Bom fim de Semana Amiga

Cerca de 165240 frases e pensamentos: Bom fim de Semana Amiga

Não posso falar por Descartes, mas eu existo por que sinto.

Inserida por Giovanni76

Eu canso de ver tanto amor jogado fora.

Inserida por Giovanni76

Devemos praticar o nosso pensamento sempre no sentido positivo, ele é a nossa fortaleza.

Inserida por joaovencedor

Suas escolhas refletem o teu futuro.

Inserida por felipewatter

E se seus pensamentos são positivos, sua vida será positiva.

Inserida por felipewatter

Um amor verdadeiro é aquele que se renova a cada dia.

Inserida por felipewatter

Nunca diga o que eu quero eu posso, diga o que eu quero eu conquisto!

Inserida por felipewatter

Um olhar fala mais do que 1 milhão de palavras.

Inserida por felipewatter

Não viva de expectativas, viva de realidades.

Inserida por felipewatter

Não busco amores em pessoas busco amores em meu coração para que possa compartilhar aquilo que seja verdadeiro é não uma ficção.

Inserida por EdmundoSound

Comparo Meu amor por você como versos de um poeta apaixonados mais singelos.

Inserida por EdmundoSound

Um homen deve saber honrar sua virtude só assim provarar para si mesmo que é um sabío.

Inserida por EdmundoSound

Na vida a maior jornada é aquela que nos é desconhecida.

Inserida por EdmundoSound

O medo nunca é o melhor companheiro de jornada.

Inserida por EdmundoSound

Nem sempre aquilo que nos preza é aquilo que você realmente precissa .

Inserida por EdmundoSound

O amor é um tesouro que não se encontra em uma arca .

Inserida por EdmundoSound

Eu gosto de pensar coisas que me fazem refletir !

Inserida por Thiaguinho324

A maravilha está na demostração, seguida de emoção.

Inserida por felipewatter

As obras editadas pelo Racionalismo Cristão contêm o que o leitor necessita para se esclarecer e encontrar o caminho a seguir, embora a estrada da vida seja repleta de dificuldades e de becos sem saída.

Inserida por elyrcddv

E ONTEM EU QUIS UM POEMA QUE NÃO PUDE CONCEBER
(ODE TOSCA A IBERÊ CAMARGO)


Ontem a paisagem
Do aroma da noite
Fecundou em mim
Um tênue fluxo dum poema.


Este fluxo carregava nas casamatas do ventre
A estrada para uma humilde hossana
A Iberê Camargo:
O mestre máximo do pincel
Que reinterpreta visceralmente
A visual realidade
Que, á primeira análise,
Se mostra vivente, a inconteste claridade incólume do sempre!


Ah, ontem á noite,
O meu ser de remendo
Quis enaltecê-lo,
Reverenciar-lhe o apurado e peculiar olhar
De transcendente acuidade,
Lançado sobre o aparente cenário em equilíbrio:
Para o geral ver,
Cegado pela síndrome de Narciso,
Completamente equacionado
Pela Matemática do humano tempo conciso.














Ah, como idolatro este olhar
Congênere da Ametista
Pois dirime a embriaguez:
Embriaguez que a insidiosa superfície
Do mundo externo impõe á vista
De um modo que bloqueia
Tão sutil e plenamente
O livre perceber que brota das mentes hominídeas,
Porque estas ancoram,
Embora inconscientemente,
Seu alado veleiro
No indestrutível porto da sageza
Do ecumênico solar desejo!



Então ele fita claramente
O incessante novelo de conflitos
Progredindo-se por debaixo da derme
Do onipresente embuste eloqüente, corrosivo!
E depois que se alimenta deste drama,
Um universo em contínuo colapso,
Vivenda em chamas,
Devolve-o íntegro, desprovido de sofismas:
Rebento do incorruptível imaginário antropofágico!
Sim, a AMETISTA EXPRESSIONISTA
Faz com que o rosto da verdadeira humana estética
Seja revelado:
Sem o adorno da airosa flor do eufemismo
E sem a indulgência que emana
Da mão estendida pela cênica sensatez residida
No alegre tremular da bandeira da trégua
Entusiasticamente anunciada, bramida!











Ah, entretanto,
O poder de captação de Iberê
É muito mais ancho:
É capaz de nos expor
Toda a densidade da latitude
Contida na pungência da tristeza,
Escondida na álacre corpulência
Do rosto de uma pessoa-oceano.


Não, eu não pude compor o tão sonhado poema:
Melancolicamente,
Naufraguei-me no mar da cara empresa.



Ah, tenho raiva, tenho pena
de não ter podido seguir a sua feérica estrela:
Não erigi versos brancos
Nem versos que sorvessem
Da fonte onde deitam
A rima pobre e a opulenta.


JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA

Inserida por jessebarbosa1827