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Jean la bruyère

Cerca de 28976 frases e pensamentos para a busca por Jean la bruyère;

Todos os atos de iniciativa e criação têm uma verdade elementar, e ignorá-la mata incontáveis ideias e incontáveis planos.
No momento em que a pessoa realmente assume um compromisso, a providência também se põe em movimento.
Todos os tipos de coisas acontecem para ajudar a pessoa, coisas que nunca teriam acontecido de outra forma.
Toda uma corrente de eventos resulta da decisão, gerando em seu favor todos os tipos de encontros e incidentes imprevistos, e ajuda material, que ninguém sonharia que pudesse estar em seu caminho.
Seja o que for que você faça ou sonha em fazer, comece.
A audácia tem força, poder e magia.
Comece agora.

E quem disse que a verdade é bela mentiu. belo é ter coragem pra dizê-la.

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.

E essa chuva cai lá fora
Se funde com as minhas lagrimas aqui dentro...
É assim no meio dessa chuva que me da vontade fugir...
Correr para um lugar melhor...
Onde exista apenas eu e eu...
Onde eu posso olhar as nuvens e contar as estrelas...
Quero sentir falta de sentir falta
Ninguém no mundo compreende o que eu sinto
Ate que sinta também...
Fácil falar de sentimentos
Difícil controla-los e agrega-los a onde queremos...
Sentimentos uma mistura de emoções
Queria eu poder controlá-los...
Nada que eu fale expressara o que realmente sinto
Amei como um dia eu amei
Sofra como um dia eu sofri
Que saberás por que tanta amargura assim...
Um dia quem sabe poderá sentar e ler o poema de
Pequena garota que sabia que podia fazer você sorrir
Mais que em segundos com poucas palavras fazer-te
Chorar...
“Não escrevo o que você quer ler, escrevo o que tenho para escrever”

Eu quero, certo? Não sei se devo, também não sei se posso. Se é permitido? Sei lá, acho que também não sei o que é dever ou poder, mas agora estou sabendo de um jeito muito claro o que é precisar, certo? E quando a gente precisa, não importa que seja proibido. Querer? Querer a gente inventa.

Em alguma parte la atrás eu aprendi que não existem cordeiros,apenas lobos disfarçados.

A Filosofia é uma atividade permanente de esclarecimento. Não se pode reduzi-la a um esclarecimento da linguagem, como pretendeu a escola analítica. Porque, por trás da linguagem, existem questões reais substantivas, pessoas de carne e osso, e assim por diante. Tratar tudo isto apenas como análise da linguagem é o mesmo que confundir a comida de um restaurante com o cardápio. Quando o dono do restaurante fala para o seu cozinheiro "Nós temos que modificar o nosso cardápio", o cozinheiro faz novas comidas reais. Não simplesmente pega o cardápio e decide escrever tudo diferente.
Quando o dono fala em modificar o cardápio, está raciocinando metonimicamente. Não é modificar o cardápio em si, mas as comidas que estão referidas no cardápio. O que os filósofos fazem é isto. Não estão reformulando somente o cardápio, mas estão colocando dentro da lista novos elementos que não existiam ou não tinham sido percebidos antes.
Esta é a finalidade da Filosofia, o esclarecimento permanente das questões tal como se apresentam concretamente na cultura e na vida humana, e não somente na linguagem. Obviamente, a análise da linguagem faz parte disto, mas como um instrumento auxiliar cuja importância não deve ser muito enfatizada ou exagerada. Porque a maior parte dos elementos que você lida são elementos que ainda não têm uma formulação linguística, são elementos de experiência interior e exterior que às vezes escapam da expressão linguística. Por exemplo, quando apareceram os fenômenos das duas guerras mundiais e das tiranias totalitárias, impondo aos seres humanos uma quantidade de sofrimento e de situações absurdas que elas não conseguiam expressar verbalmente. Se você ler hoje a obra de Alexander Zinoviev, professor de Lógica Matemática, perceberá que ele usa o seu instrumental lógico para criar uma nova linguagem capaz de descrever o que a situação real vivida pelos cidadãos do Império Soviético. Experiência que, portanto, transcendia os meios linguísticos de expressão dos próprios personagens que estavam vivendo. Como poderia ser isto uma mera análise da linguagem se a linguagem para expressar aquilo não existia no momento? Tratava-se, sobretudo de sentimentos e vivências mudas do coração humano que Zinoviev puxará de dentro da alma humana para uma expressão linguística finalmente. E é evidente que a análise da linguagem de Zinoviev não é a mesma que o próprio Zinoviev está fazendo dos acontecimentos e das experiências reais.
A filosofia analítica é uma filosofia de brinquedo, que transforma as questões mais temíveis da existência humana em meros jogos de linguagem. Isto é bom para quem quer ficar se divertindo em casa, mas não para quem quer meter a mão na massa. É um divertimento acadêmico apenas. Às vezes, produz algo de real utilidade, não se pode negar. Quando eu digo que a função da filosofia é lançar luz sobre estas questões reais, então não estou me referindo a meras questões de linguagem ou de lógica. A própria lógica como disciplina científica é um dos dados da situação social e existencial que estamos vivendo. Ela tem uma função dentro, entre outros, do universo da ciência e da tecnologia, e é, por assim dizer, uma força social. Então tem que ser analisada também como força social e não somente dentro dos detalhes formais da própria lógica.

Já viu um elefante esperando do lado de fora da tenda de um circo? Ele fica lá parado, pacientemente, preso apenas por uma corda junto a uma estaca no chão. Por que o elefante simplesmente não puxa fora a estaca e parte para a liberdade? Com certeza tem força de sobra para isso.
Quanto o elefante é ainda jovem, a estaca dá conta dele. Na verdade, o animal usa todo o seu vigor para tentar se libertar, friccionando e ferindo a sua perna nessa processo. Logo ele se habitua a não tentar mais puxar a estaca, e passa a acreditar para sempre que não consegue. Não somos muito parecidos com o elefante? Não existem coisas em sua vida que o impedem, e que na verdade não te o poder para tanto?
Limites são colocados sobre nós todos os dias. Dia após dia podemos escolher aceita-los ou rejeita-los.
Creio que todos nós fomos feitos de propósito, e para um propósito. E para alcançar tal propósito precisamos “arrancar a estaca fora” e correr.

Má oi, ma vem pra cá vai pra lá vem.

Caminhe com confiança e ousadia...
Há uma mão lá em cima que o ajudará a avançar.

Mesmo que eu precise me preocupar em perdê-la todos os dias, quero tê-la na minha vida. Mesmo que isso parta meu coração, porque é um sonho que não pode se realizar, eu gostaria, sinceramente, de sonhar com o futuro.

Vida

A vida é um prestígio que Deus nos deu,
saiba usá-la, plante sua árvore da vida,
e viverá eternamente.

La fora uma garoa fina e insistente, aqui dentro, nossa, um diluvio

O bom da vida é saber vivê-la.
Um cantinho para si.
Amigos pra conversar.
Violão.
Um grande amor.
O bom da vida é saber vê-la.
Observar.
Saltar obstáculos.
Construir seu próprio castelo.
O bom da vida é saber salvá-la.
Conciencia.
Paciencia.
Determinação.
O bom da vida é poesia.
É alegria.
É fantasia.
O bom da vida é sonhar.
Analizar.
Realizar.
O bom da vida é ser.
Como quem é sempre ser, sendo.
A si.
Alí.
A vida.
Vivida.

Eu pensei comigo mesma porque ninguém havia visto ele em pé lá longe, antes que
ele estivesse de repente, impossivelmente salvando a minha vida. Com pesar, eu me
dei conta da possível causa - ninguém estava tão consciente da presença de Edward
quanto eu estava. Ninguém mais observava ele como eu. Que pena.

Bella Swan
Crepúsculo

Sopre as Cinzas!!!
Quem feriu você, já feriu e já passou.
Lá na frente encontrará o inevitável retorno e pelas mãos de outrém será ferido também.
A vida se encarregará de dar-lhe o troco e você, talvez, jamais fique sabendo.
O que importa de verdade é o que você sentiu e, mais importante, é o que ainda você sente...MÁGOA? RANCOR? RESSENTIMENTO? ÓDIO?
Você consegui perceber que esses sentimentos foram escolhidos por você???
Somos nós que escolhemos o que sentir diante das agressões e de ofensas.
Quem nós faz mal é responsável pelo seu ato, mas nós somos responsáveis pelo que sentimos.
Essa responsabilidade tem a ver com o AMOR que sentimos por nós mesmos.
O ofensor fez o que fez e o momento passou, mas o que ficou ai dentro de você?
Mágoa - você sabia que de todas as drogas, ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde, JOGUE-A FORA.
Rancor - ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível. Dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças cujas origens nem suspeitará.
Ressentimento - pois imagine-se vivendo dentro de um ambiente poluído, enfumaçado, repleto de bactérias e de incontáveis tipos de virus. É isso que seu coração e seus pulmões estão tentando aguentar.
Até quando você acha que eles vão resistir?
Ódio - seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito com esse venono, que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e talvez, muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.
Para o seu bem...PERDOE.
O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz.
Esqueça o mal que lhe foi feito.
Deixe que seu ofensor lembre-se dele através das consequências com que,certamente, virá arcar.
Mude seu destino...seja o comandante da sua NAU!!!
Escolha o melhor caminho para sua "VIAGEM"
E se outras vezes o ferirem, PERDOE...PERDOE.

Não é bem assim...


Muita gente acha que sou fria no meu modo de pensar e agir...
Mas... acredite... não misturo minha vida pessoal com minha vida profissional...
Aprendi a fazer isso na "porrada"...
Durante o meu dia... posso pensar muito em você... e até sorrio... mas meu trabalho está em primeiro lugar nessa hora...
Quando estou em casa... ai sim... posso até me afogar nos meus pensamentos...
E se acha que sofro por você... e isso te angustia... como você mesmo disse... relaxa...
não é bem assim...
Sofrimento é doença... e se choro quando penso em você... choro por ser normal...
Mas não paro minha vida...
Sei o quanto sou especial...
Na verdade você já sabe o quanto quero você comigo... o quanto adoro você...
Mas você se sente pequeno... um lixo...
Você mesmo disse isso... e só me resta respeitar...
Aqui não existe proposta... e sim vida...
Fica ao seu entender...
Aqui não existe sonho... é realidade pura
Aqui não existe o "não posso fazer"... ou então... "acho que não vai dar certo"...
Aqui se faz... se acredita... podemos ficar mal algum mês do ano... mas a vida inteira?
Nem pensar... não faz parte do meu ser... (graças a Deus)
Se você quer ser meu... e me quer para você... estou aqui...
Se não... vamos ser sinceros... e resolver o que queremos...
"um caso..."
"Um de x em quando"...
Mas sem cobranças...

A gente não percebe o amor que se perde aos poucos sem virar carinho. Guardar lá dentro, o amor, não impede que ele empedre, mesmo crendo-se infinito.
Tornar o amor real é expulsá-lo de você, pra que ele possa ser de alguém...
Somos se pudermos ser ainda. Fomos donos do hoje que não há mais..
Ouve o que houve, e o que escondem em vão, os pensamentos...Que preferem calar, se não..Irá nos ferir um
não,mas quem não quer dizer tchau.

DESESPERANÇA
Enquanto minha rosa morre,
sofro por nao poder salvá-la
É estranho, mas sentimento é bom
Acho que o sofrimento é necessário,
Será que gosto da Dor?
Será que sua morte me faz bem?
Ou Será que faz mal e eu nao consigo decifrar?

Não sei, minha rosa morre,
E eu continuo olhando-a
Não faço nada, gosto...

O primeiro sentido da vida é senti-la, o segundo, vivê-la e o terceiro: conseguir realizar continuamente os dois.