Jean la bruyère
Imagine que Fred olhe pela janela e diga: “O solo lá fora está úmido. Deve ter chovido.” Ele está dando um argumento. O que deveríamos pensar disso? Poderíamos dizer:
Oh, querido, como o pobre Fred é medíocre! Ele obviamente está afirmando o seguinte: se chove, o solo fica úmido; o solo está úmido, portanto choveu. Se ele alguma vez tivesse frequentado um curso de lógica e erística ele saberia que ele acabou de cometer a falácia da afirmação do consequente!
Sim, poderíamos dizer isso, mas (parafraseando Haldeman parafraseando Nixon) isso seria um erro. É simplesmente desarrazoado e, na verdade, injusto, acusar Fred de cometer uma falácia assim tão flagrante quando uma interpretação alternativa deste argumento está prontamente disponível. Pois, embora Fred pudesse estar raciocinando dedutivamente e cometendo a falácia em questão, o mais provável é que ele estivesse raciocinando indutivamente, mais ou menos da seguinte maneira:
Quando o solo descoberto fica úmido, a chuva é a causa usual, conquanto ocasionalmente existam outras razões, como uma inundação. O solo de meu quintal está úmido agora e não há razão para pensar que alguma destas outras causas possíveis estejam operando, e uma boa razão para pensar que elas não estão. De maneira que é bastante provável que tenha chovido.
Obviamente este é um exemplo perfeitamente respeitável de raciocínio probabilístico, e o que os logicistas chamam de “princípio da caridade” exige que presumamos que Fred tinha algo como isso em mente, em vez da interpretação alternativa falaciosa, a menos que estejamos de posse de fortes evidências em contrário. Se falhamos em proceder assim, somos culpados do tipo de irracionalidade de que estaríamos acusando Fred.
Bom dia!
Vamos lá, para mais uma jornada...
Como é bom olhar para a
vida e simplesmente agradecer por não ter nenhuma exigência, apenas
motivos para sentir a grandiosidade do existir.
"Se fossemos ilustrar a vida na arte, qual melhor maneira de apresentar-la na realidade sensível? Um pouco de contexto, olhos que veem o belo no que é ou no horror; faz nos sentimos mais próximos; do que as realidades fantasiosas, sem coesão do que é real e verdadeiro, do irreal e falso; havendo uma grande diferença em transmiti-las com os valores em ambas às avessas, sem ser por arte; mas por uma má fé desprovida de sua essência do trabalho artístico e da obra prima; por convencimento do leitor as ilusões do artista, do que poderia ser possível ou imaginável em um plano traçado."
Eterna namorada.
Ela só queria ser amada ao máximo, se queria contrária-la era chama-la pelo nome, tinha que ser amor, nem outra denominação ou palavra, mesmo sem fôlego, sem ar, sem força ela queria experimentar cada sabor da vida, cada detalhe, cada visita dos passarinhos, cada gota de chuva, cada aroma de flor, cada folha caindo e carinho. Dava gosto ouvi-la falar de suas dores e alegrias de sua vida e de seus amores. Falar dela em pouco tempo é dizer que a vida com ela não valeu a pena, mas não é verdade cada segundo ao lado dela foi como uma eternidade de amor, se foi morrendo de medo de ir, não teve como não ir, foi e levou consigo todo meu amor, até no seu último suspiro, foi sem saber, foi sem dor, sem medo e com muita coragem, levando consigo toda sua dor, deixando em mim todo seu amor.
A Enxada é a Tecnologia. Saber usá-la do modo certo, no solo certo, para abrir o berço certo, no tempo certo, para a semente certa, é a Ciência.
Escrito pra Você - Stefany e Felipe Mariano
Foi lá no Camping El Shadai
Que conhecemos Felipe e Stefany Mariano
Com sua Kombihome do churrasco
Novas amizades nesse novo ano
Com um lanche de hambúrguer top
Jovens batalhadores de Sorocaba
Empreender é o lema deles
E com sua Kombi vivem na estrada
Cheios de história pra contar
Esse casal é gente boa, muito legal
Dividimos o carro e uma pizza, um sorvete fomos tomar
E contaram seu objetivo: morar no litoral
Caraguatatuba é uma cidade tranquila
Acolhedora e de boas amizades
E lá fizemos esses amigos
Que nos identificamos de verdade
Que não haja limites para seus sonhos
O mundo podem conquistar
Que cruzemos com Mariano BBQ por ai
Muitas vezes, em qualquer lugar
"Felicidade é algo que está dentro de nós e quando conseguimos senti-la nos tornamos pessoas completas."
A verdadeira liberdade é encontrar a felicidade no trabalho que amamos, pois é lá que nossa paixão se transforma em propósito e nossos sonhos ganham asas.
(La Vita)
A vida é um constante desabrochar,
Um dia despertas radiante e em plenitude,
Outros, como dias cinzentos, sem cores e sem flores.
Há dias em que tudo resplandece,
A essência brilha, o amor floresce.
A vida desdobra-se em caminhos diversos,
Cabe a nós escolher a senda a seguir.
Às vezes, na obscuridade, encontramos clareza,
Transbordamos a luz divina que nos habita.
A luz reside em nós, é nosso dever irradiá-la.
Ouvimos que precisamos de motivação para existir,
Mas, no silêncio, encontramos a resposta:
“Acredite em si e nos que te protegem,
Pois nem todos desejam ver a tua luz.”
A esperança nos impulsiona para o novo,
Compreendemos que há energias afins.
Às vezes, não necessitamos de certezas,
Basta crer na possibilidade.
Assim, a vida é um eterno desabrochar,
Cabe a nós florescer.
O determinante de uma escolha não sendo maior que as renúncias, será insuficiente para decidi-la. O aprofundamento de uma decisão é intrínseco ao sentimento, se decidires com alma e harmonia, as consequências não serão maiores que a sua vontade.
Cabe a ti decidir: Para quê.
"A vida lá fora continua a mesma.
Volúvel, descontinua e incompleta.
Em cada esquina corpos armados se cruzam.
(A paz será sempre duvidada.)
E no tráfego, buzinas velozes
Antecipam a morte."
Rogério Pacheco
Poema: Miragens da vida
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
*Os médicos não dizem; mas vou dizer: É MELHOR SER EXECUTADO (corre pra lá e pra cá, para ganhar a vida), DO QUE EXECUTIVO (que senta na poltrona o dia todo, acumulado gordura). Executado, o coração agradece, contudo o bolso reclama"
(...)
Tenho que admitir
A violência lá fora que tanto me dá calafrios, mora em mim
Não importa de onde veio
Ela também vive aqui
(...)
Sim, tenho lama em mim
Tem sujeira aqui
E às vezes ela transborda
Só posso dizer que sinto muito
La Description du Poète
Um corpo extenso, tez alongada e alta,
E, homem, chorando vivo incessantemente.
Dos meus dez anos, na vida rude, a falta,
Perdi a mãe, talvez por desígnio da Mente.
A alma aparenta-se inclinada, cônscia
De dores maternais e tumultos extremos;
Em meu cérebro, a ideia, não vã, propícia,
De esperanças e triunfos supremos.
Nenhum livro me escapa ao ardor da mente,
Mas, ah! Conhecimento, que pura ilusão!
Nenhuma dor ou pranto silente,
Pode esconder-me o fúnebre caixão
Da triste esperança, eterna e persistente,
Nos olhos mortos do meu coração.
Um poeta, cujo olhar nos céus se encontra,
Reflete em nuvens sua ambiciosa visão;
Uma erudição que em vão se desponta,
E, em vasta escala, uma férrea solidão.
Poeta visionário, sem mente sombria,
Vislumbra o amor no mundo em sua dor.
Mas, em seu tempo, é uma alma vazia
Sem saber se é criatura ou criador.
"A arte está em conquistar uma mulher, mas o verdadeiro dom está em amá-la com todo o coração, compreensão e dedicação."
