đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â SĂł vocĂȘ
Pra entender o que eu preciso
Pra fazer eterno o que eu sinto
E me envolver no seu coração
SĂł vocĂȘ
Pra esperar junto comigo
Pra que eu seja seu abrigo
Seu amigo e seu amor
SĂł vocĂȘ
Pra sonhar junto
E colorir tudo
Como se hoje fosse amanhĂŁ
SĂł vocĂȘ
Que sabe bem do meu mundo
Que dança e corre no meu coração.
Borboleta só leva e releva o que é leve, o que é pesado elas até tocam, porém deixa quieto porque o fardo não lhe pertence.
O burro sozinho Ă© sĂł um burro. O burro dentro da burricada Ă© um importante integrante da comunidade.
Romance Ă© fantasia.
Só funciona quando alguém escreve o roteiro.
PaixĂŁo Ă© ilusĂŁo.
A gente se apaixona pelo que falta em nĂłs,
nĂŁo pelo que o outro Ă©.
Quando a ilusĂŁo acaba,
nĂŁo acaba o amor.
Acaba a mentira.
E aĂ vem a pergunta
que ninguém quer responder:
VocĂȘ ama
ou sĂł gostava de nĂŁo estar sozinho?
Amor é construção.
Cansa.
DĂĄ trabalho.
Obriga a escolher todos os dias
a mesma pessoa.
Quando um cai, o outro ajuda.
Mas Ă s vezes
os dois estĂŁo caĂdos
e ninguém fala sobre isso.
Talvez amor nĂŁo seja felicidade.
Talvez seja responsabilidade.
E talvez
nem todo mundo
queira amar de verdade
Ă como se nada fosse meu,
me vejo sĂł, tolo plebeu
querendo um coração roubar,
mas deixo a alma toda falar.
Tipo Claudinho e Buchecha,
um romance preso na cabeça,
mas minhas prĂłprias incertezas
me prendem na maior fraqueza.
Eu toco o violĂŁo pra fugir,
mas me vejo como Marta a subirâŠ
e logo depois sou Kuririn,
caindo sem saber onde ir.
E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito sĂł pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano apĂłs anoâŠ
mas meu mundo virou outro enredo,
Capitão sem América, rindo do próprio medo.
As teias que deviam me segurar
viraram corda no naufragar.
Poseidon tentou me resgatar,
mas nem a sereia eu pude enxergar.
Fui branca de neve sem a cura,
Frost nem viu a minha lua.
Quis ser gelo sĂł pra me esconder,
mas o mundo nĂŁo conseguiu me ver.
As luzes todas querem brilhar,
a minha Ă© faĂsca pronta a apagarâŠ
minha ViĂșva Negra a decidir
dar âgame overâ no que restou de mim.
E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito sĂł pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano apĂłs anoâŠ
mas meu filme nĂŁo teve final,
me perdi no meu prĂłprio mundo real.
O que tirou sua paz ontem,
nĂŁo pode tirar sua paz hoje,
pois o ontem Ă© passado
e o hoje sĂł depende de vocĂȘ.
Minha solidĂŁo nĂŁo tem nada haver com presença ou ausĂȘncia de pessoas. Detesto quem me rouba a solidĂŁo sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.
Texto de Friedrich Nietzsche
A solidĂŁo, no pensamento que atravessa essa frase, nĂŁo Ă© carĂȘncia, mas territĂłrio interior. Ela nĂŁo nasce da ausĂȘncia de pessoas, e sim da ausĂȘncia de sentido. Estar sĂł, nesse horizonte, Ă© estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidĂŁo qualitativa, nĂŁo quantitativa.
Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidĂŁo, revela que a solidĂŁo Ă© um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivĂduo pensa sem concessĂ”es, cria sem aplausos e se confronta com suas prĂłprias alturas e abismos. Roubar a solidĂŁo Ă© invadir esse espaço com superficialidade, ruĂdo e expectativas vazias. Ă ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.
A âverdadeira companhiaâ nĂŁo se mede pela proximidade fĂsica nem pela frequĂȘncia da convivĂȘncia, mas pela capacidade de presença real. Ă aquela que nĂŁo distrai do essencial, mas aprofunda; que nĂŁo exige mĂĄscaras, mas permite silĂȘncio; que nĂŁo dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos sĂŁo capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.
Nesse sentido, a solidĂŁo nietzschiana nĂŁo Ă© isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. Ă a condição necessĂĄria para o surgimento do pensamento autĂȘntico e da vida criadora. O espĂrito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidĂŁo nĂŁo por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem nĂŁo suporta a prĂłpria solidĂŁo dificilmente suportarĂĄ a profundidade do outro.
A crĂtica de Nietzsche, portanto, nĂŁo Ă© contra as pessoas, mas contra as relaçÔes vazias. Ele denuncia a convivĂȘncia que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas nĂŁo comunica; que ocupa, mas nĂŁo acompanha. Essas presenças sĂŁo mais solitĂĄrias do que o silĂȘncio.
Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar sĂł e com o estar junto. Talvez a verdadeira questĂŁo nĂŁo seja evitar a solidĂŁo, mas aprender a habitĂĄ-la. E, a partir dela, escolher companhias que nĂŁo nos afastem de nĂłs mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais Ăntimo: a integridade do nosso ser.
â A beleza exterior Ă© como um retrato, sĂł podemos admirar, mas a beleza interior esta sim podemos chegar a ela e amar, pois Ă© eterna
Hå forças que só se revelam quando o chão cede. Enquanto tudo sustenta, o ser dorme; quando falta apoio, desperta. Não é a estabilidade que forma caråter, mas a queda que obriga a escolher entre endurecer por medo ou aprofundar-se por coragem.
Votar: uma conquista feminina
No tempo em que a voz calava
E o voto era só dos varÔes
A mulher enfrentou tudo
Rompeu cercas e imposiçÔes
Com coragem e rebeldia
Fez ecoar sua ousadia
Mudando leis e coraçÔes.
Foi luta dura e demorada
Muitas vozes, mĂŁos erguidas
Que nada mais aceitaram
Senão justiça em suas vidas
Com força, fĂ© e resistĂȘncia
Cravaram na lei a consciĂȘncia
Que mulheres sĂŁo resolvidas.
Mil novecentos e trinta e dois
Ano que o direito chegou
Pela primeira vez voto feminino
E o mundo novo despontou
Nas urnas brilhou a esperança
De gente cheia de confiança
Que a igualdade semeou.
Assim, a cada nova eleição
Ă comemorada essa vitĂłria
Mulher votando Ă© conquista
à traço vivo da história
Cada voto Ă© ato sagrado
Um passo firme e marcado
Na estrada da bela trajetĂłria.
E mais bonito ainda Ă© ver
A mulher eleita também
defendendo com voz firme
O povo, o justo e o bem
Com olhar de sensibilidade
Com gesto de força, verdade
E o poder que a fé contém.
Hoje o voto Ă© ferramenta
De mudança e decisão
A presença delas na urna
à raiz de transformação
Seja no cargo ou no discurso
DĂĄ novo rumo ao percurso
Com coragem e coração.
Cada voto feminino Ă© chama
Que ilumina a democracia
Gesto que o tempo nĂŁo apaga
Ă liberdade, beleza, energia
Ă o direito que nĂŁo se cala
Ă o futuro que se embala
No sonho nosso de cada dia.
Mulher que vota faz histĂłria
Mulher que luta faz nação
Com sua força e riqueza
Då ao mundo boa direção.
Que cada urna ecoe o grito
De um tempo novo bendito
Feito de fé, força e superação.
Pode acreditar em mim, eu te amei â mesmo quando sĂł havia teu rastro
no silĂȘncio dos meus pensamentos,
mesmo quando a tua voz era um eco distante
e a tua presença, um mapa que eu desenhava à noite.
Amei-te como quem guarda um fogo em segredo,
sem pedir abrigo, sem cobrar retorno;
amei-te com a fome de quem conhece a prĂłpria sede,
com a coragem de quem planta flores no inverno.
Havia em mim um mar que te chamava pelo nome,
ondas que batiam nas pedras da saudade,
e cada lembrança tua era uma estrela acesa
no céu que eu tecia para não me perder.
Sei que te amei com a força dos rios que não se explicam,
com a paciĂȘncia das raĂzes que sustentam ĂĄrvores inteiras;
amei-te sem medida, sem trĂ©gua, sem testemunhas â
um amor que foi inteiro, mesmo quando sĂł existia em mim.
Guardo esse amor como quem guarda um segredo sagrado:
nĂŁo para esconder, mas para lembrar que fui capaz
de amar com toda a pele, com toda a voz, com todo o tempo.
Lembra â eu te amei, e esse amor ainda me habita.
Tem gente que desenvolve idolatria sem saber: acham que sĂł o Deus dela salva, sĂł a Igreja dela leva a Jesus e que todos os outros segmentos nĂŁo tem salvação ... Ah, pĂĄra nĂ© ! Jesus Cristo Ă© maior que a Igreja e reduzir a salvação vinculada a uma igreja Ă© muita prepotĂȘncia. Eu sou catĂłlica e fico muito feliz de saber que atĂ© Deus quis ter uma mĂŁe, ser mais sagrado na face da terra. E todos temos ou tivemos mĂŁe e sabemos do seu valor. E quem deixa preconceitos de lado e estuda profundamente a vida de Maria se encanta dessa mulher forte para a sua Ă©poca. Ă preciso olhar a mĂŁe de Jesus a partir de um contexto histĂłrico
