Boas Vindas para um Amiga
O IMPACTO DA GLOBALIZAÇÃO NO BRASIL
Na verdade, o que entendemos de globalização hoje é um reflexo do Mercantilismo ocorrido na Idade Média, por volta do século XVI, resultando nas descobertas de novos continentes, um Novo Mundo. Porém durante suas colonizações via-se nitidamente que pairava no ar uma onda de descontentamento e uma grande sensação de exploração avassaladora em que predominava as Metrópoles sobre suas colônias.
Mas o que isso tem a ver com a globalização de hoje?
Bem, o que podemos dizer é que o tempo passou e não mudou quase nada.
Em sua essência a globalização é benéfica para o mundo, pois numa sociedade conectada tem mais chance de prosperar do que viver isoladamente, feito um sistema feudal. Rege-se o princípio em que todos precisam de todos, semelhante ao conceito de indivíduo.
Principalmente agora em que os meios de comunicações estão cada vez mais veloz, no que tange as informações em tempo real. Uma conectividade plena acessível a todos.
Hoje a globalização trata-se de um processo em que avançou de tal forma que será muito difícil retroagirmos.
Entretanto, não podemos deturpar tal ideia, como tem ocorrido, com as explorações das Potencias Mundiais perante países em desenvolvimento, como no Brasil.
Antes existia um processo no Brasil em que o Mercado ditava suas normas e fluíam, em certo ponto, bem. A cobrança da sociedade perante seus governantes também. Ao passo que com a globalização o nível de informações e comunicações entre os Estados são muito maiores e inevitável. Tornando a população cada vez mais exigente.
Sem contar que a globalização que vigora no mundo, nada mais é do que um beneficiamento dos países detentores do capital iludindo os menos favorecidos. Uma elitização mundial, por deter essa grande Capital, fruto de uma distribuição de renda e explorações históricas sub-humanas, logo possui um maior poder de negociação, muito aquém do princípio em latim “in dubio pro misero”. Gerando desigualdades sociais, assediando-os em sua economia e afetando sua Soberania.
O impacto da globalização na economia brasileira deve ser observado por aspectos positivos e negativos. Esse está ligado às questões de sócio-desenvolvimento de políticas dos governos, facilitando sua governância buscando bem estar comum. Além de a população em si acompanhar a evolução da tecnologia para próprio uso. Este, porém é importante frisar as questões internar e dos interesses de mercado exterior sobre nossa vasta biodiversidade natural evitando exageros e abusos.
Assim tornando o Brasil cada vez mais submisso, pois de certa forma “propositalmente”, sempre está em crises, refém dessa demanda para sanear sua economia. Ficando vulnerável as especulações de grandes investidores que nem ser quer tem o conhecimento da nossa cultura. E como na História nada acontece por acaso e tudo se repete com o tempo, são comportamentos semelhantes a “Colonização Extrativista” oriunda do Mercantilismo.
Flexibilização das Leis Trabalhistas
Nossa legislação tem que acompanhar tal desenvolvimento, uma vez que, leis sem bem estar significa problemas sociais.
As leis trabalhistas, numa metáfora, trata-se de uma árvore gigantesca cheia de galhos e frutos caindo pelo chão, sendo desperdiçados.
Ao passo que, a Reforma Trabalhista, podendo ser a flexibilização, é o corte desses galhos danificados com o tempo e o recolhimento desses frutos podres para não contaminar os sadios.
Levando em consideração que deixe o tronco e os galhos mais resistentes para que a árvore cresça forte e sadia, aonde nesse tronco consideramos o emprego.
É imprescindível fazer uma lapidação nas letras mortas da lei, deixando inerte as leis que tange os Direitos Sociais adquiridos sustentando o emprego.
Entre a Lua e o Silêncio
Te vejo de longe,
como um brilho escondido na noite.
Tento te alcançar em palavras,
mas elas nunca chegam até você.
Escrevo cartas que nunca envio,
falo de amor para o vento,
e a Lua, que sempre me escuta,
sabe que o silêncio é minha resposta.
Você vive nos meus pensamentos,
nos dias que passam devagar,
nas mensagens que apago,
no que poderia ter sido e não foi.
Entre a Lua e o silêncio,
te guardo como um segredo,
meu desejo se perde no tempo,
e você nunca percebe.
E assim eu sigo,
girando ao seu redor,
como um cometa solitário,
que brilha, mas nunca toca o Sol.
Entre o Silêncio e o Sentir
Há algo em você que me toca sem palavras,
Um toque sutil que ecoa em meu ser.
Não é o olhar que diz, mas seu sorriso revela,
Um enigma que me faz querer entender.
Você, entre sol e chuva, caminha,
Com graça, com coragem, com um jeito único e encantador.
E eu, sempre distante, só posso observar,
O movimento silencioso do teu mundo.
Através da lua, como testemunha ocular.
Sei que o tempo não me pertence,
E que o momento talvez nunca chegue.
O amanhã só a Deus pertence, mas eu creio.
Em cada gesto teu, há uma eternidade,
Que, no silêncio, faz meu coração bater.
Não preciso de respostas, nem de palavras ditas,
Apenas do eco suave da sua presença, e seu cheiro.
Pois o amor que sinto, que é meu,
É a beleza de um desejo que jamais se apaga.
Ser Empresário no Brasil
Notícias
Empreender no Brasil não é apenas abrir um CNPJ. É, muitas vezes, um ato de coragem diária. É acordar cedo e dormir tarde, com a cabeça girando em torno da gestão, da equipe, dos prazos, das metas e, principalmente, da sobrevivência. Ser empresário por anos – ou décadas – é uma missão para poucos.
A jornada exige dedicação total. Em média, trabalha-se 12 horas por dia. Feriados e fins de semana viram conceitos relativos. A empresa passa a viver com você 24 horas por dia, sete dias por semana. Na prática, o empreendedor é sempre o primeiro a chegar e o último a sair. Quando não, precisa dominar a arte de delegar – ou acumula tudo em suas próprias mãos.
A família acompanha de perto, ainda que o tempo dedicado a ela seja limitado. É preciso equilíbrio, presença e uma comunicação constante. Afinal, empreender sozinho já é difícil; sem apoio emocional, torna-se quase insustentável.
E, no meio de tudo isso, o empresário brasileiro ainda precisa lidar com a realidade de um país que o trata mais como um obstáculo do que como motor da economia. A carga tributária alta, a burocracia excessiva, os impostos que superam, muitas vezes, o próprio pró-labore, e a corrupção institucionalizada tornam o caminho ainda mais estreito.
Mesmo assim, o empresário resiste. Paga seus colaboradores, mantém os fornecedores em dia e, quando sobra alguma coisa, pensa em si. Isso exige planejamento estratégico, gestão financeira apurada e, acima de tudo, uma reserva de caixa bem estruturada. Antes de pensar no lucro, é preciso garantir a continuidade do negócio.
Enfrentamos constantes crises que, embora travestida de conjuntural, é estrutural e política. E ainda assim, é o empresário que precisa remar contra a maré, manter-se ético, motivado e produtivo.
Trabalhar honestamente e com transparência, no Brasil, infelizmente ainda é visto por alguns com desconfiança. Há quem torça contra, quem inveje, quem queira ver o fracasso de quem se destacou pelo próprio esforço. Há também os concorrentes desleais, clientes que querem tudo por menos, e os desafios diários que envolvem negociação, fidelidade, prazos e qualidade.
E mesmo com todas essas pressões, espera-se que o empresário mantenha o sorriso no rosto, o bom atendimento, a cordialidade. Estude, se atualize, invista em capacitação. Faça mais e melhor. Sempre.
Mas por que continuar? Porque no fundo, empreender é também acreditar em um propósito. É plantar sementes de um amanhã melhor. É deixar um legado – para os filhos, para os colaboradores, para a comunidade. É ver que, mesmo com todas as dificuldades, o seu negócio gera empregos, transforma vidas e movimenta a economia local.
É por isso que não podemos parar. Porque milhares de pessoas dependem de cada pequena empresa, de cada médio empreendedor, de cada visionário que decidiu transformar uma ideia em realidade.
Acredite. Confie. Lute. Tenha fé, foco e paciência. O equilíbrio não vem de imediato – mas ele chega. E quando chegar, você saberá que cada esforço valeu a pena.
Vivemos um tempo em que as mídias dominam a maneira como pensamos, sentimos e agimos. É assustador perceber o quanto essas influências moldam nossas mentes, mas, ao mesmo tempo, me vejo pensando: talvez, de algum modo, seja necessário que muitas dessas mentes ainda permaneçam parcialmente adormecidas. Porque, se todas despertassem para a verdade do que está acontecendo ao nosso redor, o impacto seria tão grande que, talvez, o próprio equilíbrio da sociedade entraria em colapso. A realidade é dura, mas ela está sendo ignorada por muitos, justamente para que o caos não nos consuma de uma vez.
E bastou isso para que tua presença tocasse algo em mim,
como um vento leve que muda o rumo sem fazer alarde.
Amor não é só química,
mas confesso, ela dá um empurrãozinho.
Hormônios fazendo a festa,
coração dando risada,
e eu lá, tentando entender o que aconteceu.
No fim, é escolha diária,
porque até o “te amo” precisa de manutenção!
RECIPROCIDADE
O amor é como a água
Em um poço bem profundo:
Se ela é farta, dá para todo mundo,
Se é escassa, para quase ninguém.
Ame -- com imenso amor-- contudo,
Se não quiser ficar sozinho, triste e mudo
Não tente tirar água
De um poço que não tem.
(Maria do Socorro Domingos)
A Era da Verdade Conveniente
Vivemos um tempo em que a mentira aprendeu a falar com a entonação da verdade,enquanto a verdade, fragmentada e subjetivada, perdeu contorno, identidade e coragem.Já não importa o que algo é, mas o quanto serve.
As palavras deixaram de ser compromisso.O que se diz hoje não se escreve, porque amanhã será negado.O discurso tornou-se volátil: ocupa o espaço do debate, mas não sustenta o peso da responsabilidade.
Tudo foi arrancado de seu contexto.Os sentidos foram diluídos, os critérios relativizados,e aquilo que antes era princípio transformou-se em argumento de ocasião.A coerência cedeu lugar à conveniência.
No fundo, quase nada é neutro.Ideias, causas e discursos orbitam interesses — individuais ou coletivos —sempre justificados como necessidade, moral ou urgência social.O bem comum tornou-se linguagem;o benefício próprio, método.
Os que detêm o poder já não governam apenas estruturas,mas percepções.Não impõem verdades: administram narrativas.Decidem o que será aceito hojee o que será esquecido amanhã.
Talvez a maior crise do nosso temponão seja a escassez de informação,mas a ausência de compromisso com a verdade.Porque quando tudo pode ser ditoe tudo pode ser negado,não habitamos mais a realidade —habitamos a conveniência.
Senhorita
musica que mais parece um poema de autoria do cantor Zé Geraldo
Senhorita
Minha meiga senhorita,
eu nunca pude lhe dizer.
Você jamais me perguntou
de onde eu venho e pra onde vou.
De onde eu venho
não importa, pois já passou.
O que importa
é saber pra onde vou.
Minha meiga senhorita,
o que eu tenho é quase nada,
mas tenho o Sol como amigo.
Traz o que é seu e vem morar comigo.
Uma palhoça no canto da serra será nosso abrigo.
Traz o que é seu e vem correndo, vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Comigo, doce, meiga senhorita,
vem morar comigo.
Senhorita: Zé Geraldo
Um olhar não é apenas admirar das extremidades ao eixo de uma íris, não é perceber nessa odisseia visual suas encantadoras milhares de cores ou tão somente ofuscar-se com seu brilho provocante.
Um olhar é saber que todo esse glamour só acontece por conta da parte negra do olho que sem desprezo afere sua parte no espetáculo.
Disse a morte ao sábio, você não tem idéia do que é ter um encontro comigo.
O sábio respondeu, não sou louco de duvidar.
É melhor padecer conjugando o verbo amar no transato do que ter um póstero sem lembranças da mais brutal e avassaladora das sensações.
Todo dia você dá um passo a mais pro tempo da sua inexistência, faça valer a pena o hoje, pra você e todos que te cercam de perto...
Cabe-nos ressaltar que lograr de uma alegria solitária causa um deleite módico, decerto, mas se limita apenas à metade de uma plenitude prazerosa. Ousaria, então, aventurar-se em experimentar ser contagiado e, quiçá, ser o próprio responsável por transmitir um sorriso contagiante. Hodiernamente, tem-se a ciência de que a bem-aventurança é meramente efêmera, um pico efêmero e volátil, uma variável passível de flutuações momentâneas. Aliás, a possibilidade inexorável de uma alegria perene transformar-se-ia em uma existência tediosa e perpétua, meramente angariando um estado de sobrelevação constante.
A quantidade de hélio que o nosso sol queima durante um ciclo de vida humana é ridícula de tão efêmera.
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