Bronzeada
Saudades do seu corpo bronzeado como a água do rio,
Do seu corpo dançando feito como vento na minha cama, do seu carinho, beijo em fim.
Que dera-me voltar ao passado comer a sua fruta silvestre na frescura da liberdade que a deixa-me mais homem.
FÉRIAS
Guarda-sóis
Biquinis multi coloridos!
Peles brancas,
Morenas,
Tostadas,
Bronzeadas
Dos corpos
Requebrando
Ao batuque do mar,
Desfilam
Num vai e vem
Os "bum-buns"
A luz do sol,
As garotas de verão!
Me disseram que sou branquela e daí não me importo gosto de ser branca, bronzeado esta na moda, não sigo modismos, não sou Maria vai com as outras.
Na estética do seu corpo
No atraente bronzear dos lábios
Com a língua
E dulcificar aromático
Do “Smel” de cada contorno do seu corpo
Com os meu olhos
Conheci o belo
O belo em arte
O belo que não é sinónimo de bonito
Se eu disser és linda
Há quem ainda pode me contrariar
Tu és bela
Como uma obra artística
Como uma imaginação nunca imaginada
Bela como o belo em si
É na filosofia do seu corpo
Onde só a estética faz parte
Que eu me inspiro
E me torno artista.
Ah, o verão... Gente bonita e bronzeada, muita festa, muito amor... Deve ser por isso que o Sol vê nascer tantos amores na sua estação!
Pequi sagrado...
Chão rachado,
Calor bronzeado!
Bronzeando as flores
Olhos de deusa...menina do cerrado!
O scotch honesto me olha de dentro do copo.
Bronzeado pelo malte
ele me diz: me tire dessa redoma
que te colocarei um brilho dourado nos olhos..
O sol se foi e já é quase hora
de buscar a alegria dos bares,
de reencontrar gentes,
de sentir os perfumes da noite.
Lá vou eu, já vou eu
em busca de alguma chama
que me clareie o tédio,
que transmute em multicolorido
esse tempo tão gris.
Apetece-me viajar para novos rumos
Apetece-me ver o nascer do sol e agradecer
Apetece-me bronzear-me ao sol
Apetece-me chegar ao pé do mar mergulhar e nadar
Apetece-me ver o sol sonhar e brincar
Apetece-me chorar de saudade
Apetece-me olhar-te com ternura e beijar-te
Apetece-me sorrir de felicidade
Apetece-me viver sem pensar
Apetece-me sonhar…
Apetece-me pedre-me nas tuas palavras ou simplesmente nas dos outros
Apetece-me escrever deixar correr os dedos
Apetece-me sentir-me leve
Apetece-me escorregar na neve ou subias as nuvens
Apetece-me ouvir uma música e sorrir
Apetece-me beijar e amar
Apetece-me simplesmente viver...
Eu n vou, nem quero dirigir a vida, olhando o Sol, pelo retrovisor. O Bom da vida, é se bronzear com nossas escolhas.Sem óculos escuros, só roupas leves. Permitir-se queimar uma vez. É se expor. Entrar na faixa de risco. Mergulhar no insensato sem armaduras. É estar sem medo de ser Feliz!
Cada vez que eu me mostrasse, seria ainda mais belo pela persistência de permitir o tempo bronzear o meu papel. Ele jamais passaria em branco.
o sol que incide
ardor que entrelaça
corpo oferenda,
pele que se dobra
ao peso da luz
bronzeado maquiado,
máscara de fogo velado
agora a chama se revela,
a pele fala em cicatrizes
paixão que ardeu
mas não consumiu
no fundo da luz,
a sombra do fogo
sussurra um segredo:
nem toda luz cura,
nem toda chama queima
às vezes, só são.
No meu sertão eu vejo a morena, com seu cabelo preto e sua pele bronzeada, sorrindo ao sol. O sertão é alegre e colorido, com suas árvores frondosas e suas pastagens verdes. O ar é fresco e o vento carrega o som de cantos de pássaros. O rio corre mansamente e as águas são tão tranquilas quanto o espírito das pessoas que vivem por lá. Aqui a vida é mais simples, mas ainda assim cheia de beleza e alegria.
Descobri que a Terra faz a rotação em torno de seu próprio eixo para não ficar bronzeada somente pela metade.
Hoje a praia tá sequinha
Já estou prontinha
P'ra me bronzear
Sua cerveja está aqui, mofada
A ostra, temperada
É só você chegar
Mas nem bronze, nem breja
Nem sei mais o que fazer
Me dou inteira p'ra você
Chego até a esquecer de mim
E nem assim p'ra você me assumir
- Devota
Era verão e um calor escaldante proporcionava aos mais atentos um desfile de corpos bronzeados como estandartes de tecidos leves e coloridos.
Conversava com amigos em tom descontraído quando ele passou sozinho, olhos em minha direção e todo aquele cenário de repente desapareceu e lá fiquei, lá sonhei.
Olinda,1997
