Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin

Cerca de 154405 frases e pensamentos: Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin

"Ser Carnívoro (e Vegetariano, ao mesmo tempo) faz de Mim um Ser nada Radical, nada Dissimulado e Alguém típico do Meu Tempo! Poizé e Aceito Debates... Sempre Aceito!"


TextoMeu 1227
⛱️

"Gosta mesmo de Animais? Então, deixe de Discursos e Adote um Urubu. Um ou mais, já que gosta tanto de Animais!"


TextoMeu 1228
💕😻💖

"Fatos, Fatores, Pessoas e Circunstancias me fizeram mudar. Não sou o mesmo de anos e anos. Eu e muitos, incluindo os que negam (só para ficarem bem com todos)!"


TextoMeu 1231
😎

"Apesar de tarefa difícil e que precisa ser constantemente atualizada, assim mesmo submeti à Menina Jornalista a Minha Lista das 3 Mais Belas Músicas Brasileiras. Ela só tinha ouvido falar de uma delas e não sabia a letra nem o compositor. Mas ela pediu e eu a atendi. Foi assim!"


TextoMeu 1232
🎹🎶🎺

"Derrotados em Eleições não conseguem justificar a opção deles, até mesmo em Casa, porque o que os move não é a Razão, mas o Odio e a Inveja!"
TextoMeu 1304 🤒

"Mesmo Discursando tanto, mesmo mostrando serem Valentes e Espertos pra Burro, mesmo assim eles não conseguiram derrubar o Presidente Que odeiam! Eles são Fanfarrões. Ah, são!"


TextoMeu 1309👎

"Não nasci por lá e, mesmo fora de lá, vivo como se lá estivesse. Sim, Minas Gerais, mas é óbvio!"
TextoMeu 1332

"Se o Carnaval é coisa do Diabo, como insistem os de sempre, com certeza o Carnaval é mesmo coisa de Deus, pois Esse permite, abençoa e faz milhões de pessoas felizes em todo o mundo, foliões ou não!"
TextoMeu 1335

"No próximo Carnaval, não vou cair na Folia, embora eu vá acompanhá-la. Vou mesmo é 'cair' na rede, vou ler clássicos e vou ouvir músicas do meu tempo! Vai ser assim!"
TextoMeu 1347

Nem toda crueldade é insanidade. Na maioria das vezes, é maldade mesmo.

"Dar tempo ao tempo é, antes de tudo, dar tempo a si mesmo."


@marilene.mesquita2022

O fogo que pensa e mesmo fogo que se apaga nas próprias convicções.
Água que mata a sede é a mesma que se afoga.

​O Paradoxo da Pátria
​O fogo que pensa é o mesmo que se apaga,
Consumido pelo peso da própria convicção.
A mente que julga, que dita e esmaga,
Cria a faísca que incendeia a nação.
Crentes de que iluminam o escuro,
Ardem em certezas, mas o fim é o deserto puro.
​E a água que mata a sede...
É a mesma que afoga, que inunda, que desaba.
O recurso que cura é o que rompe a parede,
Quando a ganância transborda e a represa acaba.
O que deveria nutrir o solo do país,
Vira a enchente que arranca a raiz.
​Queriam o progresso impresso no plástico,
Mas o excesso do remédio virou o veneno.
O discurso seguro, soberbo e drástico,
Deixou o gigante de joelhos, pequeno.
Morrendo de sede ao lado da fonte,
Cego pelo brilho de um falso horizonte.

O espaço que te define é mesmo que da realidade ambígua da própria vida.

Todo ato tem consequências mesmo quando mostrado a realidade ambígua.

Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.

Fato do fascismo de sagitário.
Na era de aquários somos apse mesmo tempo somos alienígenas no proprio mundo.

Nas lágrimas veladas espinhos são expostos como alivio da vida,
Pois mesmo magoados sejamos louvados.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

Noite nublada e mesmo assim vejo as estrelas, constelação nebulosa e sois diante dos buracos negros e buracos brancos, intensidade das nuvens dentro das cordas.
As nuvens dentro da nebulosa, restos de um tempo que passou. Ou resto de uma estrela.
Muitas vezes vejo na minha mente um desejo eterno e puro do universo.
Abro esses pensamentos olhando o por do sol abro ideia mais profunda lapides do universo os anéis de Saturno parece ser aglomerados de asteroides viajando numa elíptica das órbitas mais altas.
Mais metais de nova matéria pode ser um novo elemento na tabela periódica.
Esse pensamento eleva para mineração espacial.