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SĂł depois que vocĂȘ consegue tudo, Ă© que percebe que nada Ă© mais verdadeiro do que o antes de tudo.
A vida pode mudar de repente
Por isso, enteda que sua felicidade sĂł depende de vocĂȘ
Liberte-se do controle e apenas aceite
O que realmente importa pra vocĂȘ?
O valor estĂĄ em vocĂȘ
Felicidade Ă© uma prĂĄtica
Treine ser feliz e serĂĄ.
Em um mundo de jogos psicolĂłgicos, quem domina se torna rei. EstĂmulos alheios nĂŁo tem mais poder sobre sua mente.
NĂŁo espero aplausos nem permissĂ”es. A minha atitude Ă© viver como verdade absoluta: se o preço for solidĂŁo, pago; se o preço for guerra, luto; mas nunca venderei a minha essĂȘncia.ââEscrevi Das DĂvidas aos MilhĂ”es para provar que a pobreza nĂŁo me venceu. Em O Preço de Ser Eu, deixei claro que autenticidade custa caro, mas paga-se em grandeza. NĂŁo sĂŁo livros: sĂŁo cicatrizes transformadas em palavras.
à fåcil debochar da estrela antes dela acender, quando ainda parece só um ponto apagado no céu.
Mas cada noite ela queima em silĂȘncio, reunindo força no escuro, atĂ© que explode em luz.
E quando isso acontece, os mesmos que zombaram precisam aprender a olhar para cima.
âA vida ensina que a bondade raramente Ă© notada; sĂł quando surge a necessidade Ă© que os outros percebem aquilo que sempre esteve presente em silĂȘncio.â
Desistir nĂŁo Ă© sinĂŽnimo de fracasso e as vezes temos que desistir de coisas que sĂł nos fazem infelizes.
â Uma vida sĂł Ă© verdadeiramente bela se conseguirmos a amar a Deus sobre todas as coisas e ao prĂłximo como a nĂłs mesmos.
â Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira
đđŒ Sombras e EssĂȘncia: O Segredo Que SĂł o Coração Percebe
âGestos e palavras revelam apenas sombras. EmoçÔes, crenças e filtros distorcem nossa percepção. O autoconhecimento liberta da ilusĂŁo de entender totalmente o outro. No equilĂbrio interior, a visĂŁo se abre alĂ©m das aparĂȘncias. A essĂȘncia verdadeira permanece invisĂvel, conhecida apenas por quem sente de fato.â
SĂł hĂĄ dois instantes reais: aquele em que nascemos e aquele em que percebemos que vamos
morrer. O resto Ă© intervalo.
Poeira SĂł o que me basta.
Se o que tenho no meu rancho Ă© pouco,
NĂŁo sei o que Ă© muito, entĂŁo.
Tenho a China mais linda do mundo,
Parceira do chimarĂŁo.
Tenho um cavalo de lei,
As ensilhas de patrĂŁo.
Um campo nĂŁo muito grande,
Mas tem mangueira e galpĂŁo.
Ando sempre de bombacha
E a velha boina encarnada.
Gosto de penca e bolicho,
Me agrada a genetiada.
Demais nĂŁo me falta nada,
Nasci pra lida campeira.
Deus, ainda de regalo,
Me fez nascer na fronteira.
E no dia que me for,
Que o home chamar pra perto,
Me enterre de bombacha
Na terra a campo aberto.
Assim que voltar de novo,
Pois creio na encarnação,
JĂĄ tĂŽ perto da querĂȘncia,
E fardado de peĂŁo.
Guarde todas minhas ensilhas,
Apetrechos e meu catre,
Cuidem bem do meu galpĂŁo,
Minha bomba e cuia do mate.
Sei que volto pra querĂȘncia,
Pro velho fogo de chĂŁo,
Pra lidar com a cavalhada
E seguir a tradição.
E se acaso eu nĂŁo volte,
Alguém siga meu legado,
De gaĂșcho de peĂŁo
Pra lidar no campo com gado.
E lembre que nessa terra,
Pros lados dessa fronteira,
Sempre haverĂĄ um gaĂșcho,
Rancho, galpĂŁo e mangueira.
Renato JaguarĂŁo
