Novembro azul
Asas no céu puro e azul, a liberdade vem ao meu encontro. Num oásis tão real, passos na areia que me levam a descansar em ti
Clareou o mar, o sol desceu na orla
correu no azul dos olhos dela,
teceu à renda a mão ,
a mesma mão que guarda a ilha
E o tempo em nós, sagrado saber
qual mar que nos une até o fim do mundo
e constrói aqui um só continentes
Céu azul. O Sol querendo transparecer ao meio das nuvens brancas. Areia escaldante. Mar agitado. Pessoas correm de um lado para o outro para não queimar seus pés. Crianças brincam no razo do mar. Casais passam abraçados a minha frente. Fico com saudades do meu amor que aqui não está. Sinto o sol queimar, porém ele custa a me deixar marcas. Mulheres de todas as idades com o bubum para cima para pegar uma corzinha. Os Homens dentro da água batendo papo furado. Alguns vovôs e vovós jogam frescobol. Outros lêem livros enquanto esperam a sol se pôr. Final da tarde, as famílias pegam suas coisas, desarmam seus guarda-sois, fecham suas caixas de isopor, chamam as crianças para lavarem os pés, e vão para casa. Todos começam a deixar a praia vazia. A areia passa a esfriar, e o mar a se acalmar. Ali fica um Deserto frio, a espera de um novo inferno tropical chegar pela manhã.
"Minha vontade era de mergulhar com unhas e dentes nos seus olhos de águas azul-claro, ondas pequeninas, e ficar morando por lá. Me inquietava, e ao mesmo tempo transmitia uma paz surreal."
Psiu!
Sente?
Sente sim...
Olha essa chuva que cai...
Olha o céu q vem logo atrás
Olha esse azul!
Vê a força que você não pode controlar
É a vontade do mundo
É a ação e a reação
É o sim pelo não
?
Não, é apenas o seu coração.
Volta pra casa.
Sente, olha e vê.
O que é?
É lindo...
É a vida, a sua, a nossa...
A deles, e de Deus, e dos deuses
Lava... passa e solta
Sorria...
Vê, olha e sente.
É apenas você.
Você pode escutar?
O barulho é familiar...
É a tua alma que toca algo puro
Limpa, organiza, e semeia
Desbloqueia.
Olha, sente e vê essa chuva
Psiu...
Repousa nas suas emoções...
E sempre que precisar
Escuta a chuva,
Pois ela te escuta.
O sol sob o céu azul
O brotar da grama
O verde vivo das folhas
O brilho chamativo das flores
Às formigas nos seus corre corre e etc...
Ha um chamado da natureza furiosa e gritante.
Com todos os seus batimentos cardíacos.
Devorada a tarde azul pelo laranjado solitário
Em um instante um reflexo-memoria; lembranças da pele clara é tão bela...
Caísse o sol no poente horizonte ouro,a tarde dolorida vermelho aquarela
Impiedosamente a noite engole o dia em um céu baunilha
Desperto sobre a luz da lua desaparecendo eu e o dia no horizonte traumático solitário a luz se dobra sobre o mar, opaca tão desigual
Em lamento minha alma suspira o coração inquietude nesta tarde tão tétrica
No estalo do sol sobre rocha um lamento fel
Você não retorna, a noite vem só...
Nas partículas turva sublinhadas meus olhos desamados em um estandarte mortal
Nas alamedas sinuosas produzo ventos em silencio segredos imparcial no escarnio do prazer laminados
By Charlanes Oliveira santos
Meu rosto abissínio cafrino meus olhos teleguiados a redes móvel e azul esverdeado seleciona as estrelas no manto prateado e sua boca ardente desce... ácidos málicos mel e fel tédio se desfazendo melancolia na frenesia que cuida como morfina...
Seu corpo calmo e claro paraíso para esquecer a triste neblina
Viscoso som de olhos verdejante que flui e reflui olfato sugando sua franjas suor e renda vermelha nas bordas raro fórmula que peroliza em sua goela nácar, e me adornar de lampejos de seu ser
Estéril zelo da luz que vai cerrar seus olhos
em silêncio florido... amor vozes e ecos dos sentimentos vão ficar preso etéreo o eterno curtindo no éter almas enluta
Nem inverno prateando ao luar a névoa, a mesma escuridão que nos assombra...
Poesias e escrita tão pungente segredo que transcendente obscura a pedra refulgente que mina a vida... naquela vida rotineira de riquezas amassadora, a incerteza filtro da mascara deste sepulcro caiado e agora os vermes que lambe ti e não sobrou nem seu magro vulto
Sombrio, em ruidoso rígido tumulto
E todo fim tropel de pensamentos em clamor exaltando sem pode escolher de novo
E a vida se esvai escorrendo gota a gota e os olhos empoeirados sem ver a areia escorrendo no frasco frágil da ampulheta
O verdadeiro amor faz o mar ficar mais azul, o sol mais dourado e as estrelas do céu brilharem mesmo de dia!
Seja em política ou na vida, suas opções não estão entre a direita e a esquerda, ou entre o azul e o amarelo, mas entre integrar o rebanho ou ser rebelde o bastante para continuar senhor de suas escolhas!
[Céu Azul]
Céu azul por toda a minha mente
Vejam só, as coisas lá em baixo na calçada
Não parecem as mesmas desde sempre
Agindo de forma muito engraçada,
Eu realmente não sei por qual motivo
Por favor! Me dê licença enquanto eu beijo o céu,
Agora não sei se estou descendo ou subindo
Porque ficou tudo azul, meu Deus!
Mestre, estou feliz ou em miséria?
Seja lá o que for, aquela Mulher me enfeitiçou,
Socorram-me, socorraM-mE, lá na vela
Tudo o que você precisa é amor,
Colei o céu azul nos meus olhos
Com isso, não pude saber se era dia ou noite,
Alguém chegou assoprando minha mente
E saiu de passo leve como o vento,
Doutor, isso é amanhã ou só o final dos tempos?
Quem sabe,
Socorram-me! Sim! Venham conhecer!
Diga-me! Diga-me!
Dizem que o azul é uma cor triste. Mas, a tristeza não tem cor. A tristeza é um céu nublado. A felicidade é um céu azul.
O pálido ponto azul
A sonda Voyager 1 que já ultrapassou a borda do Sistema Solar e saiu definitivamente da área de influência do Sol, foi a primeira nave espacial lançada ao espaço em 5 de setembro de 1977, há 42 anos, com a missão de descobrir os mistérios, do universo, acabou revelando um fato muito interessante, que o nosso planeta é apenas um mero pálido ponto de luz azul, em uma partícula de poeira suspenso em um raio de Sol. Apenas um grão de areia neste imenso Universo.
O verde da natureza, o céu azul e, a nuvem branca namorando com o arco-íris, um quadro espetacular em um dia maravilhoso no meu quintal.
