Brevidade da Vida
A vida e muito breve, é como uma fumaça que se vai, é igualmente uma rosa quando murcha e cai.
Nem tudo faz sentido ficar olhando para onde o vento vai e o tempo que é perdido não da mais para correr atrás.
A vida é breve, o tempo escapa, os sonhos iludem, as decepções ensinam, mesmo assim, seguimos! Humanos frágeis, intensos e cheios de querer.
A vida é um sopro que pede ternura.
Tão leve, tão breve, tão frágil: a vida não suporta durezas em excesso.
A ternura é a forma de viver sem quebrar o encanto desse sopro delicado.
A vida é breve: aproveite.
Cada instante é um presente que não se repete. A vida é feita de relâmpagos: passa rápido demais para ser desperdiçada.
Aproveitar é estar inteiro no agora, sem adiar alegrias. Porque o amanhã nunca é garantido.
O Tempo não é testemunha de nada; ele nem apaga e nem mantém sua breve vida no limiar da morte inevitável.
Vivemos a doce ilusão de que temos todo o tempo do mundo. Entretanto, diante da brevidade da vida, percebemos que muitas vezes nos falta tempo para um simples abraço e um simples "adeus"!
A vida é um breve momento entre nascer e partir, onde cada escolha ecoa em nossa existência. Somos poeiras de uma estrela que vaga sem rumo ou direção, sem perceber que o sentido está no caminho. No final, somos pensamentos e sentimentos que deixamos nos corações de outras pessoas.
A vida é uma flor, breve e frágil, e não sei por quê mais memorável que a pedra, que dura, mas não nos atravessa — talvez porque só o que morre nos toque verdadeiramente.
Facultativa mental
tu tiveste
vida breve,
tão leve
mas bonita,
digna, olha,
pare e pense:
Tudo que morre
é entregue
ao tempo
e suas memórias.
"Ela me bloqueou da vida dela porque não viu joias nas minhas mãos. Em breve, ela verá o mundo inteiro nas minhas mãos através da minha visão. O desprezo de uma celebridade é o adubo do meu crescimento."
Não insista: há nós que nunca vão se transformar em laços. A vida é breve demais pra perder tempo tentando desatar nós, tentando mudar o que não é passível de mudança.
Assim como uma flor desabrocha e murcha, assim também são os momentos da vida — belos, breves e únicos.
Um breve relato da minha vida depois que fui diagnosticado com o transtorno de ansiedade.
Não tenho mais calma, e, muito menos paciência em certos momentos da minha vida, mas uma coisa é certa, tenho dentro do meu ser, uma coisa que é fora do normal, que é o meu discernimento em fazer as coisas da melhor forma possível, as quais eu não abro mão.
A minha adrenalina esta de forma tão acelerada e com isso aumentando a minha pressão cardíaca de tal forma que posso ter um AVC ou uma parada cardíaca a qualquer momento, a última bateu 19x9 no último dia 02 de janeiro, o qual fui parar no hospital.
A minha ansiedade é algo que me faz pensar no amanhã, por maior que ele ainda seja inexistente em minha vida.
Vivo com tremores musculares corretamente, os quais eu sinto e não sai como controlar de tamanha esta sendo a minha ansiedade.
São formigamento no meu corpo os quais me tiram a paciência constantemente.
São ânsias de vomitar o tempo todo.
São lágrimas que escorrerem pelo meu rosto sem pelo menos eu saber o porquê.
Se perguntem ai!
Será que você sabe o que eu estou passando?
Acho que não.
Vocês sabem o que passar dias sem dormir?
Pois eu fiquei 3 dias sem dormir, e mesmo assim eu fui trabalhar e cumprir a minha missão da melhor forma possível, e, isso eu faço todos os dias por mais por mais difíceis que eu esteja passando.
Sinto a falta de um simples abraço, ou, de uma boa conversa, as quais eu mais preciso neste momento para aliviar a minha dor e sofrimento, pois a ansiedade causa isso.
São lágrimas que vem no meu rosto a escorrerem sem motivo algum, e o pior do nada, é ai, que eu fico mais triste ainda não entendendo o motivo delas escorrerem em meu rosto, justamente comigo que sempre fui uma pessoa ativa e alegre.
Peço a Deus todos os dias que me liberte desta tempestade, me trazendo a tranquilidade e minha paz interior novamente.
Termino o meu texto com essa frase.
Ansiedade não é frescura e sim uma doença mental que nos leva ao desespero constante.
Fiquem com Deus.
Fábio Solla.
A brevidade da vida
A vida é breve. Costumo dizer que ela é feita de lições, cada uma com suas nuances, suas camadas, uma complexidade que nem sempre conseguimos decifrar de imediato.
Mas se você se propõe a aprender, cedo ou tarde, o seu escudo se torna inabalável.
A confiança, quando se quebra, não volta a ser a mesma.
Podem até tentar reconstruí-la, mas será como levantar uma obra sobre escombros: cada pedaço remontado carrega a lembrança da fratura. E, no fim, não vale o risco.
E aqui vai uma verdade que só gente grande entende:
perdão não é retorno. Perdão é recomeço.
E recomeço não significa dar segunda chance, significa seguir em frente.
Se nunca te disseram isso, então deixa que eu digo.
Não confunda quantidade com qualidade.
Há quem viva muitos anos sem aprender nada.
E há quem precise ouvir uma única vez para despertar.
Se você ainda não aprendeu, eu deixo o alerta:
a vida passa rápido demais.
Não desperdice tempo.
Acorda pra vida.
Amadurece. Aprende.
Mas agora não importa mais, vivemos a brevidade da vida.
E fizemos o contrário , acumulamos conhecimento, que era coisa de otários.
A vida é breve demais e, diante da nossa fragilidade humana, ela está sempre por "um fio".
De repente, um sopro... Eis que as cortinas do grande teatro da vida se fecham, para sempre!
O destino, sem ao menos pedir licença, muda a nossa vida e até a nossa história e depois nos convida a rir ou chorar!
Aceitar, sem compreender, eis o que nos resta E para vencer este desafio só mesmo o Amparo e a proteção de uma força maior chamada,"Deus"! Texto por Você agora mesmo
Estar sozinho é diferente de ser sozinho. É possível ver a beleza na breve solidão da vida, mas o sentimento de não se ter ninguém, é pior que a morte.
“Breve é a vida e raramente o tempo anuncia o seu crepúsculo. A verdadeira sabedoria humana não repousa nos triunfos acumulados ao longo da existência, mas na capacidade de reconhecer que há escolhas espirituais que pertencem ao instante presente. Existem portas que somente se abrem enquanto a alma ainda caminha sob a claridade do agora e adiá-las, muitas vezes, é permitir que a noite alcance o coração antes que ele tenha aprendido a encontrar a luz.”
