Bolero de Ravel Carlos Dummond de Andrade
Pagar, com verba pública, para o vulgar estudar, é dar mais do que ele se importa com a escola, é autovulgarização do sistema educacional. E o mercado aceitando orelhas nos diplomas.
Somos dos mesmos elementos químicos do belo. Nos alimentamos do belo. Vivemos no meio do belo e ainda sabemos apreciar o belo, mas, exatamente por isso, somos feios. E quanto mais nos medimos e nos comparamos, mais misturados desaparecemos, como o branco do leite bebe todas as propriedades da água. Afinal, os diferentes se atraem para a uniformização.
Quando se faz vista grossa ao gênio de quem ensina, o Ensino dele se torna um meio egoísta para a ruína dos seus alunos, revogando a paz.
Estamos aqui para aprender e colocar em prática o que aprendemos, evoluindo sempre a cada ida e a cada volta, até atingirmos a perfeição oferecida por Deus.
Fácil é dizer ou pensar que perdoamos alguém que nos casou algum mal.
Difícil é esquecer o sentimento de mágoa que o mal nos provocou.
Todavia, conviver com sentimentos de mágoa é muito ruim para nossas vidas física e espiritual.
Evite sempre causar mal a alguém e procure esquecer seus sentimentos de mágoa.
Então, vivemos em um mundo de homossexuais, lutando com sua sina dada por Deus para conter o crescimento populacional sem sofrer catástrofes naturais e nem minar a felicidade dos humanos.
NA IDEOLOGIA DE GÊNERO, "ELES NÃO QUEREM IGUALDADE, MAS SUPERIORIDADE". ACHO QUE A IGUALDADE ESTARIA DE BOM TAMANHO. AFINAL, SÃO HOMO.
Incluir é excluir, porque reforça a ideia de que não fazia, não faz e não fará parte, pois não é da mesma substância. Concordando com Aristóteles: 'A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais'.
Toda inclusão é forçada, escravizante para ambas as partes; a exclusão é natural, ressalta a individualidade de cada um. Discriminar é valorizar o diferente; o ideal é a aceitação.
"Mira" o professor com o celular na mão em sala de aula é um precedente para o aluno usá-lo: — Se ele pode, por que não posso usar também! E os coordenadores repreenderão-no nas reuniões pedagógicas?
Um dia você acorda, e lhe roubaram o direito de impor limites aos cafajestes, pois, eles é que de fato dominam sua consciência.
Não imponha limites cidadão ao seu conhecimento, participação e atuação na vida escolar de seus filhos, para os mesmos não serem imbecilizados pela violência e nela fazerem escola.
Um dia de cada vez, apesar da insuportável convivência na lembrança, de homens vis e suas canetadas ardilosas!
Tento me impor com meus pensamentos filosóficos, mas o lucro que me retorna é, senão, o mais fino realçador de minha ignorância: o outro!
Eu desconfio que nasci para compor o organismo divino.Compreendo que Deus é o próprio universo infinito, para saúde dele vim somar, porém doente com as mazelas do mundo.
Professor se protege de aluno, e aluno se protege de professor, por causa destas e de outras violências ressonantes do Cabo-de-guerra retesado, Pseudo-socioeducacional é que o dia do professor vai passar em branco. Pois esqueceram-se do dia do estudante.
De todas as condições civis, a mais vil é a posse indevida do corpo feminino, legalizado pelo casamento. Uns não aceitando a separação matam o cônjuge
