Boas Vindas para um Amiga
Conta-se, que há muitos anos, existia um valente povo,
Nas terras, de Portugal, que outro igual não houve!
Eram os tempos do império Romano, que a todos, fazia dano.
Eram os romanos, um povo sem compaixão, um povo insano.
Suas tropas, aos povos, davam opressão e morte muita.
Apesar disso houve um povo, que medo não tivera, dos inimigos.
Foi o povo Lusitano, que destas terras eram amigos!
Sua força era muita, quando unidos, a gente era junta.
Estavam os da gente maléfica, desgostosos e tanto,
Por derrotas, sempre deste povo obtidas...
Em povos outros e em batalhas muitas,
Nunca em história, sua tal houvera desencanto.
Nestas terras havia, glorioso e forte sentimento
Nesta gente da Lusitânia, "Nobre povo, nação valente"...!
De alma grande, gente que por terra esta amar, em frente iam!
Até que os romanos, nenhuma mais força tinham!
Oh tu Deus do Olimpo, a quem com tua ajuda, os de Roma iam!
Sabe que gente de Lusitânia em visão tanto tinham...
O futuro reino de Portugal, que nos mares, dominariam.
Que por seu rei Viriato, os romanos, nunca estas terras teriam!
Mas gente insana, sempre em este mundo, houvera.
Que sobornados, por os de Roma, servos do lusitano rei...
À espada seu senhor, dormindo tal nunca pensara. ..
Que estes de seu povo, a vida lhe tirariam, sem medo da lei.
Oh povo de Portugal lembra-te de Viriato, teu amigo
Que no seu morrer, foi sempre contigo!
E vós filhos de Roma, sabei, que Jesus Cristo,
Esta vossa gente derrotou, sabei pois isto!
Pois o império Romano caiu, por seus muitos pecados,
E Jesus com o amor, aos poderosos venceu...
E desta terra, rei será em fortes atos!
Disso muita certeza, a todos deu!...
Reino
E vi um cavalo branco, no céu aberto,
O seu cavaleiro, chama-se fiel e verdadeiro.
E julga e peleja, pela justiça de Deus, o cavaleiro.
Os seus olhos, eram como a chama do fogo, directo.
E na sua cabeça, havia muitos diademas, muitos!
Ele tinha um nome escrito, que só ele sabia, qual era.
Estava vestido, de um manto, cheio de sangue, salpicos,
E ele cavalgava, do céu para este planeta terra!...
O nome dele, é a "palavra de Deus" a verdadeira!
Logo de seguida a ele vinham, os Exércitos de Deus,
Em poderosa missão, numa atitude santa e guerreira.
Tinham, roupas brancas e puras, como vestidos seus!
Os seus cavalos eram igualmente todos brancos.
Este cavaleiro, falava como se a sua voz, fosse uma espada.
A palavra da sua boca, condenava os dos homens, reinos.
Pois governará e reinará, nos países da terra, com mão alçada.
.
Ele é o que vai, esmiuçar os seus inimigos, com justiça,
ele com o seu poder, vai fazer como melhor lhe aprouver,
a todos estes povos, que o irão, naquele dia, sim, ver!
No seu vestido, na parte lateral, tinha escrito rei, que abole a malícia.
Ainda vi um anjo, em pé no sol, que chamava a todas as aves,
Para virem, como sendo uma refeição, comer carne de homens,
de cavalos, reis, e de todos os homens, que vieram, nas suas ordens,
para vencerem, "O Todo, Poderoso", como se disso fossem capazes!
E vi o o anticristo e todos reis e presidentes das nações várias,
que estavam ao lado uns dos outros, para fazeram, uma guerra,
contra, Jesus Cristo, que era quem vinha, a comandar as tropas,
do céu, nesta guerra, entre as forças de Deus e as do mal, na terra.
Então Jesus prendeu o anticristo e o diabólico seu profeta,
que ajudou o anticristo nos sinais que foram feitos, diante,
dos homens, que enganados, receberam, na mão ou na testa,
a marca da besta, e que também se prostraram, na imagem diante.
O anticristo e seu profeta, foram colocados, no último Inferno,
mesmo vivos com o seu corpo, que tinham, em vida na terra.
Os outros, só pela palavra de Jesus Cristo caíram mortos, na guerra!
E Lúcifer, foi colocado na cadeia, do abismo, preso na cadeia no interno.
Durante mil anos, Lucifer estará preso nesta cadeia, mesmo preso.
E durante estes mil anos JESUS CRISTO, reinará já na terra,
Mas depois dos mil anos, haverá, ainda uma última guerra,
Lúcifer vai ser libertado, para provar os habitantes, da terra, um povo coêso,
Mas nesta batalha, Jesus Cristo vence-os, e Lúcifer, vai ser colocado,
no Inferno onde estavam já, o anticristo, e o falso profeta do diabo...
Então Jesus Cristo com os santos, reinará para sempre!
NOS NOVOS CÉUS E NA NOVA TERRA, ONDE NÃO HAVERÁ, MAIS TEMPO!
Baseado em Apocalipse 19:11-21 e 20:1-10
David
O reino de David o de Israel rei,
foi um tempo de respeito à lei.
Único deste modo, enfim...
Pois foi homem, de bem, sim!
Deu ao povo de Israel...
A glória da nação...
Um símbolo do reino de Emanuel,
onde haverá uma linda canção.
Bendito o que vem em nome do Senhor,
O príncipe bom e manso pastor...
O rei santo dos Santos.
O Deus grande em encantos.
Restaurou o reino de David,
nesta terra mesmo aqui!
A casa sobre a Rocha e a gente querendo um Castelo, que somos capazes de construir-Los em grandezas de ilusões em cima de areias e quando vier a tempestade, o que nos restará?
Basta um simples gesto de delicadeza pro mundo de alguém ficar mais florido e mais feliz.
____________FranXimenes
29*08*2013
“Pra hoje, uma alma mais sensível. Leveza para atravessar o caos dos dias. Um sorriso que aquece. Um agradecer sincero e Deus pra abençoar o caminho
Não queira ser um multiplicador de dores. Mas um ser divisor de pensamentos e ações que cura e salva.
╰☆╮
FranXimenes
26*08*2013
Minha mente é como um universo em expansão:
A partir de uma explosão de ideias
Que se espalham feito cacos de vidro no chão.
E aqui vou eu, em minha solitude
Catando fragmentos e devaneios
De pensamentos criados em vãos
De breves júbilo e vigor
Que me dão um vislumbre de futuro
Que se esvai na auge
Da minha escuridão.
Cansado de viver em um mundo onde acordo antes do sol para trabalhar e retorno apenas depois da lua.
Cansado de seguir padrões que em nada me favorecem, moldes que não me cabem.
Cansado de um mundo típico, estruturado para a repetição, mas não para a minha sobrevivência.
Tudo o que desejo é o contrário — e isso soa como loucura.
Mas louco, de verdade, é perceber que a multidão que me julga por pensar e ser assim
carrega, em silêncio, os mesmos desejos que eu
Persistência
Procuro a promessa
de um dia que talvez seja meu,
mas tropeço na dúvida
de sequer me pertencer.
Habito a solidão que me assusta,
e nela acredito — injustamente —
que não mereço ser amada.
Será?
Falta-me o ar.
As palavras me dizem verdades
nas quais já não sei crer.
Adormeço.
E só no amanhecer
desperta o gosto amargo
de desejar o que não existe.
Persisto
na indiferença que me move,
no gesto automático de seguir.
Que sentimento é esse
que não sei nomear,
não sei acolher,
nem resignificar?
Sou prisioneira do tempo
que insiste em provar
que mereço ser vista.
Por que amar
e ser amada
me aflige tanto?
Então retorno
à vida constante:
compromissos, horários,
dias previsíveis.
Ali, onde o amor não pesa,
eu me convenço:
sou feliz.
Desamparo
Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.
Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.
A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.
Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.
O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.
Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.
Retorno.
E nada mudou.
A solidão permanece.
Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?
Se vale,
revela-me o porquê.
O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.
Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.
Desperto.
E ao me reconhecer desperta,
compreendo:
ainda estou só.
R. Cunha
Insuficiente
Dizes-te presente —
mas permaneces?
Há um vazio que não se cala.
E ele pergunta
com a voz que não tens.
Se te ofereces,
por que não te revelas?
Se te dizes suficiente,
por que te ausentas
no gesto?
Não peço excesso.
Peço constância.
Um corpo que fique.
Uma presença que não oscile.
Alguém capaz de preencher
o espaço vasto
que se abriu em mim
e aprendeu a chamar-se morada.
Se és esse alguém,
não tardes.
O tempo aqui é lâmina.
Age.
Socorre-me.
Estou à beira
de um abismo que não promete retorno.
E se não vens,
se não és,
se não ficas —
Adeus.
R. Cunha
O ego e o orgulho não são ruins por natureza.
Um busca se proteger, o outro se afirmar.
O problema surge quando um fica muito inflado e o outro, frágil demais.
Sombra e luz
Dizem que todos nascem com a semente da sombra, um traço silencioso escondido no fundo da alma.
Mas eu me pergunto por que regá-la, se também carregamos luz?
Caminho entre rostos e gestos,
vendo bondade e crueldade dividirem o mesmo peito.
Há mãos que acolhem
há mãos que ferem
e ambas pertencem à mesma humanidade.
Às vezes me pergunto se realmente pertenço a este lugar.
Talvez eu seja apenas um anjo cansado
não expulsa,
mas enviada.
Não vim salvar nem julgar…
apenas observar
Observar os excessos, a frieza disfarçada de força,
os absurdos humanos, a dor atrás do orgulho, a pressa em ferir, o medo,
a escolha constante entre construir ou destruir.
Se todos carregam a sombra,
também carregam a luz.
E talvez minha existência seja só isso:
lembrar, em silêncio,
que nem toda sombra precisa virar escuridão
Só encontramos o propósito quando desistimos de encontrar um propósito e nos movemospara o mundo a fim de servir aos outros, com alegria. Nesse cenário, o propósito talvez nos
encontre.
TEMPOS DE CAOS
Um dia haverá tempo para o perdão,
para a reconciliação e para o amor.
Tempo para nos reencontrarmos um dia.
E, quando esse dia chegar, espero que estejamos preenchidos por um imenso vazio, aliviados do peso que carregávamos
e que agora já não faz mais parte de nós.
Muito pior do que cometer um erro, é tentar justificar. Quem justifica não aprende; e quem não aprende, repete.
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