Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin
Ela sempre sonhou em encontrar um amor verdadeiro, daqueles que fazem o coração bater mais forte, mais rápido, mais intenso. Um amor que não apenas preenchesse os espaços vazios em seu peito, mas que também estivesse de mãos dadas com ela em cada passo do caminho. Um amor que transcendesse a simples palavra, que fosse sinônimo de respeito, de cumplicidade, de companheirismo.
Ela ansiava por alguém com quem pudesse compartilhar os momentos bons e ruins da vida, alguém que estivesse ao seu lado para ir à praia, para resolver problemas, para não largar sua mão nem nos momentos mais difíceis. Alguém que entendesse suas piadas ruins e risse junto com ela, alguém que soubesse que ela não é perfeita, mas que a amasse mesmo assim.
Ela se conhecia bem, sabia de suas imperfeições, de suas fraquezas, mas estava sempre em busca de se tornar uma versão melhor de si mesma a cada dia. Para ela, o verdadeiro problema não estava em viver um relacionamento ao longo da vida, mas sim em viver uma vida medíocre, sem paixão, sem propósito.
E assim, ela seguia sua jornada, com o coração cheio de esperança e os olhos brilhando de determinação. Porque ela sabia que, mais cedo ou mais tarde, encontraria o amor que tanto buscava. Um amor que faria sentido, que a completaria e que seria o seu porto seguro em meio às tempestades da vida. E quando esse amor finalmente chegasse, ela estaria pronta para abraçá-lo com toda a intensidade de sua alma.
Ela segue esperando…
Ela conheceu o amor, um amor que a fez sentir-se completa, viva, radiante. Era um amor puro, intenso, capaz de iluminar os dias mais sombrios e aquecer as noites mais frias. Mas, de repente, esse amor foi tirado dela, levado para morar nos braços de Deus.
A dor da perda a consumiu, deixando um vazio em seu peito e lágrimas em seus olhos. Ela se viu perdida, sem rumo, lutando para entender por que o destino havia sido tão cruel. Mas, mesmo em meio à escuridão, uma chama de esperança continuava a arder dentro dela.
Ela está esperando, esperando que outro amor, tão belo e profundo quanto o que ela perdeu, seja enviado para ela algum dia. Um amor que compreenda sua dor, que enxugue suas lágrimas e que a ajude a cicatrizar as feridas de seu coração partido.
Ela sabe que não será fácil abrir seu coração novamente, que a dor da perda ainda estará presente por um longo tempo. Mas ela também sabe que o amor é uma força poderosa, capaz de curar as feridas mais profundas e transformar a tristeza em alegria.
Então, ela espera, com paciência e fé, confiando que o universo enviará outro amor para ela quando for a hora certa. Um amor que será uma bênção, uma dádiva, um raio de sol em meio à escuridão. E quando esse amor finalmente chegar, ela estará pronta para recebê-lo de braços abertos, com gratidão e amor em seu coração.
Estou deitada na cama… com a janela aberta sentido a vida.
O sol, com seus raios dourados, é mais do que uma simples estrela no céu; é uma fonte de vida, energia e vitalidade. Quando seus calorosos abraços tocam nossa pele, sentimos uma sensação única de renovação e plenitude, como se cada célula do nosso corpo acordasse para a magia da existência.
É uma dança celestial entre o sol e nosso corpo, uma troca de energia que nos conecta com a essência pulsante da vida. Podemos sentir seu calor suave acariciando nossa pele, banhando-nos em uma sensação de conforto e bem-estar. É como se o sol nos envolvesse em um abraço caloroso, lembrando-nos que somos parte integrante deste vasto e maravilhoso universo.
Quando nos permitimos absorver a energia do sol, também nos abrimos para a abundância da vida ao nosso redor. Podemos sentir a natureza vibrando ao nosso redor, os pássaros cantando, as flores desabrochando e o mundo inteiro pulsando com uma energia indomável. É uma sinfonia de cores, sons e sensações que nos envolve e nos transporta para um estado de pura gratidão e admiração.
E assim, quando nos permitimos sentir o calor do sol em nosso corpo, também nos permitimos sentir a vida em toda a sua plenitude. É uma lembrança gentil de que estamos vivos, que estamos aqui e agora, e que cada momento é uma dádiva preciosa que merece ser celebrada. Então, vamos nos permitir sentir o sol, deixar seu calor nos banhar e nos rejuvenescer, e lembrar-nos da beleza e da maravilha de simplesmente existir neste vasto e incrível cosmos.
Solitude, um estado de introspecção e tranquilidade, onde as batidas do coração ressoam como uma melodia suave na vastidão do silêncio. É um momento de encontro consigo mesmo, longe do frenesi do mundo exterior, onde os pensamentos fluem livremente, sem interferência externa. Na solitude, descobrimos a beleza da nossa própria companhia, mergulhando nas profundezas da nossa mente e explorando os recantos escondidos da nossa alma. É um refúgio sagrado, onde encontramos paz e serenidade, nutrindo nosso eu interior e nos fortalecendo para enfrentar os desafios da vida. Na solitude, não estamos sozinhos, mas sim em comunhão com nosso próprio ser, descobrindo a verdadeira essência da existência e encontrando significado na quietude do momento presente.
Eu acordo cedo, com uma sede voraz de viver. Anseio sentir o vento acariciar meu rosto, o sol aquecer minha pele. Amo a vida em sua plenitude, os altos e baixos, os desafios e as alegrias que ela me traz. Cuidar de mim tornou-se uma prioridade, um ato de amor próprio que me fortalece a cada dia. Neste despertar, encontro a energia e a determinação para enfrentar o que quer que o dia traga, sabendo que cada experiência é uma oportunidade para crescer e celebrar a vida.
Ele me tira da minha zona de conforto de uma maneira que ninguém jamais conseguiu. É como se sua presença fosse um convite para explorar territórios desconhecidos dentro de mim mesma. Ele é completamente diferente de tudo que já conheci, capaz de despertar sensações e emoções que eu nem sabia que existiam.Entretanto, percebo que por trás dessa fachada de coragem e ousadia, ele guarda um medo profundo de se machucar, de se permitir ser vulnerável. Seu senso de defesa é notável, uma armadura que ele construiu ao longo do tempo para proteger seu coração.Minha missão, agora, é mostrar a ele que seu coração estará seguro em minhas mãos. Que eu não sou mais uma ameaça, mas sim alguém que deseja cuidar dele com todo o amor e carinho que ele merece. Que juntos podemos enfrentar qualquer desafio, quebrar barreiras e construir uma conexão baseada na confiança e na reciprocidade.Quero ser a pessoa que o faz sentir-se seguro para baixar suas defesas, para se permitir amar e ser amado. Quero ser o porto seguro onde ele possa ancorar sua vulnerabilidade e encontrar conforto nos momentos de tempestade. Porque quando duas almas se encontram com amor e compreensão, não há medo que não possa ser superado, e não há coração que não possa ser curado.
Um dia aprendemos... Ah se aprendemos que o mundo é um desafio, e que ao encontrar aquela que te faz aumentar e ao mesmo tempo despencar carinhosamente as batidas do seu coração, cuidado ela pode ser a oportunidade de sua vida, que um olhar pode dizer mais que palavras, que atitudes devem ser revistas, que se superar é realmente necessário, e que sentir saudade foi algo que valeu a pena, um dia a gente aprende que junto com a mágoa vem o choro mais a cura para ambos é o perdão, que ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade, e o que realmente importa é ser feliz, feliz com suas escolhas e reconhecer seus erros e correr até consertá-lo antes que seja tarde; tarde pra dizer até mesmo eu te amo!
Carta para Marcos
Meu pai não terminou o ensino primário, não recebeu um abraço, nem lhe disseram que te amo
Meu pai aprendeu a trabalhar 💪 antes de aprender a amar. Não podia sonhar em ser o herói de um conto de fadas, não havia tempo para brincar, nem asas para voar. Não havia palavras doces, nem pequenos-almoços de figurinhas, nem palavras de encorajamento, nem tardes de cinema, nem pipocas, nem passeios, nem beijos, nem telas💔
Meu pai não cresceu, embora nunca o reconheçam. Eu sei que ele ficou ali esperando o que nunca lhe foi dado e embora eu tenha reclamado mil vezes porque me faltou, sei que ele fez o possível para me dar mais do que um dia recebeu, mil vezes mais do que tudo o que ele um dia lhe foi negado.
Nós somos um encontro improvável — desses que o acaso organiza quando a vida resolve fazer poesia em silêncio.
Ele é o sossego que não se impõe, eu sou a inquietação que não pede licença.
Ele respira fundo, eu prendo o ar.
E no meio dessa dança tão desigual, nos tocamos onde ninguém vê.
Eletem um mundo dentro do peito, mas não o exibe.
É discreto até nos gestos de afeto.
Ama como quem cuida de uma planta: sem alarde, mas todos os dias.
E eu, que sempre fui urgência, aprendi com ele o valor da constância.
Aprendi que amor também pode ser morada, e não só fogo.
Somos diferentes, diria que não nos completamos, nos confrontamos.
E nesse espelho que ele me oferece, vejo partes minhas que eu nunca tinha parado pra olhar.
Às vezes me sinto barulho demais pra quem gosta de silêncio, mas ele me escuta.
Mesmo quando eu não digo nada, ele me escuta.
Nós não somos um conto de fadas, somos reais.
Temos pausas, falhas, espaços.
Mas também temos escolha, essa nossa escolha diária e silenciosa de permanecer.
E talvez o amor seja isso: reconhecer o outro como território sagrado, ainda que desconhecido.
Eficar.
Viver a vida da melhor forma é descobrir, a cada amanhecer, que o ser é feito de pequenos instantes, de sussurros quase inaudíveis que, juntos, compõem a sinfonia de um existir único. Há um mistério no simples ato de respirar, de se permitir ser inteiro, mesmo quando a alma se perde nos labirintos do cotidiano, que não são poucos.
É como se a vida fosse um livro escrito em silêncio, onde cada página revela segredos que só se desvelam a quem ousa olhar para dentro. O melhor de viver não está na busca frenética pelo futuro, mas na entrega serena ao agora, naquele instante efêmero que já se despede e, no mesmo movimento, se eterniza.
No entrelace de luz e sombra, aprendemos que a perfeição se esconde na imperfeição, que o encanto reside nas marcas que o tempo deixa e que, na fragilidade de cada gesto, mora a grandeza do ser. Vivemos intensamente quando nos permitimos sentir, sem reservas, a beleza e a dor, as dúvidas e as certezas que se misturam na dança silenciosa da existência.
E assim, viver a vida da melhor forma é um ato de coragem: é ser capaz de sorrir diante do desconhecido, de acolher as tempestades e as calmarias com a mesma entrega. É reconhecer que, mesmo nas incertezas, há um universo inteiro de possibilidades que floresce a cada batida do coração.
No fim, o segredo está em se permitir ser, em se reencontrar a cada olhar para o espelho, e em compreender que a plenitude reside na arte de abraçar o próprio mistério. Afinal, viver é, antes de tudo, um constante redescobrir do que é, em sua essência, simplesmente belo.
Ah! O pôr do Sol, um ato de tanto amor, de tanta humildade. Foi a maneira na qual o Sol encontrou para deixar que a Lua marque seu lugar, e assim, demonstrar seu amor.
Está fazendo silêncio dentro de mim.
Eu ando calada, falando menos, contando as palavras, usando apenas as necessárias, economizando a voz e sinto que faz silêncio dentro de mim.
Poderiam dizer que é paz ou vazio, não penso que seja. É um momento sem respostas.
Tanto mudou em tão pouco tempo que nenhuma das afirmações de outrora servem pra agora.
Direi o que então? Que não sei como será o amanhã!? Que as certezas construídas, quando desconstruídas levam muito mais do que as respostas? Elas levam um pouco da gente que precisa se recompor.
O meu silêncio é semente. É o momento em que não dá pra ver que há uma vida nova surgindo, olhando de fora não dá pra imaginar que algo novo já vive ali, mas está lá.
Olho ao redor e vejo pouco do que via, olho no espelho e me questiono se dá pra ver em mim esse silêncio todo.
O meu silêncio é descanso, de tantas falas que viraram apenas vento. É descanso do quanto eu sempre pensei que deveria saber responder tudo.
As vezes as perguntas são muitas, em outros dias parece que as respostas existem aos montes, mas de fato há esse interregno em que perguntar não adianta, responder não faz sentido.
Não que eu não quisesse algumas respostas, não que eu tenha algumas perguntas, mas é que realmente não é possível entender se eu deveria as querer.
Então me deparo com uma nova realidade, que não acredito que dure muito, mas por enquanto, o que eu tenho é silêncio enfim.
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