Ayn Rand

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Alisa Zinov'yevna Rosenbaum (1905-1982), conhecida como Ayn Rand, foi uma escritora, roteirista, novelista e filosofa norte-americana, de origem russa.

⁠O coletivismo mantém que o indivíduo não tem direitos, que sua vida e trabalho pertencem ao grupo (à sociedade, à tribo, ao estado e a nação) e que o grupo pode sacrificá-lo segundo seus próprios caprichos, para seus próprios interesses. A única forma de implementar uma doutrina desse tipo é por meio da força bruta. Por isso, o autoritarismo sempre foi o corolário político do coletivismo.

Ayn Rand
The Virtue of Selfishness (1964).

⁠Quando você perceber que, para produzir, precisa obter autorização de quem não produz nada, será tarde demais.

Ayn Rand
A revolta de Atlas. São Paulo: Arqueiro, 2017.

Nota: Trecho modificado de outra frase de Ayn Rand.

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⁠Em uma sociedade capitalista, todas as relações humanas são voluntárias. Os homens são livres de cooperar ou não, para lidar uns com os outros ou não, como determinam seus próprios julgamentos, preferências e interesses.

Ayn Rand
Capitalism: The Unknown Ideal (1966).

O homem sem propósito deriva à mercê de sentimentos aleatórios e é capaz de qualquer mal, porque ele está fora de controle de sua própria vida.⁠

Ayn Rand

Nota: Trecho de entrevista à Playboy, em março de 1964.

⁠Nada pode tornar moral a destruição dos melhores. Não se pode ser punido por ser bom. Ou pagar por ter sido hábil.

Ayn Rand
A revolta de Atlas. São Paulo: Arqueiro, 2021.

Se a verdade matá-los, deixe-os morrer.

Ayn Rand
Brandon, Nathaniel. Judgment Day: My Years with Ayn Rand (1989).

Nota: A citação costuma ser erroneamente atribuída a Kant, mas, na verdade, é de Ayn Rand parafraseando Kant.

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Um homem criativo é motivado pelo desejo de alcançar, não pelo desejo de vencer os outros.

Ayn Rand

Nota: Trecho da palestra The Moratorium on Brains, dada em 14 de novembro de 1971, no Ford Hall Forum, em Boston.

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⁠A riqueza é o produto da capacidade humana de pensar.

Ayn Rand
For the New Intellectual (1961).

⁠Os direitos individuais não estão sujeitos a votação pública; uma maioria não tem o direito de votar sobre os direitos individuais de nenhuma minoria.

Ayn Rand
The Virtue of Selfishness (1964).

⁠O individualismo considera o homem – todo homem – como uma entidade independente e soberana que possui um direito inalienável à sua própria vida, um direito derivado de sua natureza como ser racional. O individualismo sustenta que uma sociedade civilizada, ou qualquer forma de associação, cooperação ou coexistência pacífica entre os homens, só pode ser alcançada com base no reconhecimento dos direitos individuais e que um grupo, como tal, não tem direitos além do direitos individuais de seus membros.

Ayn Rand
The Virtue of Selfishness (1964).

Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.

Ayn Rand
A revolta de Atlas (1957).

⁠⁠Em uma sociedade carente de liberdade não existe, para ninguém, a possibilidade de buscar interesse algum; nada é possível, exceto a destruição gradual e geral.

Ayn Rand
A virtude do egoísmo. Porto Alegre: Editora Ortiz, 1991.

Com um ar cético nem tão alto quanto a inflação, nem tão baixo quanto o dólar em período de impeachment, assim você chegou e se fez presente. Meu coração nem abriu licitação e muito antes de conhecer as regras você eliminou todos os concorrentes.
Eu poderia aqui proferir um discurso bonito, problematizar as questões mundiais, romantizar as desigualdades promovidas pelo capital. Mas não, isso não é legal. Prefiro ser realista, conversar sobre dinheiro, rir das histórias ditas, mostrar com meus lábios todas as virtudes de um pensamento egoísta.
Diante da minha liberdade individual de ir e vir, vou ao seu encontro com o pleno desejo consciente do seu oprimir. A agressividade mansa, a trilha sonora perfeita, a barba bem desenhada e até mesmo a espuma da cerveja tornaram quase que imposto o meu querer de privatizá-lo.
De fato é um desafio, me sinto como Atlas com o peso nas costas em sair de todo um histórico de relacionamentos baseados em filantropia forçada. Mas bem longe do Estado, não há nada que o mercado não regule de forma positiva. Os vigilantes? Eu não sei, mas quem vigia o seu olhar sou eu.
Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las só para escutar a sua voz.

Inserida por CamilaMariaDias