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Beijo de Mae p Filha

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Na vida, precisamos ser como uma águia: determinados, focados na sobrevivência e dispostos a enfrentar riscos sem nos distrair. É preciso lutar todos os dias para que o amanhã seja melhor que hoje.

Haverá dias em que a vontade de parar será grande — mas é nesses momentos que a força precisa falar mais alto.

Às vezes, também é necessário fazer como a águia: voltar ao ponto onde tudo começou. Revisitar o território de origem, não por fraqueza, mas para observar, recalcular e traçar um novo caminho.

Deixar de lado a ganância, focar no essencial e lutar pela própria sobrevivência. Recomeçar um novo ciclo. Ter coragem de abandonar lugares que muitos consideram sonhos, mas que não trazem propósito verdadeiro.

Seguir o instinto.

Porque talvez seja justamente nesse novo ciclo que você encontre estabilidade… um lugar onde possa “voar alto”, se sustentar com independência e iniciar uma nova fase — com mais paz, alegria e sabedoria.

Dica: Às vezes, recomeçar não é perder… é evoluir.

Adeus vozinha.


Maria Clarice Alves de Amorim,
Em vida, era tudo para mim.
Nessa madrugada ela partiu e nem
se despediu.
Todos juntos choramos a sua falta.
Que pena amiga que não podes ver,
as lágrimas rolar pelo nosso rosto.
Até hoje, sentimos a sua falta.
Por muitos anos tivemos momentos alegres ao seu lado.
Você era simples e humildes, sempre pronta para servir.
Sua filha e seu filho juntos, com suas netas e nora; ainda choram a sua falta.


Adeus vozinha que o Senhor te recompense por tudo de bom, que aqui fizestes.
Pelo carinho que destes a sua filha, filho e netas.
Obrigado pelo seu carinho minha querida, vozinha.
Descanse em paz, no Vale da Saudade, minha grande amiga de verdade.

Não existem Amigos.




Não existem Amigos:
Quando se trata de você crescer.
O ciúme e a inveja, do seu sucesso:
Os fazem desaparecer.


Não tem aperto de mão, os incentivos
desaparecem, ninguém é capazde lhe dizer:
Vá em frente amigo. Que Deus abençoe
na sua nova jornada.


Ninguém diz nada, e é isso que mim entristece: Vê-los sumir, mas para tristeza de muitos, eu estou aqui.


Firme nessa jornada, que há quarenta anos esperei, e Deus realizou o sonho; que eu sempre sonhei.

"Quem não planta não colhe. Enquanto espera a colheita dos frutos, tem que apanhar as folhas que caem no chão."

O sofrimento que não faz sentido pode ter um propósito que ainda não consigo ver?


O Horizonte do Sentido: O Sofrimento como Texto em Espera


O sofrimento que nos parece "absurdo" no presente é como uma letra isolada de uma palavra que ainda não terminou de ser escrita. No momento da dor, falta-nos o recuo necessário para a leitura; estamos colados ao papel, cegos pela tinta fresca da experiência.


Filosoficamente, o propósito não é algo que o sofrimento possui como um objeto guardado dentro de uma caixa, mas algo que ele projeta para o futuro. O sentido não é descoberto, ele é conquistado retroativamente.


A Perspectiva do "Ainda Não"


Se o sofrimento fosse imediatamente compreensível, ele perderia sua natureza transformadora. É justamente a sua opacidade — esse "não fazer sentido" — que nos força a expandir nossa consciência. O propósito que você ainda não consegue ver pode não estar escondido nas circunstâncias do agora, mas sim na pessoa que você está se tornando para conseguir, um dia, olhar para trás e dar nome ao que hoje é apenas silêncio e angústia.


"O sentido não é o que nos protege da dor, mas o que nos permite atravessá-la sem sermos aniquilados pelo vazio."


Síntese Provocativa


Talvez o propósito do sofrimento sem sentido não seja explicar o passado, mas escavar em nós uma profundidade que a alegria, em sua leveza, jamais conseguiria alcançar. O vazio que a dor deixa hoje pode ser o espaço onde amanhã caberá uma compreensão mais vasta sobre a vida e a alteridade.


Sempre irei te amar.


Meu coração está partido, por causa da paixão,desde que tu forste embora, só me restou solidão.

Não sei se vai valer a pena, viver te esperando, uma coisa tenho certeza, é que o tempo estar passando.

Volte minha querida, não deixe o tempo passar, porque enquanto eu viver: Sempre irei te amar.

És a razão a da minha vida, luz da minha escuridão, longe de te só trevas, perto de ti só clarão
Mulher da vida, deusa do meu coração ❤️❤️.

Bisbilhoteiro!

⁠Você olha os status
Só para bisbilhotar
Entra e saí, sem nada a dizer

Só que os donos, dos status
Estão de olho em você.
Deixa de mau educado
E dar um Oí praele vê.

⁠Daqui a pouco é zero hora.
Agora vou me deitar,
Deixando os meus meus status,
Pra você bisbilhotar.

As pessoas atribuem a fatores externos sua falta de competência ou desconhecimento.


A ignorância é o verdadeiro inimigo, que nos limita a vivermos repetidamente aprisionados aos mesmos problemas.

Se ignorar o brilho do meu hiperfoco,
não poderá reclamar se virar só parte da paisagem!

Tem dias em que eu olho para trás e penso numa coisa meio curiosa, quase irônica, dessas que a gente conta rindo no café da tarde enquanto mexe o açúcar devagarinho. Desde pequena a vida parecia uma arena gigante, como se cada fase viesse com um teste novo, um daqueles que não dá para devolver para o professor dizendo que caiu conteúdo que ninguém explicou. E mesmo assim eu fui atravessando tudo com uma cara tranquila, quase elegante, como quem diz para o mundo que está tudo sob controle, quando na verdade por dentro existia um turbilhão inteiro discutindo filosofia com a própria sobrevivência.

Nunca contei quase nada. Não porque não existisse história, muito pelo contrário. Era tanto capítulo que dava para montar uma biblioteca inteira, daquelas silenciosas, onde só eu conheço o catálogo. E reclamar nunca foi muito meu estilo, não por heroísmo, mas porque as pessoas criaram uma versão de mim que parece feita de aço temperado. A tal mulher forte. Aquela que resolve. Aquela que aguenta. Aquela que sempre volta. E quando o mundo decide que você é forte, pronto, está oficialmente proibida de fraquejar em público, como se fosse uma regra invisível assinada numa reunião secreta da humanidade.

O curioso é que eu mesma comecei a acreditar nessa história. Não que eu nunca tenha cansado, claro que cansei. Só que eu aprendi a conversar comigo mesma como quem acende uma luz interna no meio de um apagão. Houve uma vez, só uma, que pensei em dividir o peso, abrir a caixa preta da minha história, mostrar as evidências, os fragmentos, os acontecimentos. E a resposta foi aquele silêncio estranho, ou pior, aquela frase que parece pequena mas faz eco dentro da gente por muito tempo. Não acreditam em evidências. E eu pensei, então está bem, talvez a minha prova não seja para convencer ninguém, talvez seja apenas para me manter de pé.

Engraçado como a gente descobre forças que não estavam no manual de instruções da vida. Eu fui percebendo que existe uma musculatura invisível dentro da alma. Uma espécie de academia espiritual onde cada queda vira um exercício novo. E ali, sem plateia, eu fui ficando mais resistente, não porque o mundo exigiu, mas porque alguma coisa maior sempre esteve comigo. Aquela presença silenciosa que não precisa de explicação, que aparece nos momentos mais absurdos da existência e sussurra, calma, continua.

Então eu continuo. Não enlouquecida, como alguns poderiam imaginar quando veem a quantidade de batalhas acumuladas desde a infância, mas curiosamente lúcida. Como quem atravessou tempestades suficientes para reconhecer o som da própria paz quando ela aparece. E tem uma coisa engraçada nisso tudo, quase uma ironia elegante da vida. As pessoas pensam que eu nunca precisei de ajuda. Mas na verdade eu sempre tive ajuda, só que veio de um lugar que não depende de aplauso, de aprovação ou de testemunha.

No fim das contas, eu sigo com essa mistura de força interior e fé silenciosa que me acompanhou o tempo inteiro. Como se eu estivesse caminhando por um mundo barulhento com uma bússola dentro do peito. E olha, posso te dizer uma coisa com aquela tranquilidade de quem já atravessou muita coisa. Quando a gente aprende a confiar nessa força que mora dentro da gente, o caos até tenta fazer barulho, mas já não manda mais na história. Porque a história, no fim, continua sendo minha. E eu ainda estou escrevendo.

O mundo gira. Incessante, implacável, ele segue seu curso mesmo quando tudo parece desmoronar ao nosso redor. Nas horas mais escuras, quando a tempestade rugia com toda sua fúria, é fácil esquecer que o céu azul ainda existe lá em cima, escondido pelas nuvens negras.
Mas a verdade é simples: nenhuma tempestade dura para sempre. Ela vem para lavar, para purificar, para nos lembrar da nossa própria força. E quando finalmente passa — porque sempre passa — algo mágico acontece.
O sol aparece.
Não timidamente, mas em toda a sua glória dourada, banhando o mundo com luz renovada. As gotas de chuva restantes brilham como diamantes dispersos. O ar cheira a esperança. E nós, que sobrevivemos, emergimos diferentes: mais resilientes, mais gratos, mais vivos.
Então, quando a vida escurecer, lembre-se: você é mais forte do que a tempestade. O giro do mundo não para, e o seu momento de luz está chegando. Aguente firme. Respire fundo. O sol sempre volta para quem espera com fé.
Sempre.

⁠Quanto maior a cabeça, maior é o cérebro.

Às vezes eu penso que a vida tem dessas ironias que dariam um capítulo inteiro em qualquer livro, mas como eu estou aqui, no meio do café da tarde imaginário com as amigas, eu conto do meu jeito mesmo, com aquele sorriso meio torto de quem já viveu coisa demais para fingir que nada aconteceu. Porque bullying e cyberbullying, minha amiga, só entende mesmo quem já sentiu o golpe vindo sem aviso. Não é drama de internet, não é frescura moderna, é dor que entra silenciosa e demora para sair.

Eu já passei por isso. E não foi em um tempo em que a gente sabia lidar com tecnologia, redes sociais, essas coisas. Era o começo do Facebook, aquela fase em que parecia novidade, quase uma praça virtual onde todo mundo chegava curioso. Só que enquanto eu vivia minha vida sem entender muito daquele mundo digital, outra história estava acontecendo nas minhas costas. Uma garota que também se envolvia com o rapaz que na época era meu namorado acabou criando uma página sobre mim. Sim, dessas páginas feitas para atacar, expor, diminuir alguém como se fosse entretenimento.

Eu só fui descobrir três meses depois. Três meses. Parece pouco quando a gente fala, mas imagina existir um lugar na internet onde estão falando de você, usando suas fotos, inventando coisas, colocando apelidos cruéis, e você vivendo normalmente sem nem saber que aquilo existe. Até que um dia alguém chegou em mim e perguntou o que significava aquilo tudo. E eu fiquei com aquela cara de quem não entendeu nada, porque realmente não entendia.

Quando eu fui ver… foi como levar um soco silencioso. Um texto enorme falando da minha vida como se eu fosse um personagem ridículo, dizendo que eu não tinha onde cair morta, inventando apelido inspirado em um ser de ficção para zombar de mim, distorcendo meu nome, expondo fotos minhas, e o pior, comentários de pessoas que eu conhecia. Pessoas que já tinham conversado comigo, que já me olharam no rosto em algum momento da vida, estavam lá rindo, participando, me chamando de coisas que ninguém merece ouvir.

Tinha mais de duzentas pessoas seguindo aquela página. Duzentas. Parece número pequeno para quem olha hoje a internet gigante, mas naquele momento era como se uma multidão estivesse parada olhando para mim no meio da rua, apontando o dedo. Eu lembro exatamente da sensação de dignidade sendo arrancada, como se alguém tivesse decidido que eu não merecia respeito.

Eu quis processar, claro que quis. Aquela revolta que sobe pelo peito quando a gente percebe que foi injustiçada. Só que a pessoa que fez aquilo era menor de idade na época. E aí a vida tem dessas burocracias que parecem um balde de água fria na indignação da gente. Não daria em nada. Foi o que eu ouvi. E quando a gente ouve isso, fica uma mistura de frustração com silêncio.

Mas tem uma coisa curiosa sobre as memórias. Elas não desaparecem. Até hoje, quando lembro de alguns rostos que estavam ali participando daquilo, ainda dói. Não dói como antes, não é aquela ferida aberta, mas é aquela lembrança que faz a gente suspirar fundo e pensar como as pessoas podem ser capazes de machucar alguém só porque a internet dá palco.

Ao mesmo tempo, olhando hoje, eu percebo outra coisa também. Eu não enlouqueci, eu não desapareci, eu não virei aquilo que disseram que eu era. Na verdade, eu segui vivendo. E talvez seja isso que incomode quem pratica esse tipo de coisa. A pessoa espera que você se quebre. E quando você continua existindo, crescendo, contando sua história, algo muda de lugar dentro da narrativa.

Hoje eu falo disso sem vergonha, porque quem deveria sentir vergonha não sou eu. Eu sei exatamente o que vivi. Sei o que senti naquele dia em que descobri tudo aquilo de uma vez só. E sei também que muita gente já passou por algo parecido e nunca contou para ninguém. Então se alguém estiver lendo isso e reconhecendo um pedaço da própria história, eu digo uma coisa bem simples e bem verdadeira. Aquilo que tentaram fazer com você não define quem você é. Define quem eles escolheram ser naquele momento. E isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.



ALINNY DE MELLO 30/03/2026

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⁠Quando cientes
de nossa missão nesse mundo, deixamos de ser
um símbolode resistência
e nos tornamosum
modelo desuperação!

⁠Quando os 'deuses da razão'
tramam nos punir,
eles atendem nossas preces!
Não com aquilo que desejamos,
mas com aquilo que
precisamos!

⁠O objetivo da vida
não é ser feliz; é ser útil!
Na verdade, é essa percepção de utilidade que nos permite
ser permanentemente
felizes!

⁠Entre concordar ou discordar; crer ou não crer, mais salutar o argumento. Sobretudo porque, sem um justo argumento, também não encontraremos qualquer razão para
crer ou não crer, concordar ou discordar!

⁠Ter consciência do divino,
não significa dobrar joelhos a qualquer
personagem ou doutrina...
Mas continuamente revestir-se
de consistentes saberes - dos graciosos
hálitos da prudência - que
nos mantenham de pé
e caminhando!

⁠... a suprema
missão do espírito é despertar
e potencializar conteúdos
e atitudes que, sobretudo,
o testemunhem digno
de espírito!