamente, e os aninhássemos definitivamente em nossos corações... Quiçá mesmo assim, postumamente, ouvindo-os com verdadeiro e amoroso interesse e concentração, finalmente acatando suas sempre e sempre amorosas e abalizadas opiniões emitidas a cada circunstância convivida.
Acredito sinceramente que isso não seria em nada algo misterioso ou assustadoramente amedrontador. Afinal, embora mortos, eles continuam sendo nossos familiares... Tomara tenham todos seguido - ou biblicamente recolhidos - no seu tempo certo.
Deveríamos refletir no fato de, com o inexorável passar dos anos, ao atingirem idades avançadas os nossos idosos e anciãos terem diuturnamente mais mortos, que vivos em sua companhia... Será assim também conosco!
Então, que tal seria abrirmos mais, bem mais, os nossos ouvidos e corações para nossos amigos e ente-queridos, mormente os mais velhos, enquanto ainda vivos? Eles todos, e nós também - disso estejamos bem certos - logo, bem logo morreremos.
Até mesmo por que ao longo da vida qualquer um de nós poderemos vir a acumular poderes incríveis uns sobre os outros, mas jamais a ponto de sobrepujar as leis naturais...
Perdoem-me, por favor! Até mesmo porque isso tudo que aqui explicitei desde os mais profundamente amorosos e racionais recônditos deste meu naturalmente umtantoquanto envelhecido, mas jamais endurecido ou ressentido coração, num primeiro momento poderá parecer descarada intromissão minha em assuntos do mais absoluto fôro íntimo de cada um, mas isso me ocorreu porque ainda sou dos bons e saudosos tempos em que uma familia só considerava outra como verdadeiramente amiga, quando todos os seus membros se conheciam amorosa, espiritual e profundamente, inclusive os seus mortos.
Confortemo-nos mutuamente...
Armeniz Müller
...Oarrazoadorpoético.
Filas, filas! Aparentemente intermináveis filas...
Evitemos olhar com indiferença ou desdém para as aparentemente conformadas pessoinhas que avançam vagarosamente numa fila qualquer.
Sim, sim, sim...
Até mesmo porque, exceto diminutas excepcionalidades fortuitas, os integrantes das mais diferentes filas circunstanciais, sejam essas de padarias, mercados, açougues, restaurantes e lojas; ou ainda, que maravilha isso!... Todos os felizes, esperançosos e quase sempre ruidosos integrantes das dinâmicas e mui recompensadoras filas das escolas, universidades e empresas, com suas reais oportunidades de trabalho - embora algumas destas reconhecidamente difíceis e demoradas pra dedéu -, somados aos alegres participantes da filas de lazer, cultura e demais eventos familiares, comunitários e da vida positiva e socialmente convivida...
Todos esses, esperançosos indivíduos integrantes de longas filas! Quiçá muitos deles até mesmo inexoravelmente avançarão, alguns quase imperceptivelmente, até onde queriam chegar quando estavam ainda lá, no agora distante início de fila. Sem esquecer que hoje em dia existem filas – e sonhos, planos e até consórcios... - até mesmo para nascer, viver e morrer.
Mas que tal de legal e acalentador isso de saber que todos eles, ali nas suas respectivas filas, avançarão naturalmente na direção dos seus objetivos, chegando até lá! Chegando ao topo da fila e solucionando suas pequenas ou grandes quimeras, e ou suas mais alongadas expectativas, isso muiiito antes dos tantos e tantos indecisos, zombeteiros ou soberbos que se recusaram a participar delas no devido tempo, ou até mesmo no alongado transcurso de suas próprias vidas?
Assim são as filas...
...Quem ficar de fora, ali mesmo, improdutivamente ficará: de fora!
E lembrar quantas e quantas excelentes filas eu já recusei, ao longo desta minha assim umtantoquanto dificultada vida...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Em Tempo: Dentre os nossos sempre e sempre entusiasmados e dinâmicos filhos, nosso caçula, Anderson, o Químico da família, acaba de entrar para mais uma fila,
agora representada por mais uma excelente especialização na sua área de atuação.
E assim, abençoada e esforçadamente, sua vida segue...
Eh, mas que tal o amor?!...
Que tal mesmo, esses sofridos e idolatradores amores? Esses divinais e nem sempre perenes sentimentos humanos, bem que eles poderiam nascer no cérebro, nosso berço natural da razão, ao invés de assim quase naturalmente germinarem e tantas e tantas vezes nos fazerem sofrer, sofrer e sofrer, enquanto nascem e crescem frondosamente em nossos então amolecidos corações... Sofrer, sim, sim, sofrer! Sofrer, sofrer, e mais ainda sofrer, ao amarmos até ao ponto de chegar a idolatrar quase absurdamente alguém absolutamente comum aos olhos de terceiros. E que tal os processos de fundição, escultura, artesanato ou lapidação, onde os minerais e demais elementos naturais também sofrem as mais diversas agressões, até serem assim transformados em algo aparentemente melhor que seu estágio anterior?
Nas delicadas questões amorosas só não sofrem assim como as matérias-primas nas mãos de seus artífices, aqueles que recebem incondicionalmente o mais puro amor de alguém e que praticamente nada retribuem em termos sentimentais, pois os quase completamente bobalhões e bobalhonas que amam verdadeiramente e dedicam tal amor a determinadas terríveis pessoinhas egoístas e ambiciosas, quando não completamente gananciosas e até mesmo psicopatas, esses pobres seres humanos amantes pela própria natureza, ao se apaixonarem perdidamente por tamanhos canastrões ilusionistas sentimentais, tadinhos, nem percebem que ao invés de receberem de volta um naquinho que seja do seu devotado amor, mera e porcamente acabarão personificando aqueles pobres coitadinhos dos melosos dramas televisivos, isso que comumente tantas lágrimas vertem em seus sensíveis semelhantes sentimentais...
Sabe aqueles (bem mais ainda aquelas...) que são felizes, bem felizes! por um minutinho fugaz... mas que logo em seguida se desmancham feito manteiga ao fogo, em miserabilizantes e chorosíssimos ais, ais, ais, pelos próximos intermináveis cinquenta e nove minutos de cada horinha sofridamente sobrevivida?
Pois é...
Agora pensemos naquelas ciclicamente felizes, infelizes e enganosamente desinfelizes criaturinhas humanas, sempre e sempre desesperadoramente dominadas pelas escravizantes paixões carnais! Esses aviltadores sentimentos animalescos, tantas vezes desgastantes e empobrecedores, enquanto moralmente aniquiladores, fatais e mordazes, pois tantas e tantas vezes pré-moribundos e enlutadores... Mas pensemos também nas tantas e tantas vezes que nós mesmos as personificamos, ai, ai, ai...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Falando em inseguranças emocionais...
Pensemos num hipotético e exultante grupo de jovens engenheiros e arquitetos coçando mãos e cabeças, todos doidinhos para incrementar mais algumas alterações e ampliações num recente projeto seu que estaria sendo já confortavelmente habitado por seus adquirentes, no intuito de aprimorar suas criações arquitetônicas, assim pensando em valorizar os imóveis e agradar seus recentes proprietários... Será que tais incrementações seriam aceitas pelos proprietários como normais?
Trazendo tais hipotéticos acontecimentos para o campo da criação literária, acreditem que eu também inúmeras vezes procedo assim em relação aos meus textos postados ou publicados. E pensar que muitos leitores conhecem até mesmo os meus rascunhos, aiaiai, todos em muito piores situações que aqueles trabalhos escolares de alguns impetuosos e inseguros alunos do Fundamental, todos ávidos por melhorar enésimas vezes o conteúdo e apresentação de seus trabalhos escolares, a ponto de malandrinhamente chegarem a retirá-los da mesa da professora para tal fim, impulsivos e imprudentes como só eles conseguem ser nessa preciosíssima idade, mas desbragadamente sonhantes em conquistar notas máximas com méritos escolares, e assim logo ver suas mesadas mais ainda melhoradas.
Complicado isso de tentar, tentar e tentar arranjar um jeitinho de merecer nota dez, fazendo acréscimos ou supressões tresloucadas em trabalhos já concluídos e encaminhados, não é mesmo?
Vixe! Nem bem acabei de postar esta minha reflexão atual, e confesso que já estou sentindo aquelas minhas coceiras emocionais, elas que sempre e sempre me levam a meter uma primeira edição de texto assim mesmo, de prima...
...Será que alguém entendeu o que eu quis dizer? Será mesmo que ficou bom assim? E será que isto vai ser útil para alguém que possa ser ainda mais inseguro que eu, nos seus momentos de tomada de decisões?
Sou assim, inseguro prá dedéu... Mas que fazer quanto a isso, não é mesmo?!?
Agora, imaginem eu falando em público, ali onde não se admite editar nadicadenada...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
O lado bom da inexorabilidade vital...
Até mesmo porque a vida não precisa ser vivida consensualmente escravizada pelas vontades alheias, ou pela própria inexorabilidade do tempo agindo naturalmente sobre todos nós...
...Assim, natural ou forçosamente, o que fazer quanto ao envelhecimento natural! Eu mesmo já aceito quase divertidamente ser tratado aqui e ali como ancião... E por que não aceitaria isso naturalmente se, afinal, sou mesmo já pelo menos um bem-postado (eu nem pensei em dizer dotado...) adolescente-ancião, assimmeioassim prá lá de sapecas ainda, nestes meus setenta aninhos incompletos? Mas, se assim aceito, e isto fique bem claro! que tal aceitação seja apenas e tão somente referente à minha idade natural. Pois jamais aceitarei lembrar e relembrar quase ininterruptamente – e dessa forma sofrendo solitariamente – tantas agruras sofridas e algumas causadas aqui, ali ou acolá, quer isso tenha ocorrido em tempos próximos ou já remota e esmaecidamente vagos... Ou ainda pior seria cotidianamente lembrar e relembrar tudo, hoje quase impotentemente, e assim reviver improdutivamente não apenas tantas minhas incontáveis ações, omissões, desistências e algumas reconfortantes atitudes proativas, todas tomadas no transcurso desta minha idade arrastadamente umtantoquanto avançada, mas que isso até vá lá!...
Agora, e isto digo mirando a ponta mais avançada do meu próprio bigode, aquilo que jamais aceitarei pura e simples conformadamente, sem ao menos um naquinho tentar mudar quaisquer situações resultantes de atitudes tomadas, nesta minha costumeira mania de sempre e sempre buscar melhorar, para só então reviver intensamente ou compartilhar naturalmente todas estas minhas vitalícias ansiedades comportamentais no mais sincero afã de assim fazendo quiçá mesmo vir a contribuir para o equilíbrio vital de alguém circunstancialmente mergulhado em situações análogas à minha, seria conviver por alongados períodos com pessoinhas que não estejam nem aí para a constante busca de melhorias pessoais e familiares legítimas, educação farta e consequente evolução pessoal, se possível trilhando os humanizadores caminhos do amor fraternal, e das suas “priminhas queridas”, ou sejam, as respeitáveis enquanto maravilhosíssimas simplicidade de conduta e humildade de personalidade, aliadas àquela característica humana eternamente agradável ao meu Senhor, Jesus Cristo, quer seja a sincera e ajudadora generosidade, alicerçada na fé e no amor ágape, e então emergindo diretamente de nossos divinos caracteres humanizadores, gravados no próprio coração, alma e espírito de cada um de nós, estes vitalícios aprendedores da vida, que fervorosa e proativamente vivemos nesta etapa da vida secular debaixo do Sol ardente, pressões, egoísmo e as mais diversas formas de opressões materiais e psicológicas, mas também circunstancialmente alcançados por valiosíssimas faíscas de protetivos amores e de consideração humana, certamente a parte mais bacana dos nossos sempre e sempre esperados milagres convivacionais.
Aqui finalizo mais esta “brasinha literária”, realmente torcendo para que estas minhas singelas, mas sinceras e objetivas palavras inspiradas na fé, na esperança e no Amor de Deus, possam vir a fazer eco, oh vida, oh céus! em alguns corações carentes, mas ainda assim humana e amorosamente receptivos...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Em tempo: Acabo de criar este singelo texto, realmente inspirado em meus próprios pretensos valores humanos adquiridos com as bênçãos divinas ao longo da vida, mas também amorosamente acariciado pelos positivos acordes da excelente programação musical da Rádio Paloma, certamente uma das melhores emissoras de rádio online alemãs, e deliciosamente servido por uma regeneradora taça de vinho português da recente assinatura Wine desta minha sempre e sempre amada e beeeeem mais ainda obedecida babezinha (ao longo destes nossos últimos quarenta e três anos de amoroso e intermitentemente feliz consórcio conjugal...), ela que também não se cansa de continuar buscando aperfeiçoamento pessoal e técnico na sua área de atuação educacional. E assim, mais e mais eu gosto dela! e de todos a ela assim assemelhados nessa bendita ânsia de crescimento pessoal...
Abraços.
Reflexões! Nostálgicas, mas elucidadoras reflexões intimistas...
Eu sei, sei, mui bem sei! Ora, ora, se isso eu bem sei... Que a cada vez que autorizo meu passado a continuar vivo, vivíssimo em mim, mais e mais reafirmo esta minha incômoda e já folclórica covardia para enfrentar os amedrontadores desafios do presente. Sei também que de tais positivos enfrentamentos, sejam ou não vitoriosos e retumbantes, dependerão diretamente o meu futuro, com suas respectivamente naturais cotas de medo, ansiedade, mistérios, decepções ou estimulantes galardões.
Embora sobre isso, de aceitar conformado em continuar vivendo indefinidamente no passado, seja ele mental, material, sentimental ou espiritual...
Devo aqui confessar que mesmo assim umtantoquanto estranhamente, tal passado tem representado uma espécie de zona de conforto para mim. Uma zona de conforto ou fuga da realidade psiquicamente perigosa, reconheço. Afinal, tendo acabado bem ou mal, dolorido ou festejado, tudo ali já foi superado... E eu já conheço completamente os seus resultados.
Mas certamente esse não é o melhor modo de viver, mormente para quem deseja viver intensamente uma vida assaz dinâmica, produtiva e salpicada de resultados, sejam estes excelentes, bons ou circunstancialmente assimmeioassim...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Ternura contagiante!...
Quando os momentos da mais completa ternura se nos fizerem absolutamente necessários para evitar “modernos” embrutecimentos, desfaçamo-nos de toda agitação interior e atritosos momentos de convivência, para só então, abrandando o coração, a alma e o próprio espírito, possamos melhor recebê-la e dela desfrutar copiosamente e melhor ainda que isso, amorosamente compartilhando-a com nossos entes queridos e demais pessoas amadas...
Neste carinhoso filme “Nossas noites”, que pode ser visto na Netflix, protagonizado pelo carismático Robert Redford e pela adorável musa Jane Fonda, a cada vez que os revejo na telinha, busco ali
mergulhar profundamente naquela calma, harmonia, sentimentos, vivas lembranças e humanas atitudes de seus personagens, os quais se completam maravilhosissimamente quer psicológica, quer no seu amor absolutamente doador, pois então ali quase completamente platônico.
A cada ocasião que se deitam naquela cama, que ali parece recebê-los com a maciez e a leveza das nuvens que emolduram os céus dos corações palpitantes, eu também sinto sua ternura tomar conta de mim e dos meus singelos escritos literários.
E aquela sua “escapadinha” ao sonhado hotel na cidadezinha vizinha, então...
...Pensem na sensualidade, e nos cinematograficamente aguardados picos de ardente paixão, respeitosamente dando lugar à mais natural e irresistível expressão de interativa e amorosíssima ternura entre um casal da melhor idade, ambos condignamente amadurecidos pelo tempo, perdas naturais e bons sentimentos preservados.
E a riqueza humana dos diálogos, com seus corações abertos como os melhores livros, então?
Vejam ou revejam lá, e confiram esta minha singela resenha sentimental...
...Até mesmo porque o meu pequenino lado bom se extasia, a cada vez que os repriso amorosa e intuitivamente.
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
O socialmente perigosíssimo fracionamento de produtos!...
Tomara isso, o crescente fracionamento de produtos nas prateleiras dos supermercados, não venha a caracterizar a chegada de possivelmente galopante miséria social brasileira, feito o que já ocorre nesses países cujas populações sofrem miseravelmente sob regimes de governo ditatoriais, esses mesmos pulhas que já no início do governo Lula começaram a posar de nossos “irmãos” ideológicos... Era só o que nos faltaria acontecer!
O triste fato é que ainda há pouco no mercado, e qual não foi minha mais recente surpresa, senão realmente deparar-me com o economicamente temido fracionamento de produtos ali ofertados, como caixas de ovos com dez e até seis unidades, penquinhas de bananas com meia-dúzia dessa nutritiva fruta, e até mesmo desmilinguidas embalagens de rolos de papel higiênico Jujubinha folha simples, com apenas vinte metros, vejam só isso! Para quem até dias desses comprava rolos e rolos de Neve 50 metros...
Agora só está faltando embalarem em saquinhos de 250 gramas os ossinhos suínos raspados até quase o cerne, assim como os pezinhos, sambiquiras, pele e carcacinhas das pobres galinhas em final de missão poedeira. Então, assim como aqueles coitadinhos referidos no início deste texto, estaremos mergulhados na mais absoluta miséria social, mesmo tendo ainda alguns níqueis na guaiaca.
Entretanto, buscando amenizar um naquinho o possível pessimismo contextual deste meu presente palavreado, alegro-me ao recordar meus saudosos tempos de criança e de adolescente ali na Lapa, meu amado e jamais esquecido torrãozinho-natal, onde minha santa e heroína mãe Chica, baldinho nas mãos, e bem cedinho lá estava na portaria do matadouro local, onde semanalmente ganha o nosso abençoado sangue de boi, isso que logo em seguida recebia o seu tempero dos céus e ajudava a matar nossa fome, enquanto assim nutria nossos corpinhos esbeltos de doer... E não é que até os dias de hoje eu e meu irmãozinho Carlinhos, ainda sentimos a “fortidão” daquele alimento, bem como os seus benéficos resultados em nosso daquela forma nutrido organismo. Sem esquecer alguns bons restos de comida daquela bendita churrascaria local, sofrido lugar de trabalho onde a sacrificada mãe e fervorosa filha de Deus ali deixava quase todas as suas poucas energias, destrinchando frangos e mais frangos desde as frias manhãs até altas horas da noite, enquanto nós ficávamos feito dóceis prisioneirinhos numa bendita meia-água de chão batido, naquela nossa amada favelinha campestre, onde ali havia bem mais frestas que tábuas, nas suas enfumaçadas paredes das duas pecinhas... Abençoada mãezinha Chica! e bendito sangue de boi e demais restos de mesa de churrascaria, aquilo que tanto contribuíram para nos trazer até nossa idade atual, praticamente sem necessidade de atendimento médico. Isso, a possibilidade de adquirir sangue de boi nas portarias dos grandes frigoríficos atuais para enriquecer as prementes necessidades nutritivo dos mais carentes, eu aprovaria sem medo algum de errar... Pois não sou então, um dos seus abençoados beneficiários?
Quanto aos humana, cívica e fiscal praticamente incontroláveis e “infiscalizáveis” programas sociais atuais, isso que deveria provocar suspeitas até mesmo nos folgados “bichos-preguiça” dos tristemente tradicionais currais eleitorais nos três níveis de governantes e legisladores, mormente o Programa Bolsa Família - onde o “bondoso” governo atual chega a pagar mais de meio salário mínimo para os não-simpatizantes do trabalho e do esforço e sacrifício pessoal pela própria sobrevivência -, mais um bom acréscimo financeiro às mamãezinhas (e papaizinhos...) por cada um dos seus novos bacorinhos, tadinhos dos inocentes, gerados nas alegres festanças libidinosas das classes beirantes das imaginadas desalentadoras linhas de miséria social brasileira, nisso tudo eu jamais colocaria minha aprovação, pois ainda prefiro cada centavo do dinheiro quase oficialmente “extorquido” dos contribuintes, eficaz e moralmente aplicados nos compromissos sociais permanentes de Estado, na Saúde, na Segurança, na Educação, na infraestrutura e conservação viária, e principalmente na geração continuada de empregos formais em todas as camadas da pirâmide social.
Será que devo continuar a escrever sobre este meu nadicadenada popular assunto arrazoador, ou seria melhor eu também aceitar tudo como está, absolutamente, e me espreguiçar preguiçosamente (?) enquanto os trens, jatinhos da FAB e jatões (entre eles o reluzente Aero Lula...) da alegria passam superhipermegalotados no horizonte distante da população “comum”, espalhando sei lá donde a alegada pouca grana oficial disponível?!...
Sinto muito.
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Uma breve comparação entre os túneis assustadoramente desconhecidos, e esses moderníssimos smartphones...
Quem sabe eu até mesmo esteja transitando há décadas na contramão da moderna educação literária, mas o psicologicamente empacador fato é que ainda prefiro gastar alguns bons neurônios em busca de um texto direcionador para os leitores somente depois do texto finalizado, ao invés de me escravizar e bem logo me irritar feito vestibulando na prova de redação em incontáveis bloqueios mentais, quando também me vejo obrigado a criar um texto em absoluta conformidade e cega obediência ao título previamente imposto àqueles pobres escribinhas de primeiras viagens redacionais, quando mais que certamente isso deveras culmina com o seu quase completo desencanto inicial pelo manejo das nossas teimosas e fugidias palavrinhas portunhosas.
E então, dá-lhes ciências exatas...
Por outro lado, olha o antagonismo aí, minha gente! Nem ao menos disso sabendo o real porquê, o estranhíssimo fato é que a cada ocasião que me vejo em vias de adentrar e atravessar um túnel desconhecido e breuzissimamente assustador, sinto pungentes calafrios, ao mesmo tempo em que também sinto-me invadido por verdadeiras marés de misteriosas energias, que percorrem desde minh’alma e coração, até o centro de comando cerebral, assim bloqueando-me quaisquer necessárias e urgentes tomadas de decisão, enquanto assim travo as mais amedrontadoras batalhas íntimas a me impedirem peremptoriamente de me deslocar por aqueles tétricos lugares. Isso poderia ser tratado como alguma conhecida fobia por lugares que nos metem medo? Mas por que tenho tanto medo assim do mero desconhecido? E se ali na entrada desses túneis existisse um interruptor de luz, feito os nossos aposentos de dormir? Por certo assim o medo sumiria como que por benéfica magia... Vocês concordam comigo nisso?!
Finalizando, imaginem só o meu sufoco psicológico, a cada ocasião que “tenho” de abrir meu nemtantoassim moderníssimo, mas ainda mais misterioso e assustador smartphone, quando então tenho a mais nítida e descabida impressão dele estar completamente devassado ou infectado por vírus, vírus e mais vírus ( quem sabe até mesmo esses terríveis vírus soviéticos capazes de alterar desde um simples resultado de dois mais dois, até uma disputadíssima eleição de condomínio, sei lá...), ou tantosetantosmais arquivo e vídeos malandramente maliciosos e espiões.
Enquanto isso eu, eu, euzinho aqui, ver os doces gingadinhos do “Tique-toque” e do Instagram, nessa minha tentadora telinha, então, nem sonhando acordado! meus amados leitores e leitoras.
Aliás, dias têm me ocorrido em que estou aqui no meu “baitão informatizado”, a escrevinhar sossegadamente estes meus palavreados cotidianos para abastecer minhas diversas colunas, e não há de ver que aqui nele também logo começo a escutar vozinhas estranhas? Será que isso poderia estar vindo desses danados seres alienígenas, esses tais que dizem viverem às escaramuças com os cientistas e as armadíssimas forças militares americanas, ou seriam apenas alegres gritinhos de cupins ou formigas de computador?!?
Pensem num velhinho arisco e assustado com todas essas amedrontadoras modernidades, heheheaiaiaiaiiii...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
