Ferreira de castro
A falta de objetividade, de lógica e de sentido, a ausência da realidade e da verdade refletem a fome espiritual, o desespero e reflete falta de paz.
Ser humano não é amor, não peça para alguém que não o é, para te dar, ou te preencher com amor.
Vá na fonte, o preenchimento do tanque emocional só se dá indo na fonte.
Quem decide soluções com fome, seja espiritual ou física, se não decide primeiro comer, trará uma péssima sugestão!! COMA E PENSE
Toda decisão tomada com fome, seja espiritual ou física, será uma decisão provisória e na maioria das vezes, sem sentido.
Mulheres espiritualmente famintas guiam suas casas apoiadas pelo próprio conhecimento, mulheres sábias constroem seus lares apoiadas e guiadas na fonte que jorra o supremo amor.
Ah Deus Pai, (Abba) permita-me saber expressar a sabedoria, a clareza, profundidade, tenacidade, e os tesouros da revelação da Palavra de Deus. Que o teu Reino ó Deus venha sobre nós!
Haja mar!
Esse mar imenso que canta permanentemente para o Criador.
Esse mar que movimenta para a vida,
Esse mar que é de sal, porque quem o fez, de sal entende.
Me responda Onipotente, foi com a mão direita ou esquerda estendida que ajuntastes essas águas? Ou será que não estendeu a mão ao falar?
Pergunto porque me tomas por essa mão, há paz e segurança, e nela gravado está, as estende para salvação.
Esse mar, borda de oceano, expressão de puro poder!
Para mergulhar em nosso Cristo basta parar, caminhar na areia na montanha com Santo Espírito, sabendo para onde olhar!
LBF
Não lhe desejo um dia sem desafios e sem obstáculos. Desejo que estejas forte fisicamente e emocionalmente para vencer cada obstáculo de seu dia. Desejo que assim conserve a harmonia e a paz.
Vivemos num mundo de pessoas que não veem pessoas, mas que querem ser vistas por pessoas. Querem ser compreendidas mas não compreendem. Mas como ser visto se não vejo? Como ser compreendido se não compreendo?
A humanidade se dá na relação, na troca, sem isto o vazio, a angústia pode ser muito grande e dolorosa.
Valter Fernandes - Psicólogo.
Não olhes excessivamente para trás, para que possas bem escolher onde dar os próximos passos e desviar dos espinhos. O passado é importante, mas como aprendizado.
Um homem não envelhece devido a idade cronológica .
Um homem envelhece quando deixa de acreditar nos seus sonhos, nos seus ideais.
Gente que faz bem pra gente.
Gente que a gente quer perto da gente, mesmo distante, mas dentro da gente presente. Gente que tenta te entender, gente que quer ajudar. Gente que vê os teus defeitos, mas quer de algum jeito somar. É essa gente que eu quero perto de mim, gente que é singular. Gente que fala e que escuta, gente que dá pra contar. Gente que eu possa confiar.
Ó, meus demônios, sombras que me habitam,
Formas retorcidas de um eu que não quis,
Vós, que me arrastais para abismos sem fim,
E me aprisionais em celas de aço frio.
Medo, imenso abismo, que me devora,
Onde a esperança se afoga e a razão se perde,
Tu, que me paralisa e me aterroriza,
Transformando meus sonhos em cinzas mortas.
Insegurança, tua voz ecoa em meus ouvidos,
Sussurrando dúvidas e plantando espinhos,
Tu, que me roubas a paz e a alegria,
E me faz duvidar de cada passo que dou.
Mas eu vos desafio, demônios e abismo,
Não me curvarei diante de vossa tirania,
Lutarei contra vós, com todas as minhas forças,
E conquistarei a liberdade que me pertence.
Em minhas veias corre um rio de rebeldia,
Que alimenta a chama da esperança que me habita,
E me impulsiona a enfrentar cada desafio,
A fim de construir um futuro mais bonito.
Ó, universo, testemunha minha luta,
E concede-me a força para superar,
Os obstáculos que se erguem em meu caminho,
E alcançar a luz que me guia.
Eu só queria um punhado de felicidade,
Um átomo de luz nesta treva imunda.
Mas a alma, ferida, clama em vão por paz,
Em meio a este caos, a dor me consome.
A vida, um labirinto sem saída,
Um abismo negro, onde a esperança se afoga.
A carne, prisão da alma atormentada,
Em decomposição lenta, feito folha seca.
O cosmos, indiferente, gira em seu eixo,
Enquanto a Terra geme, em sofrimento eterno.
A ciência, impotente, não cura a dor,
E a fé, um véu frágil, que se desfaz ao vento.
A morte, alívio cruel, me chama a si,
Um sono profundo, sem pesadelos e aflições.
Mas a vida insiste, em sua crueldade,
E eu sigo, arrastando meus passos, em direção ao fim.
Um punhado de cinzas, tudo que restará,
Quando a alma se libertar desta prisão carnal.
E no silêncio do nada, encontrarei a paz,
Que em vida, me foi negada.
Sob os arcos quebrados da mente,
uma tempestade uiva, faminta, feroz.
Correntes elétricas dançam nos nervos,
os demônios abrem portas que nunca fechei.
A ira cintila como aço em lâminas finas,
a dor entalhada em ossos como runas de ferro.
Ecos de gritos rasgam o silêncio da carne,
uma orquestra brutal de desespero visceral.
O coração, um tambor torturado,
bate no compasso de desejos caóticos.
A alma, um pergaminho carcomido,
assina seu nome em sangue e sombra.
Oh, cosmos negligente!
Deixe este fogo consumir o que resta,
deixe as cinzas deste espetáculo cruel
sopradas para longe pelos ventos do esquecimento.
Mas mesmo nas ruínas, algo rasteja,
voraz, faminto, indomável.
Uma fera sem rosto, sem remorso,
e seu nome é meu.
Sob um céu onde o tempo se desfaz,
Duas almas encontram o eterno compasso.
Na dança macabra entre a vida e a morte,
Se entrelaçam, desafiando o corte.
Os ecos de um juramento sagrado,
Ressoam nas criptas onde o silêncio é guardado.
Nem o frio do mármore, nem o peso do chão,
Pode deter a ardente união.
Eles caminham entre o limiar sombrio,
Sombras e luz fundem seu brilho.
E em cada suspiro, em cada tormento,
Renascem, imortais, em doce sofrimento.
Quando o véu da mortalha cobre seus olhos,
Ainda assim, suas almas, eternos escolhos,
Se encontram, se tocam, se tornam um só,
Num amor que o cosmos nunca destrói.
As estrelas podem cair e o mundo ruir,
Mas na vastidão do além irão insistir,
Porque mesmo diante do abismo e seu poder,
Essas almas juraram nunca se perder.
