Bom fim de Semana Amiga

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No fim, poucos, quase um número nulo, irão perceber o que você quis passar em vida; a menos que você consiga tirar da imaginação⁠

No fim você irá cair na armadilha que você mesmo armou, isso acontece com todos nós e vós.⁠

Sou sempre convidado pela Vida a olhar pras coisas, comportamentos e pessoas com amor, a fim de viver cada vez mais leve, em constante crescimento.

O livre-arbítrio pode se tornar uma dívida sem fim. Use-o com sabedoria.🕊

No fim, o silêncio é a névoa espessa que apaga o mundo lá fora, deixando-o a sós com o eco de passos que a nossa mente ainda não deu.

Não busque ser completo; a completude é o fim do movimento.

⁠Nem tudo que acaba termina. O fim pode ser apenas o recomeço do que acabou.

Desejo pra você hoje e sempre: coragem para encarar o desconhecido, força para lutar até o fim e alcançar teus objetivos. Luz para iluminar teus caminhos, para que nenhum obstáculo te impeça de vencer. Lembra-te sempre: vencer não é só ganhar, por vezes, perder também denomina-se vitória.
E o temido desconhecido transforma-se em notório, do verbo... VIVER.

Começar qualquer um começa, mas somente os originais vão até o fim.

⁠Estarei com você em todos os momentos da sua vida até o fim. Prazer meu nome é consciencia.

Porque o sucesso é feito assim
De pequenos gestos, dia após dia
Teu olhar me mostra o fim
E o começo da minha alegria - Frase da música Dia Após Dia do dj gato amarelo

O fim da vida humana não é o fim da vida, é só o começo, uma vaga para outros tipos.⁠

No fim do dia,
todos os loucos solitários
viram poetas.

Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente.

Jordi Sierra i Fabra
Kafka e a Boneca Viajante, 2008

Há uma cena em Encontros no Fim do Mundo que não dá vontade de explicar. Dá vontade de ficar quieto. Um pinguim simplesmente se afasta dos outros, vira as costas para o mar, que é onde está a vida, e começa a caminhar sozinho, em direção às montanhas geladas da Antártida. Um caminho sem volta. Um caminho que, no fundo, aponta para a morte.
Herzog não tenta romantizar isso. Ele só mostra. E, curiosamente, aquilo deixa de ser só sobre um pinguim. Vira sobre a gente.

“Aquele pinguim é o sujeito que rompe.
É o momento em que algo sai do roteiro.”

Enquanto o grupo representa o seguro, o instinto, o “é assim que sempre foi”, o pinguim solitário faz o oposto. Ele não está perdido. Ele escolhe sair. E isso é o que mais incomoda. Porque ir contra o próprio instinto não é coisa de animal, é coisa de humano.
Quem nunca sentiu vontade de ir embora de tudo? De se afastar do que mantém a gente em pé, mesmo sabendo que pode dar errado? Sair de um lugar, de uma relação, de uma fé, de uma vida inteira… não por ignorância, mas porque ficar dói mais do que o risco de partir.
O pinguim não parece confuso. Ele parece cansado.
Cansado de repetir o mesmo ciclo, o mesmo caminho, o mesmo destino compartilhado. Talvez caminhar para as montanhas seja o último gesto de controle que ele tem. Um jeito silencioso de dizer: “até aqui, chega”.
Herzog fala em loucura, mas talvez seja pior que isso. Talvez seja lucidez demais. Talvez, por um instante, aquele pinguim tenha sentido algo que não deveria sentir: o desejo de ser único, mesmo que por pouco tempo.
Ele não caminha atrás da morte. Ele caminha atrás de algo que ele mesmo não sabe nomear. “A morte é só o preço.” No fim das contas, essa cena incomoda tanto porque ela quebra uma ilusão confortável: a de que todo ser vivo quer sobreviver a qualquer custo. Às vezes, viver do mesmo jeito deixa de fazer sentido.
E o mais estranho não é o pinguim indo embora sozinho. O mais estranho, e mais honesto, é perceber que, lá no fundo, a gente entende exatamente por quê. Só não encontramos as palavras para expressar o que é! Apenas esse aperto é essa agonia ao perceber que aquele pequeno ser nos ensinou tanto enquanto caminhava, cada passo era um passo de sua escolha, um passo de sua decisão, decisão essa que culminaria em sua liberdade!

A felicidade não é a cidade ao fim do mapa, é o próprio vento pela janela, o ritmo das rodas nos trilhos, o horizonte que se desdobra enquanto se vai.

Pois lembre: o pássaro não entoa seu canto por ter a alegria; é no ato de cantar — no ar que vibra na garganta, na nota que se desprende e preenche o arvoredo — que a alegria, plena, nasce e se aconchega em suas penas.

A felicidade não é um porto à espera. É a própria maré dentro de você, o movimento que faz o navio navegar.

⁠Filía é saber que existe alguém que acredita e admira você.

Filía é chegar no fim do dia e pensar em alguém antes de dormir e se orgulhar desse alguém.

(Filía me lembra panquecas, tudo fica melhor com panquecas.)

Filía é vencer e ter alguém que te aplauda, que se alegre com a sua vitória.

Filía e sentir o amor, apesar da dor.

Filía é errar e ter alguém que aponte o erro, mas também a solução.

Filía é ver a queda do outro e fazer com que se erga.É honrar e defender na ausência.

É fazer com que você sinta, que as estrelas foram feitas para serem vistas, pelos seus olhos.

Filia não se esconde, os olhos nunca mentem, está numa palavra bondosa, um abraço gentil, num conselho sincero, umas boas risadas.


Filía é o amor, O sublime amor entre amigos.

Na natureza tudo retorna ao ponto de partida, revelando que o fim é apenas um novo começo.

Um casal encontra seu fim quando um dos dois decide parar de crescer.

Cientistas alertam que o fim do mundo está próximo.Eu entendo de outra forma: como acima, assim abaixo.O mundo não adoece sozinho, ele reflete aquilo que a humanidade vibra.