Bebo
Eu nunca te esqueci!
"Eu nunca te esqueci...
Bebo em taças toda a minha saudade...
Beijo as flores e sinto o teu perfume...
Ah, se tu voltasses prá mim...
Eu seria feliz outra vez!"
☆Haredita Angel
Linda, tu és minha dose de insanidade, meu vício impulsivo,
o veneno que bebo de bom grado mesmo correndo o risco,
quiçá, eu seja imune a tua intensidade
e tenha o benefício por ter arriscado, pior é só ficar na vontade
e lamentar por nunca ter tentado.
Bebo para louvar a vida
Bebo para animar meu astral
Bebo para reunir amigos
Bebo para encontrar com a lua
Bebo para fugir da rotina
Bebo para viciar a alegria
Bebo para descontrair as pressões
Bebo para viajar para longe
Bebo para esquecer de tudo
Bebo para lembrar da felicidade
Bebo para envenenar o corpo
Bebo para libertar a alma
Descobri que o amor é uma droga poderosa, potente e prazerosa. Sim, o amor é uma droga. Bebo as palavras do amor até me embriagar. Droga viciante! Cada vez mais queremos mais e mais, e mais! Durante muito tempo, fui forte por causa daquela força que você deixou em mim. Porém, agora, tudo são lembranças cravadas em minha memória. Que, com o passar do tempo, tudo, absolutamente tudo, vai desbotar. Esse amor vai desaguar, e a cor sem brilho reinará. O opaco será a cor, mas não desaparecerá. Será como uma névoa até o dia do meu ponto final!
Todo mundo é crescido
e sabe que se beber não dirija,
Eu sou poetisa e não bebo,
porque se eu beber não escrevo.
A minha poesia é Catuaba,
Cachaça e Cajuína,
sempre quando se trata
de tirar os pés do chão.
A minha poesia é Tucupi,
Caju Amigo e Caipirosca
que o desejo enrosca
do jeito que você gosta.
A minha poesia é mais
forte do que Quentão
quando se trata
de aquecer o coração.
A minha poesia é tudo isso,
por isso eu não bebo,
e se você bebe eu respeito,
Se for beber não dirija,
se beber não dirija, e não insista.
Versos Livres para Rodeio
O Rio Itajaí-açu é o meu
grande livro de poemas
da onde bebo, sobrevivo
e agradeço os seus lindos
Versos Livres para Rodeio
amor sublime do meu peito.
Guarda-me no teu jardim interior, O teu coração delicada fonte da qual bebo, Lábios que me devoram e fascinam...
Eu sou brasileira
o chá que bebo é
o chá dos povos,
o chá do pajé,
o chá do quilombola,
o chá da imigração,
o chá da rezadeira
benzido de coração.
Com a poesia profunda
que nos une neste amado Sul,
Preparo e bebo
o meu honrado Chimarrão
nesta Cuia Argentina
para honrar a pertença a tradição,
porque ser gaúcho é levar
toda a América do Sul
com amor no coração.
Nos tempos de antigamente
quem mordia na batata
cachaça é o quê bebia,
Do Câmara Cascudo bebo
mesmo é do Folclore
porque eu não nasci sabendo,
Quando me dei por alfabetizada
na vida acertar na batata
aprendi que era acertar em cheio,
Poesia é o quê acho que escrevo
sempre não acerto em nada,
quem acerta mesmo é a danada.
