đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Nem toda dor quer palco.
Algumas sĂł querem consciĂȘncia.
Quando eu dei nome ao que doĂa,
a dor diminuiu
e eu cresci.
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Almas que o tempo nĂŁo apaga
Dois coraçÔes, um sĂł destino, Â
cruzaram-se na curva do divino. Â
Almas gĂȘmeas, em puro esplendor, Â
vivendo intensamente o mais belo amor. Â
Mas veio o tempo com sua dureza, Â
soprando orgulho, ferindo a leveza. Â
Palavras caladas, silĂȘncios gritantes, Â
e o amor, tĂŁo vivo, tornou-se distante. Â
Seguiram caminhos, corpos separados, Â
mas os sonhos... ainda entrelaçados. Â
Cada gesto, cada som, cada cheiro, Â
era a lembrança do tempo verdadeiro. Â
O sol que aquece, a chuva que cai, Â
tudo recorda o que o tempo nĂŁo trai. Â
Mas o orgulho, teimoso, cresceu demais, Â
e cavou entre eles abismos mortais. Â
Mesmo longe, a dor Ă© presença constante, Â
como um eco do amor, ainda vibrante. Â
Dormem e acordam com o mesmo vazio, Â
tĂŁo perto no amor, tĂŁo longe no frio. Â
E o coração? Ainda pulsa em tortura, Â
amando em segredo, sofrendo a amargura. Â
Pois saber que se ama e nĂŁo poder tocar Â
Ă© o castigo mais cruel de se amar.
Cansaço da Alma
Minha mente⊠tão cheia, tão gasta, tão só,
grita em silĂȘncio, sufoca no nĂł.
O corpo, exausto, cambaleia sem chĂŁo,
nĂŁo corre mais â sĂł carrega a solidĂŁo.
JĂĄ nĂŁo hĂĄ brilho nas coisas que vejo,
só lembranças amargas do que foi desejo.
O mundo pesa, e cada passo Ă© dor,
como se a vida esquecesse do amor.
Quis desistir tantas vezes, calado,
por dentro partido, por fora marcado.
Mas algo ainda pulsa â uma tĂȘnue esperança,
de um reencontro, um renascer, uma dança.
Preciso de pausa, preciso de abrigo,
de um colo sereno, de um olhar amigo.
De palavras suaves que toquem meu peito,
que façam lembrar que ainda hå jeito.
Necessito dela â da presença sentida,
do afeto que um dia encheu minha vida.
A falta que faz⊠é mais que saudade,
Ă© um vazio que rui minha sanidade.
Mas nĂŁo me entrego, nĂŁo hoje, nĂŁo agora,
hĂĄ uma faĂsca que insiste e implora:
por cura, por paz, por carinho e calor,
por voltar a acreditar de novo no amor.
Entre Palavras e Ventos -Â GĂȘmeos
GĂȘmeos nasce com dois rostos, Â
duas almas num sĂł corpo leve, Â
feito vento que muda de rumo Â
mas nunca esquece o que escreve.
Ă verbo, Ă© riso, Ă© pensamento, Â
Ă© curiosidade em movimento, Â
mente ĂĄgil, sempre alerta, Â
porta aberta a todo momento.
Virtudes pulsam sem descanso:Â Â
inteligente, comunicador, Â
versĂĄtil como poucos sabem, Â
leva conversa onde for. Â
Ă criativo, entusiasmado, Â
tem sede por aprender, Â
com olhos que brilham fĂĄcil Â
ao ver o mundo acontecer.
Mas tambĂ©m traz seus espinhos Â
instĂĄvel, disperso, inquieto, Â
seu afeto pode ser brisa Â
ou sumir no prĂłximo teto. Â
Inconstante no sentir, Â
impreciso no prometer, Â
Ă s vezes fala demais Â
sem pensar no que dizer.
Foge do tĂ©dio como da dor, Â
pode parecer sem direção, Â
vive em mil mundos ao mesmo tempo, Â
mas nem sempre cabe em um coração.
GĂȘmeos: alma em dualidade, Â
magia feita de contradição. Â
Encanta, confunde, provoca
é poema em construção.
As pessoas só serão saudåveis quando tratarem os alimentos como fontes de nutrição e não como objetos de prazer.
Eu quero estar mais prĂłximo do teu olhar, e viajar nesse mundo que sĂł nos teus olhos eu posso verâ .
SĂł hĂĄ dois tipos de gente no mundo, caim ou abel, joio ou trigo, ovelha ou lobo, verdadeiramente qual vc quer se tornar no final ?
Decepção amorosa é só mais uma forma camuflada de amadurecimento, amadurece ou volta ainda mais a infantilidade.
InanicĂŁo da vida Ă© achar que sĂł vocĂȘ estĂĄ certo, e a Ășnica forma de crescer Ă© aprender o que nĂŁo se sabe.
â Existem pessoas que se acham poderosas, porĂ©m Ă© sĂł o aparato do dinheiro que lhe serve de fundamento, corta-lhe os dividendos e as amizades lhe vĂŁo como ĂĄgua sobre as mĂŁos vazias, porĂ©m alguns, nĂŁo todos...
NĂŁo Ă© que eu vire as costas. Eu sĂł me canso. A negatividade me cansa, o vitimismo me cansa, a falta de empatia me cansa, quem nĂŁo sabe ouvir me cansa, a burrice me cansa.
Eu sei que a pressa me empurra pro fim, e sĂł de pensar jĂĄ pesa pra mim,
por isso eu beijo devagar, amo forte, sem medo, porque viver correndo Ă© partir mais cedo...
No Brasil os direitos humanos sĂł servem para defender vagabundo, quando um homem de bem tem seus direitos violados, podendo morrer por isso em uma cela como preso polĂtico, os direitos humanos se calam
Ăs vezes nos sentimos sĂłs...
Ignore esse sentimento que sĂł te maltrata, de oportunidade a quem estĂĄ ao seu lado! O que vc teria a perder!?
â Nunca se esqueçam daqueles que fizeram parte de cada traço, quando os seus sonhos eram sĂł rascunhos.
