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Breve

Cerca de 2177 frases e pensamentos: Breve

[Dhenniffer]


Breve passagem,
Como tudo que é bom,
Durou pouco;


Sendo que o ótimo,
Dura menos ainda.


Extrapolava
Em consoantes,
Aprovada com louvor,


Inextinguível, num instante.


(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

O que importa é o talento que vem da alma, o corpo é perene e em breve se desfaz... a alma se perpetua na imortalidade!

Cada minuto contigo é breve demais, mas dentro dele cabe uma eternidade. Rimos da dor, e no riso há ternura, há a prova de que o amor pode nascer no intervalo entre a raiva e a esperança.

⁠Quem muito lê, em breve vai escrever.

⁠⁠Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.⁠


É tanta má-fé se valendo do nome d'Ele, que corre-se o risco de que a Sua invocação pública passe a soar como estratégia — e não mais como reverência.


Quando o Sagrado é usado para validar interesses, justificar abusos ou maquiar vaidades, ele deixa de apontar para o Alto e passa a servir ao ego humano.


A repetição vazia transforma a fé em ruídos.


Palavras que deveriam nascer do silêncio da consciência passam a ser gritadas em palanques, timelines e disputas morais.


E onde há excesso de exposição, quase sempre falta intimidade.


Deus, então, deixa de ser encontro e se torna argumento.


Não é Deus quem se ausenta — somos nós que O afastamos quando O reduzimos a slogan.


A dúvida não nasce da fé sincera, mas da incoerência visível entre o que se proclama e o que se vive.


Quando o discurso é piedoso, mas as atitudes são cruéis, a devoção se desgasta e a confiança se rompe.


Talvez o tempo esteja pedindo menos invocação e mais testemunho…


Menos menção pública e mais coerência privada.


Porque Deus nunca precisou ser defendido por quem não está disposto a ser transformado por Ele.


E a Fé verdadeira, quando existe, dispensa propaganda: ela se reconhece no Cuidado, na Justiça e no Amor que não precisa fazer alarde.

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

Ah! Se por um breve descuido da hipocrisia, fosse possível crer que todos os dedos que apontam o Bandido Assumido — ou o Estado e seu Braço Armado — deslizassem em telas compradas com inocência.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

Faça agora o que o coração te pede,
não empurre a vida para depois.
O tempo é breve, escorre entre os dedos,
e o amanhã não faz promessas a ninguém.
Se for amar, ame hoje.
Se for falar, fale agora.
Se for recomeçar, dê o primeiro passo…
porque o depois, às vezes, nunca vem.
Helaine machado

1675
"Acredito que, em breve, se não todos, muitos humanos tornar-se-ão 100% Vegetarianos ou Veganos, eu incluído. Mas, enquanto isso não acontece, saboreei hoje Picanha bem Suculenta, do tipo ou especie 'Picanha Sem Culpa', a Minha Preferida... Estava saborosa!"

A vida é breve demais para vestir arrogância.

A vida é apenas uma viagem, uma breve passagem
não há bagagem que se leve além do que ficou no coração.
Aproveite a vida, pense em todos os momentos e experiências que você deixou de ter apenas pelo medo de tentar...a segurança e a estabilidade não existem nessa vida breve. Preocupe-se mais em ''ir'', do que em apenas ''possuir'', mais em ''ser''. Seus pertences serão deixados para outros. Seu conhecimento, sua aprendizagem e sua experiência permanecerão em sua alma para todo o sempre.

No breve tempo que me ausentei, ao regressar, percebi que já não era o mesmo. Os sentimentos haviam se esvaído como água entre as mãos, e em meu peito apenas o silêncio se aninhava. Aquele eu que um dia partira, morreu no exílio do tempo e jamais retornaria. Em seu lugar, restou apenas uma sombra errante, um eco de mim mesmo, condenado a habitar a casa, mas nunca mais a pertencer a ela.

Beijos


No primeiro beijo sentimos o breve gosto do fim,


tão leve, tão doce e tão intensa


olhos fechados, viagens infinitas, sabor de não vá!


sensação de pertencimento, no engano do querer o saber do momento aventureiro,


nos beijos quentes a saudade grita, no relógio parado o repentino se apresenta e tão rápido quanto chegou os beijos são deixados nas sombras envolventes dos amantes que tão logo se separaram,


uma ida sem volta, com beijos que alimentaram sentimentos, revoltas e deixaram incógnitas.

Acordei de terno




O sol acaba de nascer, olhando para o céu tomando meu café tive um breve momento que na verdade parecia uma eternidade,


Entre uma nuvem e outra várias fases, vários dias, pessoas e lugares memoráveis,


Mais uma dose de café com pão de queijo me acompanham nestes momentos de recordações me ajudando a recarregar as energias,


O clima de alegria contagia, não consigo conter os sorrisos no rosto de tanta satisfação,


Me despeço das saudades com o orgulho de quem ganhou uma corrida e comemora na linha de chegada sabendo que é um vencedor.

O momento foi breve,


O acaso foi longe,


Um pouco ainda carrego.

Poucas palavras

Serei breve com o desamor:
Teu encantamento não figura mais entre nós;
Teu olhar não tem mais aquele poder mágico;
Teu abraço perdeu força, não oferece mais empolgação;
Teu corpo não desperta mais desejo, estando perto ou longe se mantém imperceptível;
Meu coração que antes sangrava lágrimas de tanto chorar, hoje já recuperado, ele respira vigoroso e pronto para outra pessoa amar.

Apenas outras ideias

Um breve ensaio sobre a força. Você já imaginou um mundo em que todas as pessoas são fortes? Quando me refiro à força, quero dizer uma série de ações que impedem que o altruísmo seja aplicado, por que para muitos, aceitar uma boa ação demonstra sinal de fraqueza.
Imagine uma sociedade da qual a ideia sobre a evolução foi distorcida, nos livros que continham “os mais adaptados sobrevivem às mudanças”, foram interpretados como “ os mais fortes sobrevivem...” . Além disso, a interpretação foi disseminada por filmes, programas de televisão, livros e principalmente pelo mercado de trabalho. Se você não percebeu a permuta de palavras, e onde quero chegar, permita-me indagar, se os mais fortes são os que realmente sobrevivem por que muitos animais de grande porte estão extintos?
Nessa sociedade o altruísmo não teria vez, haveria a ideia de que os seres humanos não precisam uns dos outros, e o respeito à vida alheia se perderia. Apresentarei os resultados disso:
Os considerados gênios dessa sociedade criaram uma realidade alternativa onde todos podem se expressar sem mostrar seus rostos, onde tudo é muito dinâmico, apenas para confortarem a ideia de que estão interagindo uns com os outros.
O mercado de trabalho se tornaria um verdadeiro campo de batalha, onde não há regras e nem respeito, mas muitos diriam ter ética.
Pessoas ficariam cada vez mais estressadas, pois ao invés de se reunirem para efetuar um trabalho difícil, preferem efetuá-lo sozinhas.
Haveria má distribuição de terras, afinal para muitos a grande quantidade de terras é sinônimo de poder, logo de força.
Extermínios em massa seriam comuns, e lançar uma bomba atômica sobre um país seria apenas um modo de defesa, com o preceito que o outro país estava ameaçando a soberania do primeiro.
O mundo se tornaria um poço de hipocrisia, apenas por que todos querem ganhar, já que quem perde é fraco.
Como citei no início deste texto, isso é um breve ensaio, mas se ao longo dele você encontrou alguma semelhança com nossa realidade, acredite é mera coincidência (ou não).
Se alguém disse que você era fraco, por favor, não mude, você é tão necessário/a quantos os fortes.

Inserida por vitorap

Uma breve passagem

Passos ao corredor
Onde há apenas uma direção
Palpitações no coração
Suor gélido e tremor.

Cabeças baixas a olhar para o chão
Evitando o jogo de olhares
Para não denunciar aqueles ares
E não deixar escapar uma emoção.

E assim vão se aproximando...
E no pensamento de pelo menos um
Pode não existir interesse algum,
Mas o outro pode estar amando.

Probabilidades e possibilidades
Confrontam com fantasias e nostalgias
Para que as cordas vocais vibrem como sinfonias
Para que haja comunicabilidade.

Abortando a ideia do discurso
Passam um pelo outro sem se olhar,
Mas uma das partes sente uma falta de ar
E cada qual segue o seu curso.

Inserida por vitorap