Boas Vindas para um Amiga
Muito é dito sobre não poder mudar o mundo, apenas a si mesmo. Vejo aqui um enorme paradoxo: concentra-se neste auto-aprimoramento contínuo e quando se vê, gastou-se uma vida inteira. Vida tão gasta que mudou a si mesmo, mas sem mais tempo para mudar o mundo. Logo, deve-se mudar o mundo enquanto se muda a si mesmo.
Que o leve mar me leve
Para bem longe de toda negatividade
Desse mundo louco
Só quero um pouco
De paz
Vivos e mortos... Mortos e vivos
Um dia todos ao pó, estaremos.
A realidade na vida é única e verdadeira.
Viva o seu tempo em tempo real.
Não deixe para realizar a sua vida em bases insólitas.
A anormalidade de sensatez é inerente e algo tolo.
Nem sempre estarás em algo que seja bom ou certo.
A humanidade é uma fábrica de ilusões caóticas...
Ela conduz à todos, em estar ao comando e subordinados à mentiras.
Iludir é fácil e acreditar, somente depende de você.
A ilusão de céu e inferno não são reais, e ninguém jamais conseguiu provar.
Limites são necessários, mas a liberdade é única e somente sua.
Buscamos o que não temos, por simples vaidade e cruel ambição.
Amplie os seus horizontes.
Mova todas as montanhas.
Equilibre o seu eixo da razão e do respeito.
Junte toda a gana em viver e viva.
Nunca imagine que não mais viverás.
É real, porém nada disto lhe trará, o viver.
A ciência da razão, é acreditar em sí.
A essência da harmonia, é o respeitar.
A brutalidade dos fatos, é acreditar em fábulas.
A imaginação perfeita, é inspirada na infância.
A maturidade ideal, é aquela qual lhe faz somar e construir.
A inteligência da vida, é jamais desistir.
Amanhã, não sei...
Ontem, já passou...
Hoje, estou viva.
Os judeus deixam pedras nos tumulos.
As flores, são belas e coloridas...
Quem de fato verás?
Vemos tudo, enquanto estamos vivos.
Morto não mais verás.
Então, não sujem os cemitérios com velas e flores.
Deixem as pedras pesadas, para a consciência do fez ou não fez.
Pedras são pesadas em demasiado e somam apenas as nossas atitudes.
"As pedras do meu caminho vão me fortalecer"
Isto é, piada de mal gosto e puro sadismo.
Um bom entendedor...
Ele sabe que não agradamos aos mortos, em nenhum momento.
Somente amenizamos, à própria consciência...
Esta qual, és pesada com tudo que deixamos à fazer.
Se a sua capacidade é falha e a razão nao têm...
A coerência em nada, vai alcançar o que deixou de fazer.
Para doar e somar o amor em vida...
Necessita ser em vida.
Se não bastou em vida...
Não é dentro de um cemitério que vais conseguir em realizar.
Ninguém real, depois que não é mais real...
Vai lhe amar ou ser amado.
Não há possibilidade real...
Somente ilusória.
Morto não existe na realidade viva...
Apenas na doença da sua imaginação.
O fato é...
Não há nenhuma existência, mas há a sua resistência.
Morto não existe e sendo assim, não pode...
Cheirar...
Comer...
Beber...
Enxergar...
Ouvir...
Amar...
Ser amado...
Perdoar...
Ser perdoado...
Ou até mesmo ficar iluminado.
Tudo isto e para quem, ou para quê?!
Mortos, morrem.
Vivos, vivem.
Vivos, se perdem...
Mortos, foram perdidos.
Mortos, não voltam...
Vivos, estão presentes.
Vivo e morto...
Morto e vivo.
Tudo bem claro e real.
Só não entende, quem vivo és ignorante...
Ou morto, deixou de entender.
A vida é vida e a morte é o fim.
Culpados do Amor
Ele:
Nós somos os culpados, nós poetas inventamos o amor...
Um amor que não conhecemos, um amor que não vivemos.
Apenas imaginamos o amor, existencial, superficial...
Que nos trás a beleza da vida, nos recorda uma paixão não existida.
Amor, és uma flecha, solta no ar à alcançar meu invólucro coração descrente...
Na insistência de não existir este momento que nunca chega na vida não vivida.
É o amor, criação dos poetas...
Acreditado nas mentes dos tolos à amar.
Sou poeta, nunca amei de verdade, somente tenho amor nas escritas...
No papel branco, amassado, manchado de lágrimas e suor.
Expurgado por sentimentos decorrentes do amor inexistente.
Te faço poemas meu amor...
Para não ficares tristes.
Manter sua esperança viva, no amor.
Distante fazendo-me próximo e ausente...
Meu amor inalcançável.
Teus olhos aprisionam o eco do adeus...
Volto ao teu encontro à procurar o amar.
Ela:
Muitas vezes quando brincava e era uma menina...
Buscava no horizonte um alguém, que nem sei quem.
Era algo que sabia existir e não conseguia encontrar...
Fui crescendo.
Muitas noites chegava à imaginar onde estarias ele...
Acredite, ele existe, mas não está me encontrando.
Parece que estou perdida em um deserto escaldante...
Eu quero sentir tudo que desejo e não encontro você.
Você está refletindo em sombras, luzes e pensamentos.
Minha bateria vai se acabar...
Eu não terminei de tentar invadir o seu lindo poema.
Tentativa insana de uma romântica escritora...
Em um súbito desejo do devorar em páginas de livros.
Estou à ser sugada, para dentro de um livro do amor verdadeiro...
Imagina ser sugada para dentro do livro e nunca mais poder voltar?
Somente saindo nos pensamentos...
De todos os leitores em um reflexo de liberdade.
À cada leitura...
À cada suspiro...
À cada fantasia...
Amor verdadeiro...
Aquilo que tanto desejo.
Uma prisão em letras...
As letras do amor.
Ele:
Te faço poemas meu amor...
Para não ficares tristes.
Te faço poemas meu amor...
Para manter a sua esperança viva, no amor.
Ela:
Não encontro você...
Desejo-te devorar.
À cada suspiro
À cada fantasia
Ele :
Te faço poemas meu amor...
Para não ficares tristes.
Te faço poemas meu amor...
Para manter a sua esperança viva, no amor.
Ela:
Amor verdadeiro...
Aquilo que tanto desejo.
Uma prisão em letras...
Às letras do amor.
Ele e Ela:
Nós somos os culpados, nós poetas inventamos o amor...
Expurgado por sentimentos decorrentes do amor inexistente.
Parece que estou perdida em um deserto escaldante...
Eu quero sentir tudo que desejo e não encontro você.
Te faço poemas meu amor...
Para manter a sua esperança viva, no amor.
Desejo ser sugada para dentro de um livro...
Dentro de um livro do amor verdadeiro.
Culpados do Amor.
Autores: Paulo Acácio Ferreira e Erika Schmidt Gasbarro.
Poema: Culpados do Amor
Autores: Paulo Acácio Ferreira e Erika Schmidt Gasbarro.
https://youtu.be/olY_GmhT7O8
Erika Gasbarro e Paulo Acácio Ferreira
CRitiCAR faz parte do vencer e perder de cada um, sendo que não é correto a conduta de malharem quem faz a crítica.
Jamais deixe de realizar algo pelo fato que nada volta ou se há um retorno é uma pegada do tempo com quem não fez antes, mas ele nos ensina que em tudo e nada às coisas somente não acontecem por um simples motivo, qual somente existe o medo e ele nos trava para também vir à subtrair a nossa vida.
Quando adentrais em um mundo feminino, nunca esqueças o Dragão que moras no vulcão e és observando pelas Ninfas bestiais em dourados clarões, juntamente com as Nereidas morenas dos lagos escuros, sombrios, cercando por sua volta à toda hora, em deslumbro desejoso do ardente ruivo das chamas à Deusa de todas, e qual lhe seduzirá com suas vermelhas lavas vulcânicas.
Na inocência sempre haverão muitas chaves para caminhos felizes, quais um dia ainda crianças, imaginávamos buscas e descobertas, mas abandonamos por um buscar do crescer e um triste adulto morrer.
Fio de vida
Imagine que você tem um fio de linha e este é o seu tempo de vida, não podendo gastar com pessoas egoístas, fúteis e vazias. Assim, tendo ciência da sensata obrigação que téns, juntará a coerência de cuidar do fio com a sabedoria em costurar sonhos, descobertas e sentimentos aos nós de marinheiros, quais podem sempre desatar à cada novo caminho e nova experiência. Entretanto, tenha plena maturidade para aceitar a vida no tempo curto que ela é, mas sem cair no desespero, pois ele nos aniquila. Seja inteligente, prático e humilde para lhe adentrar, apenas energias crescentes e positivas. Nunca deixe de ouvir aquela pequena voz dentro de você, ela é poderosamente a bússola que direciona uma proteção ao eixo quântico sensorial, no engate do tempo existencial. Inobstante nenhuma teoria é válida se não servir para mostrar, a necessidade dos erros na direção dos acertos.
Aquele que reclama do comportamento das pessoas, deveria estampar em um outdoor a sua cara-de-pau em criticar os seus próprios defeitos, quais apenas são vistos nos outros e jamais admitidos em puro egocentrismo de um infeliz e maldito derrotado.
Tudo na vida de todos é um experimento sensato das sequentes experiências insanas, já e não experimentadas.
Criar a fascinação e a beleza em transformações faz da arte um espetáculo onde todos se encantam e almejam, pois ela jamais demonstra a visão vulgarizada ou o sentir das banalidades tendenciosas e sem criatividade.
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