Braço
Para quem gosta de voar, certamente sentiria-se em casa, abriria os braços e se perceberia no espaço; sem certezas e definições, exclusividade ao status emergente que aprecia por pessoas, sentimentos e situações inusitadas nos topos do sucesso, novidades para quem busca conhecimento diário por tendências interessantes e diversificadas.
Vem
Bem de mansinho
Vem...
Quero um carinho teu
Vem...
Quero um beijinho só
Vem pros braços meus.
Vem aninhar-se
Vem...
Fica assim por toda noite
Bem pertinho a mim
Vem...
Meu querido amorzinho
Vem meu bem querer
Vem que a noite é uma criança
Vem adormecer.
Teus braços são conforto, teus labio são doces, teu sorriso me alegra, tua boca expressa sentimentos puros, teu coração expulsa o q sente, mas não descarregues a dor q sentes por mim.
O medo é uma coisa concreta...
toda vez que tenho que vencê-lo
me doem as pernas, os braços...
e uma mão enorme aperta meu coração
mas eu finjo que está tudo bem...
E porque não vens? Ando ansiosa por sua presença.
Quero esconder-me em teus braços, como em várias noites fiz.
Venha, venha suave como sempre me parece e bruto como realmente és.
Já se faz tarde, o orvalho me molha o rosto, junto com ele, a madrugada me consome os olhos, a espera do brilho que só você consegue me dá.
Venha, a carne treme e nada mais me vem, a não ser a ária que teu nome me lembra.
Venha e relaxa o corpo meu, também teu.
Me toma em teus laços, Morfeu...
Chega um momento que você cansa dos braços cruzados, das mesmices, do baixo astral, da tristeza, da solidão, da falta de perspectiva, da falta de sonhos, de interesse, do vulgar. Chega um momento que você não quer mais só ficar, não quer mais festa, não quer deitar sozinho sonhando com alguém. Chega um momento que a vida adquire um significado, que os segundos se tornam importante, que Deus se torna mais presente em seu coração. Chega um momento que você aprende a viver, aprende a ser feliz, aprende a amar e a si amar. Ou seja, vai chegar um momento em que você cansará de ser insignificante e vai começar a ser alguém.
O mundo aponta-te o fim aos teus braços como um sim,
Sem saber mesmo afim,
Buscando o inicio o meio e o fim,
Deitado na grama já não sofro mais assim,
O sentido da vida está com ele ali em cima,
No vale das esperanças ou talvez nas nuvens sem cinzas,
É dificil chorar sem ter aonde deitar-se,
É dificil achar um amor verdadeiro,
Agora um choro não basta sem um pingo de lagrima,
Minha vida só é vida se for do seu lado.
“Penso que te superei… Acho que dessa vez é pra valer. Percebi envolta em seus braços que já não éramos mais tão perfeitos assim juntos. Tenho um enorme carinho por ti, aqueles do tipo que temos por pessoas que pra sempre vão estar marcados em nós. Você ainda me faz rir, e me irrita tanto quanto quando nos conhecemos, e acho que assim é que é pra ser. Te amo, mas isso é superar, é transformar o amor que antes era incendiado pela paixão, em um amor, com carinho, um amor de cuidar.
Sempre cuidarei de você, “meu amargo”
Nós dois tivemos apenas um momento.
Foi apenas um instante nos seus braços.
Mas foi tão intenso que fez pra sempre desaparecer
a sensação de nunca a ninguém pertencer.
Seus olhos leram a minh'alma,
captaram toda a minha vida.
Meus olhos viram a sua essência
e nela conheceram toda a sua existência.
Foi um segundo - perto do tempo que existe no mundo.
Você me viu... me sentiu.
E eu... eu percebi: da alma um do outro jamais iremos sair.
Seguimos - cada um de nós - nossos caminhos.
Você tendo morada no meu coração.
Minha morada? O seu doce coração.
E continuamos cada um o seu próprio caminho
com a certeza de que nenhum dos dois jamais estará sozinho.
Dê aos seus dias a chance de se tornarem inesquecíveis nos braços de quem tenta fazer sua vida valer a pena.
Posso sentir o seu coração bater mais forte quando eu digo que te amo. E em seus braços posso sentir o quanto você sente minha falta quando eu passo muito tempo longe. Posso sentir o quanto você me ama quando você me abraça
A vida me trouxe você e sem temor algum te levou de volta
Levou para onde não mais, meus braços, pudessem te abraçar
Levou muito e deixou tão pouco
Uma ilusão de um acaso, um sim, um não, um talvez.
Era eu para estar em seus braços,
era para não ter sido assim?
Terá sido eu a culpada negligente
por todo esse engano cometido?
E nós morremos, perto do outro
mas na verdade distantes galáxias
Esse tormento que nos angustia,
Essa angústia que nos atormenta...
Era mesmo para ter sido meu,
Era eu para estar em seus braços?
