Bolero de Ravel Carlos Dummond de Andrade
Poema Fenomenológico
Acordo, levanto, me arrumo e saio para comprar pão.
No caminho...
Comprimento pessoas, afago o cachorro, contemplo as árvores floridas, ouço o cantar dos pássaros, brinco com as crianças, admiro a arquitetura dos prédios antigos, ouço músicas, vejo sorrisos, vejo apressados, atravesso a rua e chego às padaria...
Os pães acabaram
Pensamentos
Pensar na vida - renascer
Pensar na alegria - sorrir
Pensar na dor - compadecer
Pensar na amizade - retribuir
Pensar nas flores - respirar
Pensar na noite - sonhar
Pensar no ódio - humanizar
Pensar no amor - enamorar
Pensar em mim - ressignificar
O brilho dos olhos trás uma história inimaginável
Sendo os olhos a clareira da alma que ilumina o coração
Um olhar pode trazer seus mistérios e através de um olhar a mulher tem o dom de falar tudo, sem se quer ela abrir a boca
E se o homem quer saber basta com o coração incherga
Não tenho mais palavra para te falar mais quero
Te recitar poesias atravéz das atitudes
Falar de amor fazendo amor
Toca cada pedacinho do seu corpo com desejo e carinho
Olhando em seu olhos falar o quanto você e linda
Quero sentir seus seios em minha boca
E sentir seu corpo corresponder involuntariamente cada toque
Entre ruídos e gemidos
O nosso corpo suado
Esse poema quero finalizar dizendo te amo
"Então me diga, o que é um líder sem seguidores? Parece que a questão não é se existiremos sem você, mas se você existirá ou não sem nós."
O cão de rua ele não foi abandonado simplesmente ele percebeu que na rua teria sua liberdade de viver sem um dono.
Não tenho palavras, para retrucar uma forma de defender a superioridade dos meus sentimentos, por voçe por isso o silencio será minha melhor cartada.
