Jean la bruyère

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Consta nos astros
Nos signos
Nos búzios
Eu li num anúncio
Eu vi no espelho
Tá lá no evangelho
Garantem os orixás
Serás o meu amor, serás a minha paz.

Ellie: – Quem sou eu para impedi-la?
Riley: – A única pessoa que pode fazer isso.

Você de lá e eu de cá, olhando o mesmo céu, que distância cruel.

Faça uma oração para os que estão lá no céu. Todo o ódio recebido transformou seu espírito em uma pomba. Seu espírito se elevou

O homem que por sua covardia desperta o amor de uma mulher e não tem a força de ama-lá nunca obterá o seu maior valor, por mais que sejas bem sucedido em outras coisas.

"Seja la qual divindade guie minha vida. Senhor, nao deixe que eu morra hoje, mas se o fim chegar antes que eu acorde, eu aceito minha sorte."

Estar lá para uma criança é a coisa mais nobre que um brinquedo pode fazer.

Canção do Sannyasi

Faze vibrar o canto! A onde que nasceu
Lá longe, onde mácula alguma do mundo jamais chegou,
Nas cavernas das montanhas e nas clareiras das frondosas selvas,
Cuja calma nenhuma ânsia de luxúria, fama ou fortuna
Atreveu-se jamais a turvar, lá onde fluía a torrente
De sabedoria, verdade, e a bem-aventurança que as acompanha,
Canta alto este mantra – intrépido Sannyasin! – dize:
“Om tat sat, Om”

Rompe teus grilhões! Laços que te atam
De ouro reluzente ou de metal ordinário,
Amor, ódio; bem, mal; e todas as demais dualidades.
Sabe: escravo é escravo acariciado ou açoitado, nunca liberto.
Pois algemas, embora de ouro, nem por isso
Menos forte são ao encadear.
Então fora com ela – valoroso Sannyasin ! – fala:
“Om tat sat, Om”

Dissipa a obscuridade ! Fogo fátuo que agrega,
Com luz tremeluzente, mais sombra sobre sombra.
Extingue para sempre esta sede de vida que arrasta
A alma, de morte e nascimento, de nascimento a morte.
Conquista tudo, aquele que consquista a si mesmo. Sabe isto não te rendas
Jamais – bravo Sannyasin ! – clama:
“Om tat sat, Om”

“Quem semeia colhe” – dizem – e a causa trará
O inevitável efeito: o bem, bem; o mal, mal, e ninguém
À lei escapa. Pois qualquer que tome uma forma
Tem que aceitar os grilhões. Absolutamente certo ! Contudo, mais além
De nome e forma está o Atman, sempre livre.
Sabe que tu és Aquele – pertinaz Sannyasin – louva:
“Om tat sat, Om”

Ignoram a verdade aqueles que sonham sonhos tão frívolos
Como pai, mãe, filhos, esposa e amigo.
O Eu Supremo assexuado, de quem é pai, de quem é filho?
De quem amigo, de quem inimigo é Ele, que não é senão o Uno?
O Eu Supremo é o todo em tudo, ninguém mais existe.
E tu és Aquele – valente Sannyasin ! – afirma:
“Om tat sat, Om”

Só existe Um: o Liberto, o Conhecedor, o Eu Supremo !
Sem nome, forma ou nódoa.
Nele está Maya, sonhando todo este sonho.
Ele, a testemunha, manifesta-se como natureza e espírito
Sabe que tu és Aquele – denodado Sannyasin ! – exclama:
“Om tat sat, Om”

Onde buscas? Aquela liberdade, amigo, nem este mundo
Nem o outro te podem dar. Vã é tua procura
Em livros e templos. É só tua mão que agarra
A corda que te arrasta. Cessa, portanto, teu lamento,
Solta a amarra – indômito Sannyasin ! – exalta:
“Om tat sat, Om”

Dize: Paz a todos ! De mim não haja risco
Para qualquer ser vivo. Nos que habitam as alturas e
Naqueles que rastejam pelo chão, eu sou o Eu Supremo!
Renuncio a toda vida aqui e além,
A todos os céus, terras e infernos, a todas esperanças e temores.
Corta assim todos os teus laços – arrojado Sannyasin! – brada:
“Om tat sat, Om”

Não te importes mais como este corpo vive ou morre.
Tua tarefa está feita. Deixa que karma te conduza em sua corrente.
Que alguém te ponhas guirlandas e outro te maltrate
Esta carcaça – nada digas! Não pode haver elogio ou vitupério
Onde o que elogia e o elogiado, o caluniador e o caluniado são Um.
Sê, assim tranquilo – destemido Sannyasin! – celebra:
“Om tat sat, Om”

A verdade nunca medra onde habitam luxúria, fama
E cobiça de lucro. Nenhum homem que pensa em mulher
Como esposa pode ser perfeito.
Tampouco aquele que possui o mais ínfimo bem; nem
Aquele ao qual a ira subjuga pode trespassar as portas de Maya.
Portanto, abandona tudo isso – ousado Sannyasin! – glorifica:
“Om tat sat, Om”

Não tenhas casa. Que lar pode te conter, amigo?
O céu é teu teto, a relva teu leito e, alimento,
Aquele que o acaso te traga – bem ou mal cozido – não o julgues.
Comida ou bebida alguma corrompem aquele nobre Eu Supremo
Que se conhece a Si Mesmo. Tal como um rio impetuoso e livre,
Sê sempre tu mesmo – corajoso Sannyasin! – exprima:
“Om tat sat, Om”

Raros são os que conhecem a Verdade. Os demais te odiarão
E rir-se-ão de ti – Ó Grande! – mas não lhes faças caso.
Vai – Ó Livre – de lugar em lugar e ajuda-os
A sair da obscuridade do véu de Maya.
Sem temer a dor e sem buscar prazer,
Transcende a ambos – estóico Sannyasin! – recita:
“Om tat sat, Om”

Assim, dia após dia, até que exaurido o poder de karma,
Libera tua alma para sempre. Não mais nascimento!
Nem eu, nem tu, nem deus, nem homem! O “Eu” tornou-se o Todo,
O Todo é o “Eu”, é Beatitude, Bem-aventurança.
Sabe que tu és Aquele – audaz Sannyasin! – canta:
“Om tat sat, Om”

Se uma criança não pode aprender da maneira que é ensinada, é melhor ensiná-la da maneira que ela pode aprender.

Deve de ser cisma minha
Mas a única maneira ainda
De imaginar a minha vida
É vê-la como um musical dos anos trinta

Legião Urbana
Vamos Fazer Um Filme

⁠Olhe para o céu, é de lá que vem a sua força. É ela que traz paz ao coração e que renova as suas energias.

MuLhEr De VerDaDe é aKeLa
qUe ChEgA En cAsA, vÊ vOcê
JogAnDo vÍdeO GamE e DiZ: pÕe
pRa dOiS!

Tenho vontade de beijá-la ao ponto de tirar seu fôlego. E por fogo nesse seu desejo. Para que arrumar seus cabelos, se vou desmanchá-los com a ventania das minhas caricias? Tire também os brincos, porque não os quero testemunhando as besteiras gostosas que seu ouvido ouvirá. Elias Torres

⁠ESCOLA

Escola é a fonte do conhecimento.
Prepara o homem e a mulher,
pro mundo descarado lá fora.
Notas, são apenas números.
O aprendizado está na força de cada um.
Tirar dez, nem sempre é o melhor resultado.
O melhor é você saber que não depende de números,
para mudar o mundo e espandir seu conhecimento.
Escola é casa, cultura, ensentivo e mais,
é a vida.
Valorize quanto tem tempo.

Seja sua melhor companhia… Seja a mulher com a autoestima lá em cima, seja dona da sua própria história. Seja inverno, seja verão, seja furacão ou calmaria, mas passe como um vendaval, uma ventania. Seja a mulher de salto alto, poderosa, que atrai todos os olhares para si. Que, por onde passa, é notada. Seja mulher de luz própria, de alma iluminada, sorriso tão radiante que irradia como o sol, beleza exuberante que deixa qualquer um de boca aberta. Brilhe, meu bem, brilhe como uma estrela!

Acho que o que estou tentando dizer é que você está lá, em tudo o que sou, em tudo que já fiz, e olhando para trás, eu sei que eu deveria ter dito o quanto você sempre significou para mim.

Wilson Lewis
SPARKS, N. O Casamento. São Paulo: Editora Arqueiro, 2012.

Nota: Frase do personagem do livro "O Casamento" de Nicholas Sparks.

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Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente

Não procuro a perfeição em ninguém...
Por isso não tente encontrá-la em mim...

Irei rumo ao sol, verei milhões de anjos mas sei que você não esta lá!
do que me adianta o paraíso se não a terei lá?

Só quem sabe o que são lá­grimas, só esse sabe o que é amor.

Antero de Quental
Primaveras Românticas