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Quando você não tem ninguém para quem fazer uma xícara de chá, quando ninguém precisa de você, é quando eu acho que a vida acabou.
Eu me embriaguei por mais de uma vez na vida, minhas paixões nunca estiveram longe da loucura, e não me arrependo: porque foi assim que vim a compreender que, desde tempos imemoriais, foram considerados ébrios ou loucos os homens extraordinários, que realizaram grandes coisas, coisas que pareciam impossíveis.
Mas sabe, tem uma hora que você enjoa desse jogo e desiste. E não se surpreenda se gostar de ser sozinha.
Desapego não é desamor, é uma maneira saudável de se relacionar cujas premissas são a independência, dizer não à posse e não à dependência.
Alguma vez você já perdeu alguém que ama e queria mais uma conversa, mais uma chance para compensar o tempo em que você pensava que ele estaria aqui para sempre? Se sim, então você sabe que pode passar toda a sua vida colecionando dias, e nenhum vai superar o que você gostaria de ter de volta.
No final de tudo ninguém te entende completamente do jeitinho que você é, criam uma pessoa nas suas palavras e atitudes, mas essa pessoa não é você, o nome que você tem foi dado por alguém, o que você é hoje é o que fizeram você ser, te ensinando tudo quando você não sabia absolutamente nada, quem seria você se não lhe ensinassem nada e não lhe dessem esse nome?! Quem realmente você é? Por trás de toda essa ilusão.
Não existe segunda chance, existe Idiotice, se você perdoa uma vez ela acha que voce vai perdoar sempre, então, se não deu valor nao da mais.
A maioria das pessoas quer encontrar um parceiro, mas ninguém conquista uma pessoa maravilhosa sem saber lidar com a turbulência emocional causada pelas rejeições exaustivas, com a tensão sexual reprimida e com a obsessão em olhar fixamente para um celular que nunca toca. Tudo isso faz parte do jogo do amor. É impossível ganhar sem jogar.
Você é uma flor,
a mais preciosa
do jardim do Senhor.
Então não deixe que alguém te regue
com menos
do que merece.
Era uma vez chamado Vale dos Sentimentos. Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com seu nome: alegria, riqueza, sabedoria, determinação.
Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como orgulho, tristeza e vaidade não tinham problemas entre si. Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais bonito de todos os sentimentos. O AMOR. Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele ficavam mudados porque eles sabiam que dentre eles, o amor era o melhor. Porém no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo. E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom... Era a raiva. E a raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale. Por isso, quando acordava de mau humor fazia de tudo para estragar a beleza do lugar.
Certo dia, a raiva teve uma boa idéia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga-prazeres de que se teve notícias. A fumaça da poção tomou conta do lugar, e o vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.
Quando o vale se encheu de raios, chuvas e ventos, todos correram para se proteger. O egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás. A alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A riqueza recolheu tudo que era seu, antes de se abrigar. A tristeza, a sabedoria, a vaidade, todos conseguiram chegar as suas casas a tempo. Todos, menos o amor. Ele estava tão preocupado em ajudar aos outros que acabou ficando pra trás.
Então uma coisa aconteceu. Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o amor. A raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir. Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados. Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar, o que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...
- O que aconteceu com o amor?
- Ele não se mexe...
- Tá tão parado que parece que... Morreu.
Nisso a tristeza começou a chorar. O orgulho não aceitava. Disse que era mentira. A riqueza disse que era um desperdício. E a alegria pela primeira vez, não sorriu.
Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o amor para uní-los, as diferenças apareceram. A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos.
- Ele não morreu. O amor não morreu. Gritaram todos. Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava tempo.
E todos comemoraram porque o amor estava vivo e sempre vai estar, porque não ha nada que acabe com o amor tendo o tempo ao seu lado para ajuda-lo. E sabe o que aconteceu com o amor e o tempo? Eles se uniram e tiveram três filhos: experiência, perdão e compreensão, que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração.
Quando Liesel se foi nesse dia, disse uma coisa com grande constrangimento. Na tradução, lutou com duas palavras gigantescas, carregou-as no ombro e as largou como um par atamancado aos pés de de Ilsa Hermann. Elas caíram de banda, quando a menina deu uma guinada e não pôde mais suportar o peso. Juntas, as duas ficaram no chão, grandes, altas e canhestras.
- Duas Palavras Gigantescas-
sinto muito.
Muito antigamente a gente era feliz, eu sonhava com uma cabana numa praia deserta e você deitado numa rede tomando água de coco. Hoje não tenho mais sonhos, nem praia, nem rede nem agua nenhuma. Hoje só a desilusão me açoita todos os dias por eu ter sonhado um sonho que era mesmo somente um sonho e nunca foi verdade.
A vida acaba quando os sonhos se vão. Enquanto os sonhos fazem parte da nossa vida, há esperanças, quando não, há tormentas e arrependimentos. Hoje você me conhece mais do que nunca e vive me dizendo que estou diferente como quem não gosta do que vê. Que pena meu amor, porque meus olhos pararam no tempo e nunca te vi diferente do dia em que te conheci. Mas, com toda essa névoa que cobre nossas vidas, tenho deixado de ver teu ser como era antes e deixado de pensar como pensava antes e deixado de acreditar no que acreditava antes. Hoje, nem mesmo sei quem sou, para que vivo e por que. Sente o que eu sinto? Não sei mais se sente mesmo ou... Deixar a vida me levar, é o que eu faço hoje, deixo sempre as coisas acontecerem como devem acontecer. Interferir nos planos da vida não está nos meus planos mais. Vou seguir sentindo,pensando em tudo o que ja vivi mas sem sonhar.Sonhos são para aqueles que ainda acreditam que felicidade existe!(05/10/2010)
