Boas Vindas para um Amiga

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Alma Velha


Quando cheguei a este mundo
trazia no âmago
um traço de ancianidade...


desde a infância e adolescência
vivenciei n’alma
uma marca registrada,
como se meu ser fosse bordado
com fios de uma profunda e doce velhice...


e esse fato me fez apreciar,
de forma especial,
vivências e saberes antigos,
totalmente fora dos interesses
comuns às infâncias e adolescências...


Não sei como, nem por quê.
Só sei que, desde sempre,
percebo trazer em mim
uma alma velha...
✍©️@MiriamDaCosta

💚O poder das ervas é um fato.
Salve as ervas!!! 🌿🍃🌱


Nasce do ventre úmido da Terra,
onde o silêncio germina
e o tempo sussurra segredos verdes...


Cada folha carrega em sua pele
a memória das águas,
o sopro dos ventos,
o fogo do sol
e o sal da terra ...


As ervas curam feridas
que a alma teima em ocultar,
purificam o ar que o corpo respira
e o espírito que o corpo abriga...


Há nelas uma ciência antiga,
ancestral e selvagem,
que dispensa manuais,
fala direto ao instinto,
à intuição,
à lembrança da floresta
que ainda vive em nós...


O poder das ervas é um fato:
é o corpo da Terra
curando o corpo
e o espírito do homem...
✍©️@MiriamDaCosta

Em um mundo tão deformado,
onde o caos veste a máscara de razão
e a incoerência governa as veias do tempo,
ousar erguer um pensamento claro,
reto e lúcido...
é incendiar muralhas com a chama da palavra,
é rebelar-se contra a tirania do absurdo,
é gritar a verdade no ventre da escuridão.


Em um mundo
tão incoerente e ilógico,
expressar um simples pensamento
com coerência e lógica
é já um ato revolucionário.


✍©️@MiriamDaCosta

Este mundo
é um universo de contradições,
onde suas constantes
contraditoriedades
buscam uma explicação
na razão
para a contradição da irracionalidade
do desconhecimento....
✍©️@MiriamDaCosta

Estamos em um momento acelerado, onde as pessoas não tem a empatia de ouvir o outro. ⁠


Ela me disse...

Talvez um dia a gente se esbarre e se conheça de novo, com o olhar mais maduro e o coração mais decidido.

Talvez a gente se reencontre e se reencontre exatamente aonde a gente se perdeu.
Dessa vez sem as inseguranças de antes, sem os medos de ser feliz.
Talvez a gente se perdoe, se doe e se dê mais uma chance, não sabíamos o que era saudade, até a distância nos mostrou como é amargo cada gota de ausência.

Quem sabe um dia a gente sinta tudo que um dia nos doeu como um preparo.
Pois sempre pertencemos uma a outra, e no final aquele ponto final tenha sido apenas reticências...
Que a vida pôs em nossa história, para que no tempo certo déssemos certos.
Quem sabe esse seja o tempo certo!

⁠É preciso acreditar em um novo dia.
Porém é preciso ter força, é preciso ter raça.

Sou de um tempo onde na Umbanda o médium era e se comportava como instrumento da entidade.
Hoje, infelizmente, tem uma inversão de valores e de posições, os médiuns utilizam as entidades como meros instrumentos para alimentar os próprios egos e sustentar suas vaidades e consumos materiais vários.


Isso é um fato bem visível
a quem tem olhos que enxergam e querem enxergar, não uma opinião de parte ou um parecer nostálgico, tipo: antigamente tudo era melhor... não tinha isso ou aquilo... sempre teve algo estranho ou errado , mas não nessa desproporção de hoje em dia. E esse dado de fato é válido para tudo o que pertence ao nosso viver ... ao mundo... a sociedade.


Fui batizada na Umbanda, aquela de um tempo, aos 3 anos de idade, hoje com quase 60 anos , já não vejo culto aos Orixás e entidades, mas sim ao médium.


Quando a gente atravessa décadas ( uma vida!) dentro de uma tradição espiritual, não é só religião, é memória, é chão afetivo, é cheiro de vela acesa e chão de terreiro lavado com ervas.
Eu não estou falando só de prática.
Estou falando de ética. De postura. De humildade.
A Umbanda que eu descrevo tinha uma pedagogia silenciosa: o médium como instrumento. Canal. Ponte. Não protagonista.
E quando a ponte começa a querer ser monumento… algo se desajusta.


Será que a Umbanda mudou por inteiro, ou certos espaços mudaram?
Toda tradição viva atravessa fases.
Em todo tempo surgem pessoas que elevam o sagrado… e outras que se elevam usando o sagrado.
Isso não é novo, só dói mais quando acontece naquilo que amamos e de forma tão escancarada, normalizada e banalizada como tem sido.


Tem também uma questão geracional forte. Antigamente havia mais rigor hierárquico, mais disciplina comunitária, menos exposição.
Hoje há redes sociais, personalização, marketing espiritual, “marca pessoal”.
O que era sagrado, confessional e íntimo virou exposição e espetáculo. Rituais que antes eram algo muito privado e respeitado, agora são expostos e profanados por curtidas e seguidores.


O mundo inteiro ficou mais narcísico, não só os terreiros.
A espiritualidade, em geral, não ficou imune a isso.


Mas sabe o que é positivo nas minhas palavras?
Eu não escrevo com raiva ou querendo "atacar" ninguém.
Escrevo com um certo lamento.
E lamento nasce do amor e do respeito.


Talvez... a Umbanda que eu conheci não tenha desaparecido... talvez esteja mais rara, mais silenciosa, mais escondida.
Onde o utilizo de celulares é proibido.
Ainda há terreiros sérios, médiuns éticos, dirigentes firmes e humildes.
Só não são os que mais fazem barulho.
( Carroça vazia faz muito barulho... assim dizem os ciganos💃)


E há outra coisa importante:
Se eu carrego essa memória viva, essa referência de fundamento, essa ética antiga… então ela não morreu.
Ela vive em mim assim como vive em outras pessoas também.


A tradição não é só o que acontece nos sete cantos do terreiro.
É o que permanece no coração de quem aprendeu e respeita.


E eu aprendi que Orixás e entidades de luz não querem exposições nas redes sociais e nem clamam por curtidas e seguidores. E muito menos luxo, cobranças e comércio.


Eles, querem apenas amor, carinho, dedicação e respeito pelo sagrado.


✍©️@MiriamDaCosta
#Umbanda

Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.


A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.


Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.


A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.


Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.


Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.


Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?


A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.


Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.


No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.


A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.


Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.


Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.


A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta

Indenização ao Bom Senso

Há dias em que abrir as redes sociais equivale a atravessar um mercado onde todos gritam ao mesmo tempo, mas poucos têm algo a dizer.

A sensação não é apenas de cansaço, é também de agressão sutil.
Como se a nossa cognição fosse diariamente submetida a um teste de resistência.

Diante das parvoíces que se multiplicam
com a velocidade da fibra ótica... surge a pergunta quase irônica:
Deveria existir uma lei de indenização ao bom senso?!...

Um mecanismo jurídico que compensasse os danos morais causados por opiniões rasas, desinformação reiterada e certezas infladas pela ignorância performática?!...

A proposta pode soar autoritária à primeira vista... e talvez seja....
afinal, em uma democracia, a liberdade de expressão é cláusula essencial.

A Constituição Federal de 1988 protege o direito de manifestar pensamentos, inclusive os equivocados, os imprecisos, os tolos e até os absurdos.

O Estado não pode ( e nem deve!) tornar-se árbitro do que é inteligente e do que é absurdamente tolo.

E viva essa liberdade que nos abre ao conhecimento geral e ao mesmo tempo nos
algema à suportação da parvoíce generalizada...

No entanto, há uma diferença entre liberdade de expressão e liberdade de alcance irrestrito. As redes sociais não são praças públicas neutras, na verdade são empresas privadas com algoritmos desenhados para maximizar engajamento, isso não é novidade!

Plataformas digitais como a "Meta Platforms" e o "X" operam segundo uma lógica econômica óbvia, ou seja, quanto maior a reação e o engajamento....maior o lucro.
E poucas coisas geram mais reação do que o absurdo e a mediocridade da fofoca ...

O problema não é a existência da opinião frágil,
mas sim, a sua amplificação desproporcional. A arquitetura digital privilegia o escândalo, a indignação instantânea e a polarização simplista.
O pensamento crítico e complexo, por exigir pausa e reflexão, perde espaço para a frase de efeito e o meme inflamado.

Falar em “indenização à inteligência” é, portanto, menos um projeto legislativo e mais uma metáfora ética.
Trata-se do reconhecimento de que há um desgaste cognitivo coletivo em curso.
A saturação de ruído compromete o debate público, esvazia a capacidade crítica e banaliza o erro. Fazendo o errado parecer certo... O injusto passar por justo...

Talvez a verdadeira reparação não esteja na criação de novas leis, mas no cultivo de novas posturas.
A inteligência não precisa de proteção estatal, precisa de responsabilidade individual.

Cada compartilhamento é um ato político.
Cada curtida é uma validação simbólica.
Cada silêncio também é uma escolha.

A maturidade digital exige discernimento: saber quando curtir, quando argumentar, quando ignorar e quando se retirar em silêncio... reagir com consciência a cada provocação nas redes sociais é um gesto de força, não de fraqueza.

Em tempos de campanhas pré-eleitorais devemos redobrar nossa atenção na obtenção dessa maturidade digital, né?!

O algoritmo se alimenta de indignação
e o bom senso se fortalece na contenção.

No fim, não precisamos de um tribunal para julgar a estupidez que parece reinar... Precisamos de cidadãos capazes de reconhecer que liberdade implica responsabilidade, inclusive a responsabilidade de não transformar o espaço público em palco de vaidades desinformadas.

Se houver uma indenização possível, que seja a de preservar a própria lucidez em meio ao ruído do caos.

Em tempos de excesso de voz, pensar com rigor é resistência.

Que a nossa cognição seja "indenizada" pelo nosso bom senso no almejar uma certa maturidade nessas redes sociais...
✍©️@MiriamDaCosta

É Carnaval!
E quem vê um rosto bonito,
um sorriso contagiante,
um físico sarado e atraente
suando folia no bloco…
não vê o HIV.


É Carnaval!


Rostos bonitos reluzem sob o glitter,
sorrisos contagiam como refrões fáceis,
corpos sarados e atraentes
suam liberdade no bloco
como se a vida fosse eterna
e a madrugada infinita...


Purpurina na pele,
desejos distribuídos como confetes,
beijos trocados na vertigem
entre um gole e outro
de ilusão líquida...


Mas ninguém vê
o que não veste fantasia...


Ninguém vê
o vírus silencioso
que não tem estética,
não escolhe beleza,
não pede currículo genético
antes de atravessar a pele...


O HIV
não desfila em carro alegórico,
não brilha sob o neon.
não dança ao som do tambor...


É invisível aos olhos encantados
pela superfície...


Porque saúde
não se lê no sorriso.
Responsabilidade
não se mede pelo abdômen definido.
E risco
não avisa antes de entrar...


É Carnaval!
Celebração do corpo,
da liberdade que pulsa na carne...


Que essa mesma liberdade
não seja descuido...


Que o desejo saiba sambar
de mãos dadas com a consciência.


Porque viver intensamente
também é saber proteger
a própria vida
enquanto a folia passa...


O Carnaval acaba
mas o HIV quando chega...
fica.


Usem a cabeça!
Usem a camisinha!
✍©️@MiriamDaCosta

As reações e as respostas
revelam a força
ou a fragilidade
de um caráter.


Ou a indiferença
de quem não é forte
nem frágil,
apenas
não é.
✍©️@MiriamDaCosta

‼️ MULHERES! ‼️


Antes de iniciar um relacionamento
é melhor correr a ficha criminal do indivíduo em uma delegacia( melhor se for numa delegacia da mulher) ou no site Jusbrasil ( é grátis!).


Também exigir um laudo psiquiátrico e um teste específico da neuropsicologia,
para detectar tendências narcisistas entre outros fatores determinantes...


É bom também o teste HIV.


Ficam as dicas para esses tempos complicados e até monstruosos.
✍@MiriamDaCosta


Feminicídio RJ Brasil

Eu sou um verso
do mistério da vida
no poema do universo.


Eu sou uma poesia
que não se mede,
não se ajoelha
e nem se deita
em linhas e estrofes.


Eu sou um poema
escrito sem espaço
nem tempo,
na memória do tempo
atemporal.


Eu sou um ponto de interrogação
exclamando as reticências
de um ponto final,
perdido entre o início
e o fim.
✍@MiriamDaCosta

Se as seleções de futebol do mundo
fossem coerentes,
tivessem um mínimo de vergonha na cara
e verdadeiro orgulho patriótico...
boicotariam uma World Cup sediada em território estadunidense.


Há momentos em que o esporte
não deveria fechar os olhos
para aquilo que acontece
fora das quatro linhas.
✍@MiriamDaCosta

Quem sou eu?


Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.


Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.


Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.


Quem sou eu?


Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.


O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.


Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.


Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.


Quem sou eu?


Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.


Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.


Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.


Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.


No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...


✍@MiriamDaCosta

Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre.


Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência.


O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência.


E eu,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de moralidade e de humanidade.


O mundo é um enorme lixão
que transborda sujeira e fedor
por todos os lados,
até no espaço extraterrestre!
✍@MiriamDaCosta

⁠Todo professor já foi um "reles" aluno.Por isso,ensine com paciência e jamais subestime um estudante.Alunos assíduos desde a infância serão bons profissionais,pois terão compromisso com o trabalho.Existem alunos que mesmo com notas baixas possuem alto potencial intelectual e seus professores podem não notar suas capacidades intelectuais.Logo,podem alcançar degraus mais altos que seus mestres.

⁠⁠Ter medo também é importante.Você confiaria em abraçar um leão ou uma onça?Agir com cautela pode salvar sua vida⁠.Não virar o rosto quando tiver tomando uma bebida para evitar um possível "boa noite cinderela"não te faz um esquizofrênico.Os indianos têm muito cuidado com os alimentos.Logo, eles mantêm a porta da cozinha trancada e seu acesso é permitido apenas às pessoas de confiança.Isso é algo que faz parte da cultura indiana,ou seja,não é considerado esquizofrenia.Portanto,continue tendo cuidado com os perigos do mundo,mas não exagere.

⁠⁠ Uma pessoa vitoriosa não é aquela que nunca caiu ou que jamais ouviu um não na vida. É alguém que apesar de todos os nãos e tombos que levou não abaixou a cabeça e seguiu em frente.