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Sexualidade e angústia são funções do organismo vivo que operam em direções opostas; Expansão agradável e contração angustiante.
"O ontem acabou. Não tenho mágoa de nada e nem saudade de nada. Vivo o hoje. Tenho alegria de viver, adoro a vida."
Não vivo para agradar ninguém , se você não gosta de mim problema é seu , foda - se você e a sua opinião .
À Margem de Mim
Está tudo aqui. Vivo. Latejante.
Eu sei o peso de cada coisa que não fiz, sei a dimensão do caos ao meu redor, sei exatamente o que precisa ser feito.
E, mesmo assim, estou parada.
Imóvel.
À margem da minha própria vida.
É agonizante estar consciente de tudo e, ao mesmo tempo, incapaz de mover um único passo.
Minha mente corre, grita, pede mudança.
Mas meu corpo não acompanha.
É como estar presa dentro de mim mesma, olhando o tempo escorrer pelas mãos que não consigo levantar.
Querer e não conseguir.
Saber e não fazer.
Viver aprisionada em um corpo exausto, sem vida ativa, sem impulso.
O desejo de mudar é real, mas a energia… desapareceu.
E isso corrói.
Corrói de um jeito que palavras mal conseguem descrever.
É um conflito que desgasta, que sufoca, que mata por dentro devagar.
Um silêncio que ecoa mais alto que qualquer grito.
Um cansaço que não é só físico — é existencial.
E a esperança … já cansou.
Já desistiu de tentar.
Não porque queira, mas porque lutar contra si mesma todos os dias também tem um limite.
E o meu, eu já encontrei.
Agora só resta esse vazio lúcido.
Essa consciência cruel de quem vê a própria vida passar, e não tem mais forças para alcançá-la.
Eu vivo de muitas saudades. E quem se arrebenta de tanto existir, vive pra esbanjar sorrisos e flashes de eternidade.
OS PORQUÊS DA VIDA????
Porque nasci?
Porque vivo?
Porque sofro?
Porque não sou feliz?
Porque sou culpado?
Porque tenho medo?
Porque penso demasiado?
Porque olho para traz?
Porque não mudo?
Porque gosto de sofrer?
Porque gosto de ser infeliz?
Não?
Então PORQUÊ?
Longe de você eu enlouqueço muito mais
Eu vivo na espera de poder viver a vida com você
Vejo pessoas sem saberem pra onde o mundo vai
Eu conto as horas para estar com você
A VIDA PASSA SEJA FELIZ E NÃO UM ROBÔ
A vida é passageira,
em um dia vc esta vivo no outro vc não existe mais,
vivemos servindo a outras pessoas e acabamos esquecendo que temos vida própria,
não somos um objeto que pode ser manipulado,
colocado em lugares que podem ser ou nao visualizados e lembrados,
podemos fazer nossas próprias escolhas e sermos felizes realizar sonhos(desde que não seja absurdo),
chegar em nossos lares e dizer para nossa familia que os AMA,
se divertir rindo ao ver um filme com seus filhos,
nao basta sermos pessoas cuidadosas somente ao levar alimento e educação,
alegria deve fazer parte de nossa rotina,
então pare e pense,o que vc esta fazendo para nao ser um robo que ao findar de um dia só lembra de conectar sua tomada em uma fonte de alimentação e retira la no outro dia para começar tudo outra vez ???????
mude e seja rico e realizado familiar mente falando e logo vera que em seu dia-a-dia tudo melhorara.
Sou todo incoerências. Vivo desolado, abatido, parado de energia, e admiro a vida, entanto como nunca ninguém a admirou!
Pascásio Custódio da Costa e a Empada de Aratu: Um Patrimônio Vivo
Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe em 2021, a empada de aratu do povoado Terra Caída, em Indiaroba, transcende o sabor para tornar-se um símbolo de identidade e memória coletiva. Seu guardião é Pascásio Custódio da Costa, conhecido como "Mestre Pascásio", que há mais de meio século dedica sua vida a essa iguaria que hoje atrai turistas e fortalece a economia local.
O que muitos não veem, porém, é que essa tradição vai além da cozinha: envolve o trabalho silencioso das catadoras de aratu, mulheres que mantêm viva a técnica artesanal de coleta e preparo do crustáceo, transmitida entre gerações. É delas que nasce o catado minucioso, base não só da famosa empada, mas também de pratos como a moqueca defumada na palha de bananeira, outra joia da culinária local.
Essa rede de saberes — Pascásio, as catadoras e a comunidade de Terra Caída — compõe um ciclo cultural raro, onde gastronomia, memória e pertencimento se entrelaçam. Mais do que um prato, a empada de aratu é um eco do passado que insiste em permanecer no presente, como testemunho vivo da força e do orgulho de um povo.
O mistério da existência humana não está apenas em permanecer vivo, mas em encontrar algo pelo qual viver.
Eu me sinto tão cansado de tudo, todas as coisas perderam seu valor e sua beleza. Vivo em um mundo que não me satisfaz, me sinto cansado de viver sem propósito, as coisas não são como antes, me sinto vazio e triste em um mundo onde a minha existência não tem importância, me sinto sem vida, cansado e triste.
