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Amor é uma palavra desconexa e sem função
hoje, só me resta o vazio e a certeza que sempre tive de que o amor é o sentimento abstrato que fere a alma e sangra o peito facada a facada quando retorna ao seu estado invisível. 
O eco das promessas que murcham na boca de quem diz:
" eu te amo" é veneno disfarçado no amor, imperceptível.
O amor é uma farsa disfarçada de bondade, mas repleta de maldade. 
O amor Ă© uma abstração que corrĂłi a alma ingĂȘnua e belisĂĄria que 
acredita e se entrega ao que nĂŁo tem existĂȘncia concreta 
sentimento inverso que converte "amago" em "amargo" –
na desmoralização gradual, em um gelo que incendeia por dentro.
Esse maldito sentimento não existe, mas é devastador. 
e na sua partida desfaz-se como teia de aranha ao vento.
E a quem acredita em algo imaginĂĄrio e vago
Resta a navalha da dor, o desespero que rĂłi os ossos,
O abismo que engole cada palavra doce em nome do amor 
que julgo ser a ferida que sangra abstração.
É a armadilha e o voto que se desfaz sem, existir 
Não acredito porque nada sobra quando o desejo evapora 
O inexistente amor é o que mais dilacera coração
transformando sonhos bonitos em desilusĂŁo

As pessoas sorriem para vocĂȘ o tempo todo.
Mais isso Ă© sĂł o que vocĂȘ pode ver.

Nem todo mundo vai saber lidar com o teu coração. Tem gente que sĂł ama o fĂĄcil
 e vocĂȘ Ă© intensidade demais pra pouco esforço. Quem Ă© profundo nĂŁo cabe em raso.

Só me diga o que aconteceu, porque se não eu invento um milhão de situaçÔes e em todas elas eu estou errada.

“O que adianta sonhar com aquilo que vocĂȘ nĂŁo corre atrĂĄs?
Não só sonhe, faça.
Todos temos grandes sonhos; o que lhe diferencia dos outros Ă© o primeiro passo para concretizĂĄ-los.”


-Isaac C.P. Ribeiro

Uma mesa farta de comida sĂł alimenta o corpo; Ă© a mesa cheia de afetos que verdadeiramente nutre a alma.

Para fazer tudo novo sĂł Ă© necessĂĄrio um novo amanhecer, acordar de novo Ă© uma nova oportunidade de crescer.

⁠"Sou um homem simples de desejos simples, mas de pensamentos complexos. Só existiram duas pessoas capazes de me compreender, e elas jå não existem mais. Me sinto sozinho todos os dias, agradeço por ser humano, até porque eu não seria capaz de suportar a eternidade de solidão e incompreensão, ver mundos e estrelas desaparecerem, seres tão interessantes e diversos."
Ian Vioto querubim

Nem toda discussĂŁo merece permanĂȘncia. Tem debate que nĂŁo busca verdade, sĂł palco, atrito e desgaste. AĂ­ sair nĂŁo Ă© fraqueza; Ă© higiene mental.

Eu sĂł queria ser eu mesma quando nĂŁo tenho mais nada para ser. E ainda que eu nĂŁo seja, continuo sendo sem querer.

uma parte de mim Ă© chama salvaguarda, e a outra universo onde estĂĄ o sĂł.

"Ramos do Meu Coração"

No jardim da minha vida, sĂł uma flor brota
a tua imagem, que o meu coração acalenta.
Hoje te trago ramos que eu mesmo cultivei,
cada pétalo é um sonho que por ti sente.

As rosas vermelhas sĂŁo o fogo do meu peito,
que arde sĂł por ti, sem medir a intensidade.
As margaridas brancas sĂŁo a paz que te desejo,
e a promessa de cuidar com ternura e humildade.

O jazmim traz o aroma do nosso primeiro encontro,
quando o mundo parou e sĂł nĂłs dois existimos.
As violetas falam da lealdade que te ofereço,
um amor que cresce forte, mesmo nos abismos.

NĂŁo hĂĄ gesto maior que entregar essas flores,
pois elas carregam todo o meu ser.
Quero que saibas: sou teu, hoje e sempre,
tu és a razão do meu viver, a flor que eu escolhi querer.

"Ninguém deve construir a casa da 'justiça' para que outro venha habitå-la; isso, por si só, jå seria uma forma de injustiça. Tal construção só se justifica no coletivo, para todos, ou no ùmbito individual, para si mesmo. Pois, nesse sentido, cada um tem o dever de zelar pela justiça em seu próprio ambiente e contribuir para essa edificação." (Juliano Assis)

É SÓ UMA REFLEXÃO I


As pessoas do passado sempre tiveram as mesmas expressĂ”es e comportamentos de hoje. O mesmo jeito de franzir a testa diante de uma notĂ­cia inesperada no rĂĄdio da padaria, a mesma curva nos lĂĄbios ao sentir o cheiro do cafĂ© passado na cozinha da infĂąncia ou aquela paçoca pilada na hora pela avĂł. O tempo nĂŁo apaga o ser estranho que somos, nem o muda na sua essĂȘncia; ele apenas desbota as bordas da fotografia, mas o sorriso, aquele, continua sendo o mesmo...


Todos caminhamos pelas mesmas veredas do ontem, com aquelas flores sem cor que margeiam o asfalto dos nossos dias junto aquelas fotos sorridentes. E, de repente, sem aviso, sempre encontramos pessoas que nos fazem lembrar de quem fomos, de quem somos, como se o espelho do passado surgisse na fila do supermercado ou na pressa do ponto de ĂŽnibus. O reflexo somos nos mesmo. Somos os responsĂĄveis pelos nossos atos...


Ventos balançando os cabelos, trazendo aquele cheiro de terra molhada que anuncia a chuva ou o aroma distante de um jasmim. ExpressĂ”es com aquela mistura de sons e tristeza no olhar, como se a pessoa guardasse dentro de si o eco de uma mĂșsica antiga e a poeira de um caminho hĂĄ muito nĂŁo percorrido. Os olhos fixos nos retĂąngulos da vida, nas telas que brilham, nos livros abertos sobre a mesa, nas janelas dos prĂ©dios que testemunham silenciosos nossas alegrias e derrotas...


Às vezes um sorriso atravessa o cansaço do rosto, ou quem sabe um momento bobo, um riso solto no almoço de domingo, misturado com as lembranças dos bons momentos que teimam em ecoar. Estamos, hoje, debaixo das mesmas ĂĄrvores das milhares existentes no mundo, sentindo a mesma sombra que acolheu nossos pais e amigos que se foram. Elas estĂŁo ali, silenciosas ou espantadas com o vento, fazendo parte de um dia de chuva, suas folhas sendo o Ășnico teto para os pĂĄssaros e nossas memĂłrias mais antigas forçando uma lĂĄgrima embaixo de tanto poderio...


Às vezes, passar um tempo longe de um lugar ou de um rosto vira sinĂŽnimo daquela saudade que sĂł sentimos poucas vezes no ano, como alguns feriados da alma. Adoro, simplesmente adoro ver essas expressĂ”es que se distraem em meio a tantas, um olhar perdido no horizonte enquanto o corpo parado espera o sinal abrir. E saber, com uma certeza calma, que sempre estivemos lĂĄ, na essĂȘncia do mundo, correndo em meio Ă s ĂĄrvores dos parques, da selva, na pressa da juventude que fomos um dia, e na calmaria dos ventos que, ainda sopra em nĂłs o cheiro de uma saudade que sempre vem...


--- Risomar SĂ­rley da Silva ---

A dor ensina o que o prazer nĂŁo explica: que a gente sĂł valoriza o brilho do sol depois de aprender a caminhar no escuro. NĂŁo Ă© sobre sofrer, Ă© sobre entender que cada cicatriz Ă©, na verdade, o mapa de uma nova alegria.

O mar tem muitas histĂłrias. Tem. Dizem. Mas eu sĂł lhe pergunto pelas ĂĄguas.


JoĂŁo Lins Caldas

A dor de um coração partido


Esse sentimento só alcança aqueles que se entregam, se permitem ficar vulneråveis e escolhem acreditar no amor.


E quem na terra merece mais amor do que as pessoas que estĂŁo dispostas a chorar por ele?


NĂŁo Ă© fraqueza nem tolice. É coragem...

O objeto a priori permanece, mas sĂł ganha existĂȘncia simbĂłlica quando interpretado.

A vida nunca para. Às vezes só precisa tirar o excesso, ajustar o ritmo e deixar o mínimo dizer o que importa.

Saca sĂł o Brasil... a polĂ­tica de esquerda lĂĄ Ă© um negĂłcio incrĂ­vel! Eles nĂŁo contratam um economista, eles contratam um mĂĄgico! O Ministro da Fazenda sempre tem esse superpoder: ele move todo nĂșmero zero para a esquerda! VocĂȘ jĂĄ viu isso?! O cara olha para um milhĂŁo e — POW! — o zero mudou de lado e agora vocĂȘ deve atĂ© a alma!
E o plano de combate Ă  pobreza deles? É sensacional: eles imprimem esperança! É isso aĂ­! 'NĂŁo temos dinheiro, mas temos muita... vibração positiva!' E a conta? Ah, a conta vai para os seus bisnetos! É o crime perfeito! VocĂȘ gasta o dinheiro agora e manda o boleto para um moleque que nem nasceu! Por que? Porque o moleque nĂŁo pode protestar! VocĂȘ jĂĄ viu um feto com um cartaz na mĂŁo gritando 'Responsabilidade Fiscal'? NĂŁo! Ele tĂĄ ocupado demais tentando ganhar dedos! Enquanto ele cresce, o governo jĂĄ passou o cartĂŁo de crĂ©dito na cara dele!