John galsworthy

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A promessa “de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida” não implica, necessariamente, que alguns
têm seu nome apagado. Esta promessa se dirige apenas àquele que está inscrito no livro e vence pela fé: Eu nunca tirarei seu nome dali. Em outras palavras, ser apagado do Livro da Vida é uma perspectiva terrível que Eu jamais permitirei que aconteça. Eu manterei você seguro, no Livro. Essa é uma das promessas feitas aos que perseveram e vencem. A promessa não diz: os que falham em vencer e se afastamde Cristo estavam inscritos no Livro e seus nomes foram apagados.

O coração de que necessitamos é uma obra de Deus. Esta é a razão por que temos de pedi-lo a Deus. “Dar-vos-ei coração novo” (Ezequiel 36.26). “Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o senhor (Jeremias 24.7). Devemos orar: “Senhor, dá-me um coração voltado para Ti. Dá-me um coração reto e sincero. Dá-me um coração sensível e receptivo. Dá-me um coração humilde e manso. Dá-me um coração frutífero”.

Felizmente, o sangue de Cristo divide e une famílias. “Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão... Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe”(Lucas 12.51, 53). “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10.37). Isto é boas-novas. Significa que nascer em uma família incrédula não é uma maldição garantida. Uma família pode ser
graciosamente quebrantada pela crença de um filho.
Quando Paulo disse aos gentios convertidos: “Fostes comprados por preço” (1 Coríntios 6.20; 7.23), ele sabia que o sangue de Cristo havia quebrado uma ascendência familiar de incredulidade. Se você é descendente de pessoas incrédulas, ouvir estas palavras de Paulo lhe será boas-novas: “Estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como
descendência os filhos da promessa” (Romanos 9.8).

Nossas orações devem ser guiadas por aquilo que é moralmente correto para os homens fazerem, e não por aquilo que Deus, em sua providência soberana, pode trazer à realização. Raramente devemos orar para que o mal moral aconteça, mas Deus pode querer que o mal moral prevaleça por determinado tempo. Por exemplo:
1) Deus quis que Cristo fosse crucificado. Muitos dos atos necessários que estavam envolvidos na crucificação de Cristo eram moralmente errados. Logo, Deus quis que este mal prevalecesse por um tempo(Atos 2.23; 4.27-28).
2) Deus quis que os irmãos de José o vendessem para ser escravo no Egito, embora isso fosse errado para eles fazerem (Gênesis 50.20).
3)Deus ordena a vingança pecaminosa do final dos tempos (Apocalipse 17.17).
Em outras palavras, Deus ordena e prediz que males de implicações morais prevaleçam por algum tempo, mas isso não significa que devemos orar para que o mal moral aconteça. Devemos orar de acordo com a maneira como Deus nos ordena que vivamos — em retidão e amor. Devemos orar que a vontade de Deus seja feita na terra do mesmo modo como ela é realizada no céu pelos anjos perfeitamente santos (Mateus 6.10), e não da maneira como ela é feita na terra por intermédio de homens pecaminosos.

A Névoa da Ignorância

Em campos largos, sem fim a vista,
Caminha a alma, cega, distraída.
Os olhos não veem o sol que insiste,
Escondido entre a névoa da mente adormecida.

A ignorância veste-se com um manto sutil,
Mais leve que o vento, mas denso no espírito.
É como um eco, profundo e infantil,
Que grita certezas sem nenhum critério.

Não se conhece o que há além do espelho,
A verdade oculta, a dúvida sem fim.
E quem permanece ali, preso no seu brilho,
Desconhece o mar calmo que existe.

Mas há quem busque, quem queira enxergar,
Rasgando a neblina, arriscando o olhar.
E ao levantar o véu, o mundo se faz inteiro,
Revelando-se ao fim como um fogo verdadeiro.

Se teus olhos conseguissem ver minha alma

Se teus olhos conseguissem ver minha alma,
Ao me ver sorrir, chorarias comigo,
Porque por trás do riso, a dor se exala,
E o silêncio guarda o grito perdido.

Meu sorriso é máscara, uma fuga amarga,
Disfarce de dor que me consome em segredo,
Escondo o vazio, mas a alma se alarga,
Em um abismo sem fim, onde me perco em medo.

Tento mostrar luz, mas é só escuridão,
Cada riso é um peso, cada lágrima, um fardo.
E se você visse o que habita meu coração,
Veria que a paz, aqui, é um sonho guardado.

Mas, ah... Se teus olhos penetrassem a dor,
Veriam que o sorriso é apenas um espelho
Refletindo o que sou, em um falso ardor,
E ao me ver, chorarias sem consolo, sem aconselho.

Porque o que sorrio é só um grito calado,
E o que escondo é um mar de solidão,
Se teus olhos vissem, o amor seria o afogado,
E a alma se perderia na escuridão.

A Parábola dos Viajores da Luz

Diz-se que, em um vasto vale cercado por montanhas antigas, existiam muitos caminhos que subiam rumo ao mesmo cume luminoso. Cada trilha tinha seus marcos, seus sinais, seus modos de caminhar. Algumas eram mais íngremes, outras mais suaves; algumas possuíam pontes de pedra, outras madeira; algumas traziam músicas, outras silêncio.

Os viajores que seguiam por essas trilhas acreditavam que buscavam coisas diferentes, pois seus passos eram guiados por ritos distintos. Mas todos tinham algo em comum: carregavam uma pequena lanterna acesa.

Certo dia, um jovem viajante, confuso ao ver tantas rotas, perguntou a um velho mestre que descansava à beira da estrada:

Mestre, qual desses caminhos é o verdadeiro? Qual trilha leva de fato ao alto da montanha?

O velho sorriu, levantou-se com calma e disse:

Nenhuma trilha é falsa, e nenhuma é a única. O que importa não é o desenho do caminho, mas a direção da tua lanterna. Todos que caminham com sinceridade sob a mesma Luz chegarão ao mesmo cume.

O jovem ficou pensativo, e o mestre continuou:

Cada trilha foi aberta para ensinar de um modo, para fortalecer de outro, para tocar o coração de diferentes viajores. A diversidade dos caminhos não confunde: enriquece. Pois enquanto um aprende pelo canto, outro aprende pelo silêncio; enquanto um cresce pela disciplina, outro floresce pela liberdade. Mas todos se elevam.

E como saberei se me tornei um verdadeiro viajante? perguntou o jovem.

O mestre então apontou para os demais viajores que subiam por trilhas diversas, todos com suas lanternas acesas.

Saberás que és verdadeiro quando não olhares para tua trilha como a única, mas reconheceres na chama que ilumina os outros a mesma Luz que arde em ti. Porque somos todos viajores da mesma jornada, construtores da mesma cidade interior e servidores da mesma Luz que nos guia.**

E assim o jovem compreendeu que a grande montanha não exigia uniformidade, mas sinceridade; não pedia um só rito, mas um só propósito; não buscava passos iguais, mas corações despertos.

E continuou sua subida, agora não para provar que seu caminho era o melhor, mas para aprender com todos que caminhavam rumo ao alto.

John Presley Costa Santos

Eu sou a cegueira da visão


Eu sou a cegueira da visão,
a sombra costurada à luz,
um sopro frio na contramão
de tudo aquilo que reluz.


Sou o instante em que a cor se apaga
e o mundo aprende a respirar,
quando o silêncio abre a vaga
para o que os olhos não podem captar.


Sou o véu que cai sem ser tecido,
a dobra oculta do clarão,
o mapa nunca conhecido
por quem vê só com a razão.


Eu sou a cegueira da visão:
não erro, não falho, não retiro —
apenas mostro a contradição
do olhar preso ao próprio giro.


E é no meu breu que se descobre
que a luz também pode enganar;
pois quem se perde, às vezes cobre
um novo jeito de enxergar.


Eu sou a cegueira da visão,
mas não sou fim, nem perdição —
sou a fresta em que a alma aprende
que ver é mais do que a própria visão.
Autor: John Presley Costa Santos

A educação filosófica produz não o cristão, não o católico, mas o gentil homem.

“Cada qual é o guardião conveniente de sua própria saúde, quer corporal, quer mental e espiritual. Os homens têm mais a ganhar suportando que os outros vivam como bem lhes parece do que os obrigando como bem parece ao resto.”

⁠A humanidade ganha mais aceitando que cada um viva como bem lhe parecer do que obrigando-o a viver como bem parecer aos outros.

⁠Em nossos tempos, da classe mais alta à mais baixa da sociedade, todos vivem como que sob os olhos de uma censura hostil e temida.

⁠Exatamente porque a tirania da opinião é tal que faz da excentricidade motivo de censura, é desejável, a fim de romper essa tirania, que as pessoas sejam excêntricas.

Jogar Conversa Fora ( Ou? )

Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras.

A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão
!!!
( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

⁠Felizes são aqueles que fazem a vontade de Deus, e, mais felizes ainda aqueles que a experimentam. John Wesley - Carta para Sra. Bolton 

⁠Deus nos chama para oração e meditação. Através da primeira nós falamos mais diretamente com Deus, e pela segunda Ele fala conosco. John Wesley - Carta para Christopher Hopper 

⁠O Espírito Santo faz as coisas na hora certa. Tenha sede e não ansiedade. 

⁠Não existe casal perfeito. Perfeito é Deus que une pecadores e os aperfeiçoa a imagem de Cristo.

A única função das previsões econômicas é fazer a astrologia parecer respeitável.

Dedicar uma vida aos confortos materiais e emoções é como jogar dinheiro em um buraco. Mas investir uma vida na obra de amor produz lucros de alegria insuperáveis e intermináveis.