Bendito o que Semeia Livros e faz o Povo Pensar

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A mídia é uma grande ilusionista que ilude o povo enquanto ele é roubado dos seus direitos, das suas condições, da sua vida.

Eu vivo em um país onde os políticos não representam o povo, mas servem banqueiros, investidores, corporações e seus próprios interesses, ignorando as constituições que deveriam cumprir. Usam a mídia para manipular, criar valores falsos e me transformar em um consumista de coisas inúteis. Mas sei que meu valor não está em bens materiais, e sim naquilo que sou internamente.

Os dominantes usam o próprio povo como soldado para lutar e reprimir o próprio povo.

Vivemos em um país onde assinar significa assassinar o povo.

O povo brasileiro tem um grande problema: gosta de eleger políticos inúteis, corruptos e ladrões.

O problema principal do Brasil são os políticos corruptos, vagabundos e ladrões eleitos pelo povo ingênuo. Quando o povo aprender a eleger homens de vergonha, o Brasil será um país próspero e feliz.

VULGUS VULT DECIPI
O POVO GOSTA DE SER ILUDIDO


O povo tem a tendência em aceitar a desinformação, preferindo acreditar nas falsidades e histórias que lhes são apresentadas sem questionar nem duvidar.

VULGUS VULT DECIPI - O POVO GOSTA DE SER ILUDIDO — O povo tem a tendência em aceitar a desinformação, preferindo acreditar nas falsidades e histórias que lhes são apresentadas sem questionar nem duvidar.

Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.

⁠A melhor academia para mim é estar no coração do povo. O coração do povo me basta. Não vivo de enfeites.

A esperança que estava adormecida desperta agora num novo Brasil que se manifesta na voz do povo lá fora!

O melhor do Brasil é o povo brasileiro,
(aquele povo multi étnico e multi cultural-
original, criativo e único).


O pior do Brasil é o complexo de viralatismo, ( aquele povo, ainda submisso e servil às soberbas explorações imperialistas e colonialistas).


✍©️@MiriamDaCosta

O melhor do Brasil é o seu povo,
esse povo múltiplo, nascido da mistura de etnias, culturas e histórias
que tece, dia após dia, a grandeza do país.
O pior do Brasil é o persistente complexo de vira-lata,
ainda encarnado em parte desse mesmo povo,
submisso às velhas soberbas imperialistas e às heranças coloniais
que insistem em moldar mentalidades e destinos.


O melhor do Brasil é o seu povo:
um mosaico vivo de sangues, cores, vozes e batalhas,
uma multidão que insiste em ressurgir,
mesmo quando o país tenta afogá-la no próprio descaso.
O pior do Brasil é o vírus antigo do vira-latismo, essa servidão tatuada na alma,
herdada de grilhões que nunca foram quebrados,
apenas polidos, disfarçados e impostos como destino.


O melhor do Brasil é seu povo plural,
tecido de afetos, tambores e memórias,
um jardim humano que floresce
nas línguas, nos ritmos e nas mãos que constroem cada amanhecer.
O pior do Brasil é o velho eco colonial
que ainda assombra corações e gestos,
um sopro servil que tenta calar a própria grandeza
e dobrar-se diante de poderes que não lhe pertencem.


O melhor do Brasil é o seu povo,
gente que me lembra casa, abraço, cheiro de comida na panela,
gente que ri alto, que sofre fundo, que segue apesar de tudo.
O pior do Brasil é essa tristeza educada,
esse medo de ser grande,
esse reflexo de se curvar ao que vem de fora
como se faltasse orgulho na própria pele.


O melhor do Brasil reside no povo,
na vastidão existencial de sua diversidade,
onde identidades múltiplas se encontram
para criar um sentido coletivo de ser-no-mundo.
O pior do Brasil é o complexo de vira-lata,
uma sombra psíquica herdada da história,
que transforma a autodúvida em hábito
e a subserviência em uma forma trágica de pensar o próprio destino.


✍©️@MiriamDaCosta

Façam o povo entreter-se
com algo que pareça absurdo,
caricatural,
quase ridículo.


Enquanto riem, discutem, brigam
e se perdem em futilidades,
algo mais acontece
sem ser percebido.


Acontece nas madrugadas,
quando o cansaço anestesia
e a vigilância dorme.


Acontece durante o período de férias,
quando a atenção está relaxada,
a crítica em recesso,
e a consciência em modo avião.


O espetáculo distrai,
o ruído confunde,
o absurdo ocupa a cena.


E, nos bastidores,
decidem, assinam, desmontam,
apagam direitos,
rasgam a Constituição,
pisam nas instituições,
reescrevem destinos
sem plateia,
sem aplausos,
sem resistência.


Porque governar
pela distração e confusão
é a arte mais eficiente
de quem teme
um povo desperto e sóbrio.
✍©️#MiriamDaCosta

* Mensagem ao povo brasileiro
e aos demais povos da América do Sul *


Não se iludam com a ideia de que haverá apoio concreto ou defesa verdadeira da ONU, da União Europeia ou do chamado “resto do mundo”.


Virão, sim, discursos inflamados, notas oficiais de “profunda preocupação”, manifestações protocolares de indignação contra os EUA e contra Trump.


Mas tudo isso, como tantas vezes na História, se dissipará no vento e no tempo.


Quando os interesses geopolíticos e econômicos das grandes potências entram em jogo, a retórica humanitária se cala, os tratados se relativizam e a soberania alheia vira moeda de troca.


Foi assim com outras nações.
Foi assim com outros povos.
Foi assim com líderes e presidentes que acreditaram em alianças que nunca se sustentaram na prática.


A lição é dura, mas necessária:
não haverá salvadores externos.
A defesa da soberania sul-americana só pode nascer da consciência política, da organização popular e da unidade regional.


Quem espera proteção do império, acaba governado por ele.


✍©️@MiriamDaCosta

⁠A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.


Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.


O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.


Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.


E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.


A música vira trincheira, o louvor vira escudo.


O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.


Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.


O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.


Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.


Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.


Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.


Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.


Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.


O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.


Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.


Nós contra eles não dialogam…


Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…


Quando não fazem pior: se desumanizam.


Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.

⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.⁠⁠

Um povo livre por dentro não pode ser governado da mesma forma.

A religião é o ópio do povo, e como todo bom viciado, o religioso defende seu traficante mesmo quando ele está destruindo sua vida.

⁠A alegria e a paz foram
sequestradas do povo
da Terra Santa,
Pelas bombas dolosas
lançadas em Gaza,
Não tem como
fingir que não está
acontecendo nada.

Enquanto o mundo
celebra o Natal,
De maneira brutal
os nossos irmãos estão
sendo massacrados,
e há reféns dos dois lados.

Os autores se gabam
publicamente dos crimes
e creem ser filhos da luz,
Na verdade são nada mais
do que nada menos,
homens pequenos
e vulgares filhos da morte.

Sim, os tais filhos da luz
estão a apagar as luzes
do pinheiro, da estrela
e milhares de olhares,
Eles destruíram
até sacros lugares
e ainda ditam leis.

Jerusalém e Belém
encontram restrições,
Os sinos dobram
em muitos corações,
Os poderosos do mundo
continuam nas suas
zonas de acomodações.

Não quero ser fiel
de uma fé subjetiva
rezando por uma mentira,
viver cultivando a ira
e seguir defendendo
uma guerra interminável,
Porque a fé só frutifica
onde for semeada
num solo onde tudo pacifica.

Quem crê nos valores
da vida e tem uma real
fé inscrita na sua alma
combativa só repousa
quando humaniza e reconcilia,
e Deus na sua infinita misericórdia
para quem quer aprender: ensina.