Ferreira de castro
Hoje me sinto honrada de ter passado tudo o que eu passei, por que sei que se hoje sou quem sou foi por tudo que eu um dia sofri
Não sou perfeita. Sou gente,
alegre ou triste, diferente,
sou uma pluma ao vento...
Sou tal chuva, intensa e forte,
sou tanta vida, ou quase morte,
sou um trovão, num momento....
Eu sou a dor. Eu sou o desejo,
talvez o amor....
Não sou perfeita. Sou quase nada...
Sou como a curva, e a estrada,
talvez o fim de uma linha.
Sei que sou sozinha...
Os tolos falam de algo que não sabe, Apenas para demonstrar uma sabedoria que jamais vão ter, pois se limita no que se tem certeza e não no esforço de alcançar a verdade
PERDOE RÁPIDO E BEIJE LENTAMENTE
A morte é um caso sério. Mais para os jovens do que para os idosos.
Estes vão se acomodando lentamente com a idéia da morte, mais por
fatalidade do que por renúncia da vida. Aqueles esperneiam o quanto
podem e abrem a boca, na esperança de relaxar.
É o caso do sargento do exército americano Jeff Barillaro, de 31
anos, que serviu em Bagdá por 15 meses (de agosto de 2005 a novembro de
2006). Para suportar os reveses da guerra, nas horas de folga ele fazia
música. Numa de suas canções, Barillaro escreveu: “Vou morrer, vou me
ferir, essas coisas sempre vêm à mente| Ele vai morrer ou ela vai
morrer| É apenas uma questão de tempo| Coloco meu uniforme, coloco meu
capacete| Beijo as fotografias de minha família, mando um e-mail à
minha garota, para que ela saiba que eu sinto sua falta”.
Do outro lado do mundo, em Nova York, uma modelo de 20 anos chamada
Ruslana Korshunova, escrevia poemas e os colocava em seu site de
relacionamentos. Um deles diz: “A vida é curta. Quebre as regras.
Perdoe rápido. Beije lentamente. Ame de verdade. Ria
descontroladamente. E nunca lamente nada que tenha feito você sorrir”.
Curioso é que o sargento americano que dizia: “Vou morrer” ainda não
morreu, e a modelo nascida no Cazaquistão e que foi capa de revistas
européias como “Elle” e “Vogue” morreu no dia 28 de junho, ao cair da
janela de seu apartamento no nono andar de um prédio em Manhattan.
A morte não tem educação. Ela não bate à porta. Ela não pede licença
para entrar, como se queixa o profeta Jeremias: “A morte subiu e
penetrou pelas nossas janelas e invadiu as nossas fortalezas,
eliminando das ruas as crianças e das praças os rapazes” (Jr 9.21).
Portanto, vamos nos perdoar rápido, vamos nos beijar lentamente,
vamos amar de verdade, vamos rir descontroladamente, vamos valorizar
tudo que há de bom e nos faz sorrir. E, mais do que tudo, vamos nos
aproximar cada vez mais de Deus, com quem nos encontraremos face a face
logo depois da morte!
Extraído da revista Ultimato, edição nº 314 (setembro / outubro de 2008)
É fácil sonhar todas as noites, na segurança de nosso quarto. Difícil é lutar por um sonho, à luz do dia, neste vasto mundo...
O choro é expressão da alma.
Choramos quando estamos tristes e infelizes.
Choramos quando estamos alegres e emocionados.
Choro é sinônimo de sensibilidade.
Quando for necessario...chore.
Eu acredito em Lula. E se ele tem dificuldade para governar é porque o seu partido tem uma bancada pequena no Parlamento.
Por você enfrentei tantas coisas tantas pessoas, mundos tão opostos foram os nossos, pessoas tentaram atrapalhar, algumas conseguiram, mais ainda assim, ainda Com tantas dificuldades só a você consegui me entregar de verdade
Pode fala mal de mim a vontade, mas mentir dizendo que eu fiz ou não fiz algo, ah.... Nem olhe na minha cara depois de sua irônica mentira.
São duas flores unidas,
São duas rosas nascidas,
Talvez no mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
Unidas.... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntas as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do Amor
As vezes seja esse o nosso refúgio, se perder na mansidão deste céu azulado cheio de estrelas que nos dá a sensação do nosso verdadeiro lar. Na busca de compreender o incompreensível, na vivência de uma vida solitária de auto conhecimento, não se tornando anti sociais, mas na busca de uma construção evolutiva. Nos tornamos solitários por ter uma visão mais a frente que muitos que estão ao nosso redor. A compreensão não são para todos, muitos se encontram limitados a tais entendimentos, não por quererem, por ainda não terem sentido a verdadeira escuridão que abita dentro do seu ser.
Me fingi de morto para ver o enterro que me fariam.
