Boa Educação do Pai para o Filho
Tanta gente má, disfarçada de gente boa...
Para ganhar a confiança dos bons e fazer mal.
Tanta gente boa, disfarçada de gente má...
Para se proteger das maldades de gente má.
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Se existir outro é provocação, oxente, é.
Deixe o estresse de lado,escute uma boa música e até medite um pouco.Depois volte ao trabalho e faça sempre o seu melhor com meraki.
Assistir televisão ao contrário do que muitos pensam não é algo ruim.A TV pode ser boa por ajudar a prevenir o tráfico de mulheres e crianças por manter as meninas e as crianças mais tempo em casa e longe de possíveis aliciadores.Mas, é preciso maturidade e seletividade na escolha dos conteúdos e bom senso em relação à quantidade de filmes ,séries e canais assistidos.
Existem quatro tipos de pessoas no mundo.A pessoa boa,a pessoa muito boa,a pessoa ruim e a pessoa muito ruim.Algumas pessoas têm dó de crianças,mas não sentem dó de pessoas adultas.Muitos lobos podem habitar em peles de cordeiros. Cuidado com a falsa gentileza disfarçada de bondade.Não haja com ingenuidade para não cair em labirintos de armadilhas.
Fazer uma boa gestão significa gerar os resultados esperados e gerenciar de forma democrática,altruísta e empática.
Pessoas caseiras são as melhores companhias justamente porque não saem muito e quando estão em boa companhia ficam felizes em sair para qualquer lugar por mais simples que seja.
Desastres!
Boa tarde, que hoje em oração, possamos ajudar na intuição, dos que se dispõem ao resgate, de desaparecidos, ou acometidos por tragédias, provocadas pelo ser físico ou falências estruturais, que por anos se deteriora sem as devidas manutenções.
Que meu pai nos permita intervir a favor destes que necessitam de socorro!
Que assim seja feita a vossa vontade!
Amém.
Da linguagem objetiva oculta do universo.
Penso que seria uma avaliação boa, comparar o universo como um todo a um livro de muitas, para não dizer, infinitas páginas.
Tal qual um livro, se assim for, o universo também transmite o seu recado, a sua mensagem. Mas melhorando este exemplo à luz de uma saudável reflexão, para entendemos aonde esta mensagem quer chegar. ( E que pare em seu porto seguro).
Um livro pode ser entendido de duas formas: objetiva ou subjetivamente. A menos que minha visão subjetiva dê a sorte, por assim dizer, de se coadunar com a verdade objetiva da mensagem de um livro - seja ele qual for -, é evidente que minha visão estará errada. Ou em boa parte, ou em diminuta.
É claro que todo livro, deseja transmitir uma verdade objetiva.
E também é claro que todo livro tem um autor, anônimo ou não!!!
O analfabetismo funcional caracteriza-se na incapacidade de interpretar um texto. Sabe-se ler, mas não interpretar a mensagem do texto.
Numa leitura, é obvio que a finalidade de quase todo autor, é fazer sua mensagem ser entendida, ou em parte, ou totalmente. Pois até os autores místicos, visam ocultar apenas da maioria o perfeito entendimento da mensagem. Mas é óbvio que todo livro, tem lá a sua proposta a que fora elaborado; qual seja: transmitir a mensagem OBJETIVA do autor.
Também vale notar que, se eu leio de tudo, mas não consigo captar a proposta objetiva de cada obra, entendendo-a subjetivamente, terei problemas. Por achar que é uma coisa, não sendo nada daquilo que achava ser.
A menos se eu tiver sorte e, na minha interpretação subjetiva, acertar como que ao acaso, alguma coisa que se coadune à verdade objetiva da mensagem.
O que nesse caso, assemelhar-se-á, a uma bela coincidência.
Bem, em suma: todo livro têm um autor. Todo autor escreve objetivamente um texto. Todo texto deve ser lido aparentando a leitura à verdade objetiva desse texto ( ainda que o autor me permita em certos textos, fazer o uso do entendimento que eu preferir). Logo, todo autor escreve com a proposta de ser entendido. E o entendimento dessa leitura, é a verdade OBJETIVA do texto do autor.
Ora, se o universo é comparado a um livro, com infinitas páginas ( em minha comparação); como que este livro não tem um autor? Alguém poderia dizer: mas existem livros que possuem vários autores. Perfeito! Todavia então, para mim me é vantajoso apenas o fato de se admitir uma autoria!!! Depois poderemos investigar se de fato são vários, ou apenas um.
Ora, todo trabalho escriturístico são trabalhos de cunho intelectuais. Logo, todo livro, é produto de um pensamento racional, e não instintivo, como se dá nos animais. ( estes possuem inteligência instintiva, o homem inteligência racional/reflexiva).
Ora, então seria muito dizer que, o universo como um livro infinito, fora “escrito” por um ser inteligente?
Porque seguindo este raciocínio, fica impossível dizer que não.
Admitindo por este exemplo que sim, então este GRANDE e estro autor, escreveu um livro objetivamente. E eu não terei problemas se apenas entender subjetivamente a linguagem do universo?
E qual é a linguagem do universo? Não pode ser a linguagem subjetiva; porque se eu quiser entender tudo subjetivamente, não terei o mesmo problema que teria um leitor que apenas ler obras da mesma maneira, isto é – subjetivamente?
Ora, e não é através de muito esforço intelectual e prática, que me aperfeiçoo na arte da interpretação?
Atentemos objetivamente para a linguagem do universo. Ou se você preferir, para a linguagem deste PERFEITO autor!
29 de janeiro de 2015
Acaso sereis suficientemente filósofos para me fazer esta objeção? (...)
Escolhei a BOA solidão, a solidão livre, frívola e ligeira, aquela que vos dá o direito de permanecerdes bons, num sentido qualquer(...)
O cinismo é a única forma sob a qual as almas torpes tocam ao de leve no que se chama sinceridade. O homem superior deve apurar o ouvido perante qualquer variante do cinismo, felicitar-se de cada vez que ouve IDIOTICES do FARSANTE despudorado ou do sátiro científico (...)
Para um homem dotado de profundo pudor, os destinos e as decisões delicadas escolhem caminhos por onde poucos transitaram e de cuja existência nem os seus mais íntimos confidentes devem ter conhecimento(...)
Devemos livrar-nos do mal gosto de querermos estar de acordo com muitos(...)
Aquilo que pode ser comum tem sempre pouco valor. Em última instância tudo deve ser como é e sempre foi. As coisas grandes estão reservadas para os grandes, os abismos para os profundos, as delicadezas e os arrepios para as almas delicadas e, de um modo geral, tudo o que seja raro, para os raros.
Princípio *teleológico* Divino: Deus permite o mal na vida de uma pessoa pura, justa e "boa", para que o resultado final desse mal, contra esse indivíduo, gere um tipo de bem maior e melhor ainda.
🦉
Existem indivíduos que têm boa intenção mas fazem certas coisas de forma errada. Outros, fazem certas coisas de forma certa, porém com má intenção. No primeiro caso, na maioria das vezes, é por ingenuidade mesmo. Já no segundo, é pura malícia para se atingir a um fim.
É preciso mesmo, que um indivíduo alinhe sempre ou procure sempre alinhar a boa intenção à uma ação CORRETA a ser feita, para a plenitude da ordem e do equilíbrio.
⚖️
Uma análise bem consubstancialmente feita, com muita boa fé, inevitavelmente, nos fará indagarmos o porquê e para quê serve, num todo Cósmico , a existência da espécie humana? A mediocridade humanamente reducionista, encolheu, infinitesimalmente, toda a imensidão da misteriosa infinitude do Universo, à uma simples existência limitada a interesses individual e coletivamente MESQUINHOS. Pois num plano total, é imbecilidade achar que estamos neste micro-grão do vastíssimo deserto Cósmico, apenas para realizarmos nossos desejos e sonhos. Como não só se o Mundo girasse em torno do nosso egocentrismo, como se o Universo estivesse mesmo interessado sobre nossos pífios interesses. Fizemos da nossa subjetividade a objetividade da existência. E talvez por isso a humanidade fracassou, mergulhada na mais nefasta melancolia e depressão. Procuramos maquiar a dura realidade com adornos ilusórios. E tão ilusórios que nos iludimos por milênios achando que iríamos para algum patamar de evolução mas cá, nos encontramos nós! Acredito então, que a extinção da espécie humana seria o melhor remédio já tomado para e pelo supremo bem do Mundo. Não defenderia a mortandade de todos que nos encontramos vivos. Mas a não mais procriação da espécie. Sua inexistência total e sem volta. Pois não vejo sentido algum para a nossa tão insignificante existência.
E você, o que acha? A humanidade deve ou não continuar a se auto-procriar? E se sim, continuar a procriar para quê?
Disse Lucius:
-É melhor praticar o Bem com má vontade, do que praticar o Mal com boa vontade.
Às 08h13 in 22.02.2024
Se faz uma amigo com apenas alguns minutos de uma boa conversa
Uma verdadeira amizade com o tempo, os obstáculos e as dificuldades
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