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A paz que vocĂȘ tanto almeja estĂĄ mais acessĂvel do que pensa. Esse desejado estado mental sĂł serĂĄ alcançado ao controlar seus pensamentos e afastar tudo o que nĂŁo Ă© essencial e parar com previsĂ”es negativas que podem nunca acontecer.
SĂł sei que nada sei, talvez um dia saberei... NĂŁo sei!
Um dia deste mundo partirei!
E o que nĂŁo sei...Comigo levarei!! đ
â Quem escolhe acreditar no que lhe convĂ©m, se arrisca em viver sĂł de mentiras. Por um lado Ă© bom, porque sĂŁo menos nocivas que as convicçÔes.
Aqueles que sĂł VeĂȘm Defeitos no PrĂłximo,SĂŁo Aqueles que NĂŁo Conhecem ou Conhecem e nĂŁo Usam o Fundamento de [RESPEITAR].
HĂĄ alturas que sĂł se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho â um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.
Aprender a ser grande nĂŁo tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chĂŁo, de baixo, da inocĂȘncia que a pressa desaprende. O olhar das crianças nĂŁo mede, nĂŁo julga, nĂŁo calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.
Ajoelhar Ă© um gesto sagrado: Ă© dizer ao universo que nĂŁo se esqueceu de onde veio. Ă lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda nĂŁo tĂȘm forma.
Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.
â Douglas Duarte de Almeida
Os julgamentos sĂŁo cartas que enviamos a nĂłs mesmos, sĂł que em envelopes com o nome dos outros.
(Douglas Duarte de Almeida)
NĂŁo Ă© uma despedida, Ă© sĂł uma hipĂłtese â dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que Ă© finito.
Se um dia eu fo, aliĂĄs, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. JĂĄ pedi perdĂŁo demais por ser intenso, por sentir demais, por nĂŁo caber nos silĂȘncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essĂȘncia pra parecer leve.
NĂŁo quero ser lembrado por âter sido bomâ, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fĂ© com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguĂ©m, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso jĂĄ me basta. NĂŁo deixo herança: deixo faĂsca. Se ela acender em alguĂ©m, sigo vivo.
E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual â porque o amor, no fim, Ă© o Ășltimo idioma antes do silĂȘncio.
(Douglas Duarte de Almeida)
Domingo nĂŁo pede pressa, o mundo desacelera sĂł pra ver se vocĂȘ repara que viver Ă s vezes Ă© isso: um instante que, no prĂłximo segundo, jĂĄ Ă© outro instante.
Enquanto as pessoas estão murmurando pelo que sou e pelo que não sou, eu vou dando graças só por existir.
Nem tudo nessa vida Ă© o que vocĂȘ pensa, sĂł falo uma coisa, nunca se apegue Ă s pessoas porque ninguĂ©m Ă© pra sempre. Reflita, famĂlia.
Os homens só podem possuir bons ou maus coraçÔes.
JĂĄ as mulheres... estas podem possuir do que quiser.
Tem gente que fala que nĂŁo gosta de mim, mas a Ășnica coisa que sabe de mim Ă© o meu nome (e sĂł o primeiro, pra variar).
Pessoas sĂŁo como livros, sĂł que algumas tem as pĂĄginas fora da ordem, talvez pelo "cross over" dos cromossomas, talvez isso explica a desordem inata no comportamento de alguns.
â âTe amo tanto, mas nĂŁo te amo ainda.
Quisera eu ter o seu amor sĂł pra mim, mas ainda Ă© cedo... Ă cedo para se encontrar e nos amar.
Guarda o teu amor dentro de um potinho aĂ, que daqui o seu jĂĄ estĂĄ guardado, e quando eu te encontrar o meu coração eu vou lhe dar para que entĂŁo, finalmente, nĂłs possamos nos amar e nos enamorar.â
