Brisa
Arlindo Vida’Boa
Arlindo Vida’Boa fugiu da crise econômica de seu país,
Veio tentar, outra vida boa, aqui pelo Brasil.
Fincou pé numa metrópole, de águas quentes e boa brisa,
Esqueceu-se de se abstrair da realidade convincente, das grandes capitais.
Os arredores são cruéis, não são pintados a pincéis.
Arlindo Vida’Boa!
Não é de brisa que se vive em terras de coronéis.
Pare,
olhe ao redor...
sinta a brisa,
veja a beleza ofertada
pela natureza,
ouça o canto dos pássaros,
molhe-se com as gotas da chuva
ou experimente o calor do sol
que desponta lá no horizonte...
Acorde,
acredite,
tudo vale a pena
quando você tem uma alma
repleta de querer...
VIVER, SENTIR, SER,
AMAR, CUIDAR, OLHAR,
OUVIR, EXPERIMENTAR...
“Me faço de folha
Disfarço-me
Aproveito a brisa
E alço voo.
Escrevo belezas
Enquanto despercebem-me.
Concentram-se na folha
Não veem minha poesia.
Por fora
folhas de outono
Por dentro,
borboletas de primavera.”
A brisa do amanhecer envolve as minhas lágrimas em um laço desfeito pelo destino. Que nos colocou em outra atmosfera fazendo com que o sofrimento nos leve a solidão eterna!
Minha cabeça virou nuvens
E deixou-se se levar,
Pela tal brisa do vento
Me perdi, não sei me achar
Fui querer vomitar frases
Que não queriam pular,
Como andar no sol em chamas
Derreti o meu olhar.
Um poeta sem palavras,
Um passo a passo sem chão,
Um passarinho sem asas,
Uma estrela sem clarão,
É igual juntar pedrinhas
Desenhar com elas no ar,
As ondas ondas do mar, pulsantes,
Que só queriam voar.
Tranquila buscava atravessar uma campina seca e extensa e sentia apenas a serenidade de um vento morno e de mato seco...
E assim, desavisada, me bateu um vento forte, o coração estremeceu com toda a possibilidade de tempestade e aquele vento tocou música em meu coração, mas recuei...
Recuei diante de toda possibilidade e vontade porque bem sei que tempestades deixam suas marcas, deixam destroços e saí da campina que por um instante já não era mais seca e fui embora deixando os ventos fortes que me balançaram tão vigorosamente...
E ainda agora, fechando os olhos posso sentir uma leve brisa que aquele vento impetuoso deixou...
Sou fogo quando precisar de calor,agua quando quiser se refrescar e brisa suave quando necessitar se acalmar...
Viver sem expectativa é uma morte mal resolvida, subdividida, uma vida sem brisa que não se realiza.
Vento que me leva
Brisa boa, vem me bate me leva, me traz, árvores, plantas, rosas sussurram aquela boa brisa que passou despercebida, me tira do sério, me leva pro seu mundo, me arrebata, mas não me esconda sua leveza e suavidade tão bela e bonita, brisa boa.
Vai brisa fria !
Vai brisa fria,
por este mundo além,
vai dizer a minha amada,
que te quero muito bem.
Brisa Suave !
Muitos versos escritos ao vento,
Mas, nenhum me foi inspirado,
Como esse que lhe dedico,
no dia dos namorados.
Vai brisa suave, por este céu,
azul anil, vai dizer a minha amada,
que agora estou com frio.
Você sabe onde ela mora ?
Se não sabe eu vou lhe dizer,
Mas, não conte pra ninguém,
o que eu, lhe mandei fazer.
Diz para minha amada, que a noite está passando e que me restam quatro dias,
que ela fique, mim esperando.
Estou contando nos dedos, a hora da minha chegada, pra dar um abraço bem forte em você, minha doce amada.
“A verdadeira beleza é leve e sutil, como uma brisa que nos toca sem que percebamos; ela é sentida, não vista.”
É necessário termos o cuidado para não confundirmos a brisa refrescante do bem com o sopro quente do mal para não sermos envolvidos nos redemoinhos dos desequilíbrios
Temos o livre arbítrio para escolher entre a brisa refrescante do bem ou o ar pesado e quente do mal que a vida nos oferece. Duas opções onde só podemos fazer uma escolha
Quando amamos, navegamos em mares calmos e de brisa refrescante, mas quando o sentimento é de raiva, as tempestades formam grandes redemoinhos e imensas ondas. Escolha o seu mar e boa navegação
