Bom fim de Semana Amiga

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⁠O amor é infinito de si próprio
o amor nunca terá fim
por que o amor é todo nosso

Quando se há reciprocidade
o amor é invencível
quando o amor habita em
um coração, a felicidade
entende que não existe a impossível

Quando é amor nada faz sentido
quando é amor as palavras se
confundem no fundo do abismo;

⁠Quem me dera se despir de mim, despir do que não me convém ou despir-se do fim
Olhando para a minha intimidade e percebendo as minhas responsabilidades
Observando a minha nudez que no fundo despertava a própria timidez
A minha alma só queria ouvir o meu coração
O silêncio da minha vergonha gritava a minha frustração e sensibilizava toda a minha importância
Determinando a minha direção!

Há quem ofereça o sangue aos deuses que não bebem. E há quem ame, até o fim, aqueles que nasceram incapazes de amar.

Por que te procuro. em ruas desertas, escuras como abismos sem fim, onde o vento uiva segredos que o coração não ouve. Por que te busco em casas vazias, sem vida, sem lar, ecos de sombras que dançam no vazio. do que fui sem ti. Na verdade, amor, tu já pulsas em mim — raiz funda no peito, chama que não se apaga, sangue que corre em veias de saudade eterna. Não mais errante, encontro-te no espelho da alma, no tremor da voz que sussurra teu nome ao amanhecer. Tu és eu, eu sou teu eterno, Para vivermos a nós.

A imortalidade não é a ausência de morte, é o assassinato da essência que liga a vida ao seu fim.

O Tédio Cósmico não é o fim, é o grito mudo que exige sua Desintegração. Use o vazio como força.

Amor, és verão que nunca tem fim,
és o vento que sopra em mim,
meu desejo é viver contigo,
meu eterno sol, meu abrigo. Te amo muito meu amor - Frase da música Um dia de verão de você do dj gato amarelo

Distante, eu olho para mim.
Um passado de guerras e batalhas sem fim.
Vencida pela guerra que habita em mim.
Luto para encontrar a paz que perdi.


As cicatrizes do passado ainda dolentes,
As memórias de dor, ainda presentes.
Mas em meio à tempestade, busco a calma,
E encontro a força para seguir em frente.


Presente, eu olho para o futuro.
Cheio de termos que exigem coragem e pureza.
Minha espada, símbolo de luta e glória.
Reportará digna das minhas histórias vencidas.


As lutas do passado me ensinaram a ser forte,
As glórias alcançadas me deram a confiança para seguir.
Agora, eu olho para o futuro com determinação,
E sei que minha espada continuará a brilhar.

Percorrerei o caminho até o fim, e enquanto as forças me permitirem, deixarei as marcas do meu andar; sabendo que o tempo e os elementos as apagarão, ainda assim, seguirei trilhando esta terra, deixando a minha marca indelével.

Estimula os fiéis a exteriorizar a luminosidade da graça divina através de obras meritórias, a fim de que os homens, contemplando tais virtudes, elevem louvores ao Pai Eterno nos céus.

31 de outubro
Você nem deve mais lembrar do significado
Você se declarou no fim da tarde
E eu me calei, fraca, quase covarde

Eu estava tão nervosa naquela hora
Mas tudo isso soa patético agora

Eu amadureci
Cresci
E você segue na mesma insensatez
Cadê aquela sua tão famosa lucidez?

Você fingiu ser quem não era
Prometeu, encenou, e depois foi embora

Doeu
Mas saiba: você me perdeu

Perdeu alguém que moveria montanhas
Que estaria ali todas as manhãs
Alguém que te amaria na pior fase
E não fugiria atrás de um disfarce

Agora aguente sustentar essa farsa fria
Você está fadada a fingir dia após dia
Tudo porque não conseguiu ver claramente
O que tinha nas mãos — de forma evidente

Eu faria tudo
Agora fique no mudo

O medo não é o fim, mas a vida desperdiçada. Cada amanhecer é uma página em branco. Viva com intensidade, pois o maior perigo é existir sem nunca ter realmente sentido o pulsar da existência.

Você desperta o que há de melhor em mim; me ressignificou do começo ao fim.

Nem todo fim vem com explicação honesta. Alguns vêm apenas com ausência.

Nem todo fim precisa ser entendido para ser encerrado.

Texto de Encerramento
Eu não entendi o motivo do fim,
e talvez nunca entenda.
Mas hoje eu reconheço que a ausência também fala,
e o silêncio também encerra.


Eu fiz o melhor que pude,
com a maturidade, a consciência e o amor que eu tinha naquele momento.
Não fui morno, não fui raso, não fui negligente.
Fui inteiro.


Se isso não foi suficiente para que o outro ficasse,
não transforma minha entrega em erro,
nem meu amor em excesso.
Revela apenas um limite que não era meu.


O abandono dói porque houve verdade.
Porque houve presença.
Porque houve intenção.
E eu não vou usar essa dor para me diminuir.


Eu encerro este vínculo sem negar o que existiu.
Honro o que foi vivido,
mas aceito que não continua.


Eu não preciso de explicações que não vieram
para seguir adiante com dignidade.
O que me foi dado já é informação suficiente.


Eu solto a espera.
Solto a tentativa de ser escolhido novamente.
Solto a necessidade de provar valor a quem não permaneceu.


O amor que ofereci continua sendo meu.
Ele não se perde porque não foi acolhido.


Eu sigo em frente não porque foi fácil,
mas porque fui verdadeiro.
E isso basta.

Sei que ainda não é o fim,
mas confesso: agora tá pesado.
A fé continua, mas a mente vacila.
Não perdi Deus, só tô cansado de lutar em silêncio.
E talvez hoje, a maior prova seja pedir colo em vez de ser muralha.

Claire…
teu nome me chama sem som…
como se o tempo soubesse
que minha busca
tinha um fim… e era você.

Hara…
coisa rara…
mais que flor que não despetala,
mais que estrela que não morre,
tu és o sopro onde eu nasci.

Eu vi teu rosto antes de sonhar.
Eu caí em ti…
como quem volta pra casa
sem saber que havia partido.

Claire…
por que teu silêncio sabia meu nome…
mesmo antes da dor ter voz?

E eu grito por dentro,
no exato lugar
onde teu peito dizia:
“fica”.

Me abraça com tua ausência…
e eu juro…
tudo que faltava em mim
agora se chama
Hara.

Claire…
não precisei te tocar…
pra saber que minha pele
só reconhece o mundo
depois de ti.

Claire…
não fala nada.
Só sente.

O que a gente é…
ninguém entende.

Mas entre o antes e o depois…
só ficou o teu nome
escrito
na parte de mim
que nunca morre.

🖤 Hara.

Aquela rua, no silêncio adormecido de um corredor sem fim, onde cada passo ecoava no escuro, fazia-se rasgo memorial.

O fim é fácil de provar e se iludir.


O meio é que exige caráter para sentir.