Ferreira de castro
Enquanto líderes opressores forjam vitórias simples e passageiras, líderes humanizados multiplicam vitórias permanentes e extraordinárias.
Jamais dê tempo para sua imaginação arquitetar bloqueios contra seu desenvolvimento, ocupe-a com a construção do que é útil para a vida.
A utilização da imaginação para nossa constante evolução, encontrará indisponibilidade de tempo para aflições inúteis.
O sucesso, entre outras definições, é a consequência da astúcia em identificar oportunidades e convertê-las em resultados positivos.
Uma pessoa justa só permanece motivada para o trabalho num ambiente desigual enquanto sua ingenuidade a engessa.
A impossibilidade de retorno ao passado para corrigirmos erros que nos assombram no presente, nos sugere atenção aos pequenos, porém decisivos detalhes da vida.
O comportamento de deixar para depois o que deveria ter sido feito agora, paralisa trajetórias impossibilitando a aproximação com as grandes realizações.
Considerar os efeitos colaterais resultantes da constante busca pela realização de desejos demasiados é uma atitude necessária para dispensar vícios iminentes.
Os principais passos rumo à fuga dos vícios são aqueles acompanhados, amparados e disciplinados pelas pessoas que nos desejam o bem.
Há incontáveis sonhos estacionados nos pátios sombrios das vidas de pessoas que diariamente se dedicam de maneira certa em lugares errados.
Em meio às competências que sustentam a filosofia de trabalho de líderes visionários, está a expertise no exato direcionamento das múltiplas competências dos integrantes de suas equipes.
O exemplo vivido em nossas práticas favorece a compreensão de nossas teorias sem nos deixar exaustos com explicações levianas.
Líderes visionários evitam ser meros espectadores das vitórias e derrotas alheias, eles fazem delas um observatório de novas estratégias que os projetarão para o sucesso.
O sábio cumprimento dos nossos deveres, nos preserva na dinâmica necessária de nossa utilidade diante do coletivo.
A educação não espontânea que nos é imposta pela vigilância alheia, embora angustiante, se for legítima, pode ser uma das poucas opções de reorientação quando estamos desorientados.
