Boas Vindas para um Amiga
A Arte foi definida cem mil vezes: é o belo, o verdadeiro, o bem. A Música, que é um dos ramos da Arte, está inteiramente no domínio da sensação. A sensação se produz no homem quando este compreende a Arte de duas maneiras distintas, mas estreitamente ligadas; a sensação do pensamento que tem por conclusão a Filosofia e, depois, a sensação que pertence toda ao coração.
Creio, vivi um conto de fadas, mas sem o “felizes pra sempre”;
Foi mágico... lindo...
E certamente será inesquecível.
Não pude detê-lo, por mais que este fosse o meu desejo;
Deixei-o partir... e ele se foi, levando consigo o brilho dos meus olhos e o encanto do meu sorriso.
Fiquei observando... desejando que uma maré forte o trouxesse de volta.
Enfim, o mar silenciou-se.
Guardo em meu coração todos os momentos bons e o aprendizado proporcionado pelo “Cuide-se”
Deixei de focar em você e agora estou cuidando de mim... amando-me...como deve ser!
Cuide-se você também!!!
"o tempo passa e com ele a dor..."
06.10.09
Somente quem tem um verdadeiro pai, sabe a dor de não tê-lo nesta vida. A saudade é sufocante. Até mesmo o mais forte de todos os homens, não aguentaria a tua ausência se o tivesse conhecido, meu querido amigo, meu amor, meu pai.
O homem é um fim e não um meio. Utilizá-lo, transformá-lo em peça de um mecanismo, é ofender a sua dignidade.
Amelie, agora com seus quase dezoito anos, agora sim, um número perfeito e ela também continua imperfeita. Qual é a graça de fazer tudo certo? Qual é a graça de ser perfeita? Não há graça alguma. E essa menina, que tinha olhos de ressaca, sabia de algo importante. Mesmo que a vida dela havia parado no tempo, conhecera os clichês como um bom e velho clichê dizia. "Depois da tempestade, chega o arco-íris".
E daí, Amelie? Todo mundo sabe que você adora tomar chuva.
A raiva é uma grande força. Se você controlá-la, pode ser transformada em um poder que pode mover o mundo inteiro
Falemos de amor na poesia Leve de "Um soneto", de Guilherme de almeida:
Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.
Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar "O eco" à vida:
Perguntei à minha vida:
- "Como achar a apetecida
felicidade absoluta?"
E um eco me disse: - LUTA!"
Lutei - "Como hei de a esta pena dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?"
- "CANTA!"
Cantei. - "Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?"
então, o eco me disse:
- "AMA!"
Amei - "Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?"
O eco, então, me disse:
- "Cala!"
Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.[/i]
Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção o amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa nova, a missão e então agir...
... Paciência não como acomodação. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.
Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas que surgem por ái. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. persigo a paciência como persigo a inquietação; Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso presiso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir....
Sei que não sou importante para você, mas pode ter certeza que para alguém eu sou… um dia você dará valor… daí será tarde demais.
A preguiça dos estereótipos: Tudo o que você tem que fazer é colocar um rótulo em alguém. E aí você não tem que lidar com ele. É só isso.
A gente se preocupa em deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas nós deveríamos nos preocuparmos em deixar filhos melhores para o mundo.
Você deixa um alfinete cair no chão do seu quarto e pensa “daqui a pouco eu pego”. Horas depois você se esquece, se distrai, e acaba pisando em cima, sente uma dor terrível. Você sabe que poderia ter evitado com um simples gesto, mas mesmo assim fica com ódio por ter se machucado de forma tão idiota. Você se recusa a acreditar que algo tão inofensivo no momento possa te fazer algum mal. Se esquece que pequenas coisas podem causar dores insuportáveis. Mas aprende que nem toda dor é física.
Numa palavra, o diabo, para nós, é a força posta, por um tempo, ao serviço do erro, como o pecado mortal é, a nosso ver, a persistência da vontade no absurdo.
Momentos tão felizes, abraços tão quentes, queria reviver tudo novamente, como a cena de um filme que repetimos quantas vezes for só para ver aquela cena de romance e de amor...
Foi então que eu a vi.
Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela.
Cabelo mal pintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar-comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olha a rua. Na mão direita tinha um cigarro; na esquerda, um copo de cerveja.
E chorava, ela chorava.
Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.
Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém acho. Tão voltada para a sua própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu também não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de neon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida.
Sem o recurso dessas benditas levezas nossas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música do Caetano, uma caixa de figos.
Nota: Trecho do texto "Pálpebras de Neblina".
Melhor ser desconfiado do que ser mais um enganado, mesmo que não seja nada não to afim de correr esse risco
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Mensagens de luto para amiga com palavras de conforto
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Mensagem para uma amiga especial
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
